Sei que Vou me Arrepender
Sei que regra pode ser uma porta fechada pra sua realidade de estada, que isso, não seja pra ti correr, em outras estradas, já que ninguém te pertuba, por amor ao seu agora, faça.
Não estou a diminuir quando no meu lugar já me encontro, sei quem sou além dos contos, isso é natural das leis entituladas dos retornos, dos amores em sonhos.
Quero continuar solteira, pra você, ser livre, já que pensas em estar preso, sei que não precisas o possuir.
Tudo que já existe um dia necessitou reexistir ou será renovar, copiar... há sei lá, caminhar e passar o tempo, foi, será, diz-pensar e ou ops! Jamais desvalar.
Nunca sei o que fazer quando sempre estou aqui e, agora por vocês, pra leveza basta um giro em frente às mesas, mesmo que isso não te faça mal é o sempre pra que aconteça.
A lentidão é apenas um querer aparecer pra você, ou será uma necessidade de não subverter, sei lá os desejos dos ter.
Eu não sei, mas, o saber nunca para, mesmo que a porta não seja igual, tudo e disposição da imaginação, que cria e recria, as qualidades nas benfeitorias.
No livro das lobotomias, dependendo não sei se sobraria um, então, que suas mãos sejam fartas de educação e, prósperas em precisão.
