Seja como for o que Penses

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Dentro da psicologia seja apenas um ramo da consciência esta interligado a inteligência mesmo sendo alienado.

Nas virtudes do atribuição da constante seja possibilidades e variações da equação.
Sendo digno ate fruto da manipulação se torna fenômeno mundial como as grades da existência contemporânea.
Vemos aglomerados de estrelas novos horizontes nos capítulos da humanidade. Mas máscaras são reunidas pelo sinismo e negacionismo.
Sendo sensatez a falta de escrúpulos.
Mais-valia da costura do tecido da existência contemporânea.

Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.

⁠inocência...
Seja lindo...
Perfeito...
No nosso mundo.
A beleza da vida é o amor.
Porque é nosso mundo?
Pois amor é real e puro.
Em nossos corações o brilho eterno...
Nossas vidas são cobertas de manto eterno

Seja o desejo do abismo.
A voz do inconsciente.
No sumário de seus pensamentos sois a luz que mundo se esqueceu.
Mero momento irônico...
Sois a voz que foi silenciosa...
Nos primórdios dos sentimentos...
Sendo lúcido é assim...








Celso Roberto Nadilo

Noite a dentro deste mundo seja mundo...
Todavia o desdem se torna obtuso...

Na esperança o caos reina ate que ansiedade seja um percentual absurdo da mente vazia...


A esperança é o fado da tristeza.
No final apenas olhares sejam o abismo...


Tantos problemas se tornam instante insanos pois nada tem importância...
A falta de perspectiva o horizonte é tão profundo.


Marcas das almas dilacerada por tantas pessoas e situações negativas que tudo está bem ate que tudo seja apenas um ponto na escuridão.

Seja desconhecido para os espertos, pois ignora os veem com esperteza...
pois...
''Os verdadeiros'' são expostos e condenados por apenas existir.

Noite estrelada que conduz o espírito num sono perpétuo....
Seja os tais olhos velados pela luz que encanta...

Coma a vontade seja fiel ao seu caminho.
Sua fé é seu credo moral...
Alienação da existência sempre endeusar seres animados.
E esses seres animados dera vida ao ser iluminação e fanático.
Sera voz da razão ate suas convicções sejam quebradas numa permuta de escolhas e sempre razão sera obstáculo para verdade que resiste em viver.

* conjunto do ser ou utópico do não ser ate que o ser seja o ser*
No provérbio a palavra tem vida num sopro o sussurro sāo apenas palavras jogadas no vento.
No conjunto do ser a família ate sociedade em si o modelo arcaico,
No prefácio o julgo é simplicidade o temor da solidão nos espaço translúcido obtemos a famia como apoio, navegantes de mares desconhecido desbravar o sentido é aprimorando pela percepção...
Os sentimentos grandiosos pairam na superfície ate que o amanhã toque coração dos bravos,
Seja quem é o queira ser no submundo do universo somos as palavras perdidas....

Acredita no demonio suas verdades são mentiras expostas como deepfakes.

Seja maravilhoso repleto de felizes para sempre...


A nação precisa de ração.
Carinhoso amor paz e fragilidade as fakes news...


Mundo dos demônios está cheio de ironias na deepfakes...


Filho do demonio diz quer boa vida resiste ao velho sistema não é mais sustentável ... precisa de funcionários fantasmas. Rachadinhas... mais joias pois temos terras raras.
Acha que as pessoas querem ser salvas... mais ironias.


O lixo eletrônico é tópico de vários grupos de WhatsApp.
Mulher ate foi lixada por ser sequestrar crianças..esse é o perigo das fakes news.

O transhumanismo... ensaio da consciência.


Pois termo transhumanismo seja roupagem da tecnologia e ser humano.
Mais conceito inicial das pedras pois o objeto e transforma em utensílios é simplicidade uma forma de transhumanismo toda tecnologia incorporada ao ser humano.
O espelho moral e intelectual de ser.
A individualidade e a dualidade do ser.
O paradoxo criamos da existência contemporânea. Paradoxo da existência digital outra virtude.

Nas sombras somos a duvida ate que a luz celeste seja manipulável.
A manipulação é apenas equivalência da observação.

Doce desejo de desejar seja maravilhoso repleto de alegrias.⁠

O valor da alma é mesmo valor da existência ate a balança seja o valor real da existência.⁠

⁠Pensando por conta própria, não é possível conceber que a nossa Soberania seja ameaçada sob nossos aplausos.


A história demonstra que nenhuma nação perde sua autonomia de uma só vez, de uma hora para outra.


As grandes transformações costumam ocorrer gradualmente, muitas vezes embaladas por discursos sedutores, promessas de progresso ou narrativas que apresentam a dependência como inevitável.


O que deveria despertar vigilância acaba sendo celebrado, e aquilo que representa uma concessão de poder é frequentemente confundido com modernização, conveniência ou alinhamento estratégico.


A soberania não se resume às fronteiras físicas.


Ela se manifesta na capacidade de um povo decidir seu próprio destino, definir suas prioridades, proteger seus recursos e preservar sua identidade cultural.


Quando decisões fundamentais passam a ser condicionadas por interesses externos — sejam econômicos, políticos, tecnológicos ou ideológicos — surge um questionamento inevitável: estamos exercendo nossa liberdade ou apenas ratificando escolhas feitas por outros?


O aspecto mais preocupante não é a pressão exercida de fora, mas a naturalização dessa pressão dentro de casa.


Quando uma sociedade deixa de questionar os impactos de determinadas interferências, quando o senso crítico é substituído pela repetição de discursos prontos, arrisca-se transformar a renúncia em virtude e a submissão em consenso.


Pensar com a própria cabeça exige muita disposição para confrontar narrativas confortáveis.


Exige reconhecer que a verdadeira independência demanda muita responsabilidade, discernimento e, sobretudo, coragem para discordar.


Uma nação verdadeiramente patriota e madura não aplaude aquilo que reduz sua capacidade de decidir.


Ela debate, analisa e pondera as consequências de cada passo.


A defesa da soberania não nasce do isolamento nem da rejeição ao mundo, mas da consciência de que cooperação não significa subordinação.


Relações internacionais, acordos e parcerias são instrumentos legítimos quando preservam a autonomia das partes envolvidas.


O problema surge quando a dependência passa a ser apresentada como condição permanente e desejável.


Por isso, a reflexão necessária é simples e profunda: antes de celebrar qualquer mudança, qualquer interferência, é preciso perguntar quem ganha, quem perde e qual parcela da nossa capacidade de escolha está sendo colocada sobre a mesa.


Afinal, povos livres não entregam sua soberania por imposição, mas podem perdê-la quando deixam de percebê-la como um valor inegociável.

Que sua vida seja poema, escrito com luz, ternura e sonhos sem fim.

Mesmo que um determinado professor ou professora tenha quatro diplomas, ou seja, embora possua pós-doutorado. É preciso humildade e paciência quando os estudantes pedirem orientação ou ajuda, pois todo professor de excelência já foi um "reles" estudante.

Quem valoriza o trabalho voluntário, ou seja, o trabalho não remunerado é um profissional altruísta. Logo, também irá valorizar o seu trabalho remunerado, por mais simples que seja.