Seja como for o que Penses
“Que o seu dia seja leve, seu coração tranquilo e a sua alma em paz. Você merece todo o bem do mundo.”
Eu aprendi uma coisa, a gente sempre é doido em algum lugar, seja em público ou em segredo, a loucura se manifesta em algum grau e de alguma forma
Não me deram tato então sou louca na praça, na rua e na vitrine social, onde muitos têm medo de se expor, os olhares alheios os consomem, mas eu já sei ser liberta por isso me desnudo
Talvez a vida seja um sonho que Deus sonha acordado.
Cada alma, um fragmento lúcido desse sonho que se experimenta a si mesmo.
A realidade é o espelho da consciência muda quando você desperta.
Por isso, sonhar é viver e viver é recordar-se de que se sonha.
O despertar não é abrir os olhos, é abrir a percepção.
Porque quando a mente desperta, o sonho se torna criação.
É LEI!”
"Ó víbora, doce seja vossa voz
E belíssima sejas tu, para que
Se torne um anestésico do seu
Veneno, que corrompe e apodrece
Quem amas a ti"
“A convicção pode te dar conforto, mas só a verdade liberta.”
Essa talvez seja uma das lições mais difíceis da vida.
A gente cresce acreditando que estar certo é sinal de força — mas às vezes, é só teimosia disfarçada de convicção.
Porque quando o coração se fecha, nem Deus força a entrada.
E quando ele se abre, até uma simples palavra pode transformar uma vida inteira.
Por isso, desconfie das certezas que te deixam soberbo. Questione as convicções que te afastam de pessoas. Reexamine as ideias que te tornam incapaz de ouvir. Às vezes, a verdade está falando com você há muito tempo — mas a voz dela é suave, e o barulho das suas certezas não deixa escutar.
Todo mundo tem opiniões fortes sobre alguma coisa.
A gente defende o que acredita, argumenta, tenta provar o próprio ponto de vista. E nem sempre percebe que, às vezes, o problema não está nas mentiras que ouvimos… mas nas certezas que carregamos.
Muita gente passa a vida tentando fugir das mentiras dos outros, mas nunca percebe a mais perigosa delas: a que mora dentro das próprias convicções.
A convicção é uma força bonita quando nasce da busca sincera pela verdade. Mas quando se transforma em orgulho, ela deixa de proteger — e começa a aprisionar.
Porque quando alguém acredita demais em alguma coisa, deixa de procurar entender. E passa a apenas confirmar o que já pensa.
Há pessoas que nunca mentem, mas vivem enganadas. E não porque foram iludidas pelos outros — e sim porque acreditaram demais no que aprenderam sem nunca questionar, mesmo quando algo parecia fora do lugar.
A verdade é que a convicção pode ser mais perigosa do que a mentira. A mentira, quando descoberta, se desfaz. A convicção, quando se enraíza, se defende, se fortalece e às vezes se transforma em muralha contra qualquer nova luz.
É curioso: quando alguém mente, ainda há esperança de que um dia reconheça o erro. Mas quando alguém tem certeza absoluta, é mais difícil que ouça qualquer voz diferente. Porque o ego se mistura à crença, e a fé passa a ser usada como escudo. É como se admitir um engano fosse uma traição à própria identidade.
Quantas vezes, na história, pessoas sinceras cometeram injustiças em nome do que acreditavam ser certo? Saulo de Tarso, antes de se tornar o apóstolo Paulo, é um exemplo forte disso. Ele não era um homem mau; era convicto. Achava que estava servindo a Deus ao perseguir cristãos. A convicção dele era tão intensa que o impedia de enxergar o que estava bem diante dos olhos. Até que, no caminho para Damasco, a luz que ele combatia o envolveu. E ali ele descobriu que não basta crer — é preciso saber em quem e no que se crê.
As convicções, quando não são examinadas, se tornam grilhões invisíveis. Aprendemos algo, guardamos aquilo como verdade, e passamos a defender sem nunca mais questionar. O problema é que o tempo muda, as informações crescem, o entendimento se amplia — mas a convicção, se não for revista, envelhece e endurece. Ela congela o pensamento e impede o coração de aprender de novo.
Às vezes, a pessoa já sente que algo não encaixa, mas o orgulho impede de admitir. Porque mudar de ideia exige coragem. Exige humildade. Exige dizer: “eu estava errado”. E para muita gente, essa é a frase mais difícil do mundo.
Já parou ora pensar que Jesus elogiou quem tinha fé, mas nunca quem tinha orgulho de estar certo?
Ele dizia que o Reino era para os humildes, os que “têm consciência da sua necessidade espiritual” (Mateus 5:3). Ou seja, os que sabem que não sabem tudo. Porque só quem reconhece que precisa aprender continua crescendo.
A verdade, na maioria das vezes, não se impõe — ela se revela. E para enxergá-la, é preciso ter o coração aberto. A convicção cega, por outro lado, fecha todas as portas. Ela faz a pessoa olhar um texto, uma ideia, um fato, e enxergar apenas o que já acredita. É como se tudo passasse por um filtro invisível que confirma o que ela já pensa. O nome disso, hoje, é “viés de confirmação” — e é uma das formas mais sutis de cegueira intelectual e espiritual.
É fácil apontar isso nos outros. Difícil é enxergar em nós. Quando alguém pensa diferente, nossa primeira reação é achar que está errado. Quando alguém apresenta uma prova que contraria nossa visão, procuramos uma brecha para desqualificar. É raro dizer: “Deixe-me considerar o que você disse”. Mas talvez seja justamente aí que começa o caminho da sabedoria.
Em Provérbios 18:13 está escrito: “Quem responde antes de ouvir mostra tolice e passa vergonha.” Esse versículo é uma lição sobre convicção. Fala do perigo de julgar antes de entender, de decidir antes de analisar. Quantos conflitos, divisões e desavenças nascem de opiniões defendidas como se fossem fatos imutáveis?
A verdade não tem medo de ser questionada. Só a mentira precisa de muros. A fé verdadeira não teme perguntas. Só o fanatismo teme o diálogo. E a sabedoria não está em ter todas as respostas, mas em saber ouvir — inclusive o que contraria.
Há quem passe a vida tentando provar que está certo, enquanto a vida inteira Deus tenta mostrar que a verdade é maior do que qualquer doutrina humana. A verdade não é uma cerca — é um horizonte. E o horizonte sempre se afasta quando a gente avança, porque há sempre mais para descobrir.
T
alvez o maior erro de quem busca a verdade seja acreditar que já a encontrou por completo. Porque o dia em que você achar que não precisa mais aprender, esse será o dia em que começou a se afastar da verdade.
Gilson Castilho Reflexões
©Todos os Direitos Reservados
Seja o meu último amor, por favor. Não um pedido romântico, desses que a gente faz no auge da paixão. É uma súplica de quem já se cansou de começar do zero, de quem sente a alma pesada por recomeços que parecem ter sempre o mesmo fim.
Sejas o meu último amor, não por medo do futuro, mas pela exaustão do passado. Fui colecionador de "sempre", de "para sempre" e de juras que o tempo desfez como se nunca tivessem existido. Acreditei que se podia amar várias vezes, mas a cada nova tentativa, sinto que perco um pouco de mim. Já não sei o que é amar de verdade, ou se apenas me vicio na ideia de ter alguém.
A cada novo relacionamento, a rotina de apagar e reescrever se repete: novas lembranças para construir, novas lições para aprender e, principalmente, novos nomes carinhosos para inventar. Nomes que precisam ser únicos, para evitar a nostalgia dos apelidos antigos que, mesmo no silêncio, ainda ecoam. O cansaço é real. A cada novo "corpo" a que me adapto quimicamente, sinto que as cargas emocionais se misturam e o meu coração se sobrecarrega.
O ciclo é sempre o mesmo: a apresentação aos amigos, as promessas, e o inevitável fim. De quatro em quatro meses, parece que preciso aprender um novo idioma do amor. É uma apresentação de novos parceiros e histórias, que no fundo, sinto que ninguém mais aguenta ouvir.
Mas apesar de tudo, a minha esperança permanece: que sejas o meu último amor. Que venhas para me curar, para me fazer acreditar que ser um casal pode ser realmente bom. Eu vivi tantas conexões intensas, com finais em dor, ansiedade e tristeza, que a minha mente se tornou um arquivo de memórias a comparar qual amor foi o melhor, qual me marcou mais, e qual me feriu com a sua partida.
És tu a cura que busco para a dor que habita no meu coração e na minha mente. Aquele que me fará esquecer o que é a tristeza para me mostrar onde mora a felicidade.
Sejas o meu último amor... por favor...
#viral
Não seja o 11° ou 12° colocado, seja o 1° colocado, seja o líder de suas ações, em outras palavras e faça bonito.
Seja grato por todas as pessoas rudes, desagradáveis e difíceis que você conhece em sua vida também, elas servem como um lembrete importante de como não ser como elas.
Dayana Silva
Seja como o GPS: sempre que perceber que errou o caminho, não se julgue, não condene-se, não se desespere, não desista e principalmente não pare. Recalcule a rota e siga em frente com a mesma disposição do início.
Nem toda a decisão é correta,
mas para o avance de seja lá o que for na vida, tomar decisão é fundamental.
Tome decisões.
"Beber café puro é um pacto diário: eu escolho o essencial, mesmo que seja difícil, em vez do prazer imediato e fácil."
Talvez não seja você a pessoa que eu sonhei, mas é você a pessoa que eu quero viver o resto da minha vida.
Colibri Dourado
Colibri Dourado
Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.
Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.
Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.
Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.
Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.
Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.
Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...
E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.
Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.
Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.
Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.
Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.
Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.
Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.
Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...
E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.
Bendito seja seu hábito diário de profetizar bençãos sobre sua vida, sua casa, seu trabalho e sua família.
Insta: @elidajeronimo
Ainda que a enfermidade seja comportamental ou emocional, assim que elas forem identificadas!?
O processo de cura não pode ser negligenciado ou você encara a realidade de verdade!
Ou vai passar o resto da vida fazendo tratamentos que só vão camuflar a sua dor.
"Em qualquer família, seja com filhos ou parceiros, heterossexuais ou homoafetivos, o diálogo constante, aliado à escuta ativa e à atenção plena, é a prática que transforma simples convivência em verdadeira compreensão; é o compromisso ético de reconhecer o outro em sua singularidade, cultivar empatia e fortalecer laços que não apenas sustentam a rotina, mas edificam a harmonia, a confiança e o respeito mútuo que tornam a vida em comum realmente significativa."
