Seja Direto

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Antes de ser de alguém, seja inteiramente sua.

Seja louvado!




Por toda minha vida e o tempo todo estivestes comigo,


a tua presença foi vista nos livramentos,


foi reconhecida nas conquistas,


foi ouvida nas orações,


foi constantemente milagrosa nos meus dias,


São tantas bênçãos, que eu me envergonho por não ter palavras e sentimentos para corresponder a altura.


Seja louvado grandioso Deus!!!

Ondas de luz


Seja luz por onde passar,


Antes do fim podemos aproveitar intensamente os vários começos,


A gratidão pode ser explorada todos os dias com abundância através de nossos abraços, sorrisos, exposição declarada de nossos melhores sentimentos e porque não também ser notada com maestria e empatia por intermédio da nossa reciprocidade.

Seja o mapa eu seguir, que você seja meu tesouro.

haldol haloperidol decanoato = espírito Santo Amém. 1 de agosto de 2026 que seja decretado por Deus , pai, filho, espírito Santo, amém. Amém. Rogério Santos Medeiros profetiza , que no dia 1 agosto de 2027 O diabo e seus servos e o Reino da besta e quem não sabe o que está fazendo se arrependa mil vez mais. E cada vez que eu tome fique mil vezes pior. Atê que eles digam você nunca precisou nem precisa dehaldol haloperidol decanoato Em nome do pai do filho do espírito Santo. Que todos que vão tomar com sua vontade e contra sua vontade diga. Amém.amem.amem.e que eu nunca vou me arrepender de ter publicado isso. Que isso seja colocado na eternidade. haldol haloperidol decanoato

Sua fé está ligada ao seu foco.
Seja luz, foque na fé.

Através dos quilômetros percorridos, seja por terra,
por água ou pelo ar,
sempre é bom viajar.

Não perca a sua identidade. Não seja o que os olhos do mundo querem que você seja. Não a perca por modismos ou tendências. Moralmente, quem troca quem é pelo que agrada, perde o caráter. Eticamente, quem muda de verdade a cada moda, perde a coerência. Espiritualmente, quem vive para os olhos do mundo, se afasta dos olhos de Deus e da própria alma. O mundo aplaude a máscara, mas é a sua essência que sustenta você.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

O algoritmo esquece quem pede atenção e lembra de quem fornece resposta. Seja a resposta, não o pedido.

"Maldito seja o homem, que confia no homem"

⁠A depressão é uma doença furtiva que ataca sem distinção, derruba a vontade de viver, a fé, seja lá qual for, e ameaça os guerreiros mais heróicos. É preciso estar sempre atento a ela, descobrindo diariamente mecanismos para escapar e continuar lutando.

Você pensa no fundo da sua mente
“Já passei por isso algumas vezes, talvez a queda seja diferente”
Mas a dor não perde a força
E nem a tristeza se aquieta
No fim, por mais que você tente
Absolutamente nada ameniza a queda

A falsa modéstia de quem inclui você em uma "categoria superior" — seja por raça, cor ou berço — dura apenas até o momento em que vocês discordam. Ninguém que se alimenta de superioridade aceita caminhar ao lado de um igual.

Não importa como seja a sua casa; tendo nela conforto, fartura e paz, não haverá lugar melhor para ser feliz."
(Cleide Rodrigues)

Talvez o amor perfeito seja simplesmente aquele em que dedicação, respeito e empatia vêm de ambos os lados.

Seja boa de coração, mas sábia o suficiente para não ser ingênua.

Bendita seja tua sabedoria, ó Deus, pois do nada formaste o todo. Eu sou apenas pó estelar que respira por tua vontade.

- Ketty Williams

.entre nós.


Eu não sei o que a gente é agora.


E essa talvez seja a única coisa que ainda me incomoda.


Porque eu sei o que fomos. Sei o que senti. Sei das coisas que você provavelmente já esqueceu e das coisas que eu finjo que esqueci também. Sei exatamente em que momento algumas coisas começaram a mudar, mesmo que nenhum de nós tenha tido coragem de apontar para aquilo e dizer: é aqui.


Mas agora?


Agora eu não sei.


E eu odeio não saber.


Às vezes penso em te mandar alguma coisa completamente idiota. Uma música. Uma piada. Alguma coisa que só faria sentido para nós dois. Aí eu paro.


Porque já não sei se ainda posso.


É engraçado como uma pessoa pode sair da sua rotina sem sair completamente da sua cabeça.


Eu continuo encontrando você em coisas que nem deveriam ter relação com você.


Uma música tocando no aleatório.


Uma rua.


Um horário.


Uma frase que alguém diz e que, por algum motivo absurdo, me faz pensar em você.


E eu fico alguns segundos naquele lugar entre mandar mensagem e respeitar o silêncio.


Quase sempre escolho o silêncio.


Não porque eu não queira falar.


Talvez justamente porque eu queira demais.


Eu acho que parte de mim ainda gostaria de saber como você está. Não por obrigação, nem porque eu esteja procurando uma desculpa para voltar.


Só quero saber.


Você ainda ri daquele jeito?


Ainda faz aquela coisa quando fica nervosa?


Ainda pensa em mim às vezes?


E se pensa...


é com carinho ou com aquela sensação de “ainda bem que acabou”?


Eu não tenho coragem de perguntar.


Então invento respostas.


É mais fácil.


Às vezes imagino que você sente falta.


Às vezes imagino que não sente absolutamente nada.


E, dependendo do dia, acredito nas duas.


Talvez seja isso que reste quando alguma coisa termina sem realmente desaparecer.


Não uma vontade desesperada de voltar.


Só uma curiosidade persistente.


A vontade de saber se aquilo que foi tão grande para mim ocupou algum espaço parecido dentro de você.


E talvez seja por isso que a pergunta continue aqui, mesmo depois de tudo.


Não se a gente vai voltar.


Não se deveria ter sido diferente.


Só se ainda existe alguma coisa entre nós que não precise de um nome tão complicado.


Se ainda dá para conversar sem parecer que estamos invadindo um território proibido.


Se ainda dá para rir de alguma coisa que só nós entenderíamos.


Se, depois de tudo, ainda existe espaço para eu ser alguém na sua vida — mesmo que de um jeito completamente diferente.


Porque talvez eu não esteja procurando a nossa história de volta.


Talvez eu só esteja tentando descobrir se ela realmente acabou em todos os sentidos.


Então eu fico com essa pergunta, meio ridícula, meio sincera, impossível de responder sozinho:


depois de tudo que fomos,


ainda existe um “nós” em algum lugar?


Ou pelo menos...


ainda somos amigos?

quando o acaso decidir

Talvez o mais estranho entre duas pessoas não seja aquilo que aconteceu.

É aquilo que continua acontecendo depois.

Uma foto qualquer pode carregar uma história inteira. Uma pessoa pode aparecer ao lado de outra, sorrindo, sem intenção nenhuma além daquele instante, e ainda assim atravessar uma tela e parar justamente onde não deveria. Em algum lugar, alguém vê. Reconhece. Sente alguma coisa que talvez nem queira admitir. E responde de um jeito pequeno, quase casual, como quem tenta esconder o tamanho daquilo numa frase.

Engraçado como algumas pessoas ainda conseguem fazer isso.

Mesmo longe.
Mesmo depois de tudo.
Mesmo quando já não existe mais motivo para prestar atenção.

Talvez porque certas histórias nunca tenham aprendido a terminar direito.

Elas só mudam de lugar.

Saem das conversas e vão parar nas músicas. Saem dos encontros e aparecem numa foto. Saem da rotina e, de vez em quando, voltam pela boca de alguém que nem fazia parte da história.

E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tão familiares mesmo quando estão vivendo uma vida completamente diferente da nossa.

Como se existisse uma versão do mundo em que as coisas tivessem acontecido um pouco diferente.

Um segundo a mais.
Uma escolha a menos.
Um medo que não tivesse vencido.
Uma mensagem enviada na hora certa.
Uma porta que alguém tivesse decidido não fechar.

Nesse mundo, talvez fosse simples.

Talvez vocês se encontrassem sem precisar fingir que não estavam procurando um ao outro.

Talvez não existisse esse cuidado exagerado com o que sentir, com quem vê, com quem sabe, com quem aparece numa foto ao lado de quem.

Mas aqui é diferente.

Aqui vocês aprenderam a conviver com a estranha habilidade de ainda significarem alguma coisa sem precisar dizer exatamente o quê.

E talvez você nunca descubra se aquela reação foi ciúme, saudade, curiosidade ou apenas aquele pequeno incômodo que aparece quando alguém percebe que a pessoa que um dia ocupou um lugar importante continua existindo muito bem sem pedir licença.

Talvez nem ela saiba.

E tudo bem.

Porque existem sentimentos que não precisam de nome para serem verdadeiros.

Às vezes basta uma foto.

Uma amiga em comum.

Uma mensagem atravessada.

Um “não” disfarçado de brincadeira.

E pronto.

O passado abre os olhos por alguns segundos.

Depois volta a dormir.

Eu gosto de pensar que, se realmente existe outra vida, talvez ela não seja uma segunda chance.

Talvez seja apenas um lugar onde certas pessoas conseguem se encontrar sem carregar tudo aquilo que carregaram nessa.

Sem orgulho.
Sem medo.
Sem a necessidade de parecer indiferente.
Sem precisar transformar sentimento em silêncio só porque ninguém sabe muito bem o que fazer com ele.

E talvez, nessa outra vida, quando alguém mandar uma foto dizendo “olha com quem eu estou”, a outra pessoa não precise fingir que não se importou.

Talvez ela apenas sorria.

Porque, no fundo, algumas pessoas não desaparecem.

Elas só deixam de ser presença e passam a ser possibilidade.

E existe uma diferença enorme entre esquecer alguém e aprender a viver sem essa pessoa.

Acho que é isso que ainda me intriga em nós.

Não saber se foi uma história que terminou…

ou apenas uma história que chegou cedo demais.

Talvez em outra vida a gente descubra.

Ou talvez não.

Mas, se algum dia você ler isso e sentir que tem alguma coisa familiar demais nessas palavras, talvez seja porque certas histórias têm esse problema:

mesmo quando ninguém fala o nome,

elas sabem exatamente de quem estão falando.

Que eu seja labirinto e mapa,
raiva e silêncio,
pesadelo e oração,
até que a manhã me reconheça
entre os escombros do meu ser.