Sei que Vou me Arrepender
HOJE A NOITE
Você sabe que eu me perdi
Garota eu sei que você sabe
Minhas drogas me dominam
E eu não quero acordar.
Eu vivo brigando com meus demônios
E eu sei que você também tem os seus.
Eu jurei que não tocaria no assunto
Foda-se , eu sei o que estou fazendo.
Garota espere por mim, ouça aqui,
Eu estarei com você essa noite
Sou eu quem irá apagar a luz.
Você sabe que eu me encontro na escuridão.
Você sabe que eu te faço arder em chamas
E essa noite será especial, só eu e você
Sinta meu espírito agora , eu te levarei além…
Eu cheiro a morte garota e você gosta
Eu sei que você gosta garota
E nada é tão bom quanto perder e fingir.
Se há sentido não sei, se haverá resposta, talvez; nem sempre se há certeza. Mas minha convicção não está no que vai acontecer, mas naquele a quem entreguei meu caminho.
E quando Deus me envia perguntas que eu não sei a resposta, eu agradeço!
É sinal de que estou pronta pra aprender coisas novas!
Eu sei que dói perder um grande amor, eu sei!
Não sou tão insensível a ponto de te pedir para esquecer...
Eu só acho que é preciso fazer um esforço pra se levantar, ainda que tudo em nós esteja desmoronando...
A gente consegue... lentamente, mas consegue!
A gente descobre uma força que não sabia que tinha, e aos poucos - bem aos poucos - a gente vai superando o que parecia ser insuperável.
Não sei quanto tempo isso pode levar, mas eu sei que a vida vai te ajudar nessa missão.
Então agora, que a ferida ainda está aberta e o coração ainda sensível, não pense que é para sempre, pois até o "Para Sempre" vai passar!
A gente quer sim viver uma história de amor, mas bate uma insegurança, um receio de não sei o que... talvez seja o medo de doer - de novo - e a gente não saber lidar com a dor.
São muitos os meus descomedimentos, eu sei...
O meu tio me falou que ouviu dizer que sou aluada.
Não é que a minha loucura me tornou famosa?
Arrisco-me sempre, é verdade!
Eu estou sempre em busca de novas experiências, aprendizados, conhecimento...
Daí me pergunto: como eu seria sem as fases da lua?
Quando sou espontânea excedo em
sorrisos, abraços e beijos...
Não gosto de padrões,
mas respeito as regras desta sociedade cínica.
A minha sinceridade incomoda muita gente.
Se tiram o meu sossego, retribuo ou evado.
A minha felicidade, eu mesma construo no meu interior.
Eu sou abotoada, acalorada, reflexiva e não entendo por que sou amada...
Apesar destes descontroles, eu tenho uma mente flexível,
ouvidos abertos e boca fechada.
Sem mais delongas, eu sou um devir constante.
Eu nem sei como chegamos a este ponto. Lembro-me de sermos um oásis um para o outro, quantas vezes saciei minha sede de amor em tuas fontes, o abrir e fechar das portas desta casa hoje vazia. Eu nem chamo de casa, na verdade é um livro imenso de lembranças e como eu amo cada parágrafo contido aqui. Em muitas páginas ainda há o perfume de tinta fresca.
Quantas vezes em teus braços eu me abriguei, teu calor, teu amor, tua respiração ofegante... Deus! (Lágrimas) Onde foi que erramos? Em que momento soltamos nossas mãos sem a percepção de que nos perderíamos? Como poderíamos supor que, um amor tão intenso, avassalador, acabaria?
Foi-se a alegria!
A noite escura tomou conta do dia...
Estou aqui sentado no sofá dos meus pensamentos, relendo nossa história,
analisando está trajetória,
Confuso, tenso, lento...
Éramos um turbilhão de emoções afloradas, amantes desenfreados cheio de sonhos, apaixonados.
Meu desejo é transformar os nossos lugares especiais em patrimônio, lugares cheios de emoções próprias como aquele banco de praça agora empoeirado, mas que outrora fora nosso espectador fiel, admirador das nossas juras de amor... Talvez eu não frequente mais aquele cinema da nossa cidade. Para muitos, existirá diversas opções de filmes em cartaz, para mim, bom... O gosto amargo de um adeus que eu não consigo assimilar. Uma filme romântico sem aquele final feliz tão esperado.
Onde foi que nós erramos?
Voltar para casa é como encontrar o livro que você se apaixonou pela leitura, desmarcado. Você sabe o quanto a leitura era gostosa, mas não lembra exatamente onde parou. Embora repetíssemos muitos capítulos, o gosto dos beijos, do carinho, era sempre diferente. Bastava abrir a porta da frente e logo tínhamos assunto de sobra para escrevermos em cada pedacinho desta casa, nossos tantos parágrafos de amor. Os lençóis sobre nossos corpos não anunciavam o fim do espetáculo... Protagonizamos uma história imensuravelmente apaixonante, e é devido a todas estas coisas que eu não sei como dizer adeus! Não sei como aceitar o fim.
Tornou-se quase um ritual meu sentar na varanda e esperar o "maldito" final feliz. Reflorestar nosso coração hoje tão deserto, revitalizar os caminhos dos nossos abraços, reconstruir nosso castelo de sonhos, hoje em ruínas...
Talvez você retome sua vida, escreva outras histórias, encontre um novo protagonista para suas histórias de amor, talvez eu me torne um figurante em tua vida, ou quem sabe nem isto. E se existe mesmo a possibilidade de se dizer adeus ao amor, permanecerei sentado no velho banco empoeirado da praça, esperando que você desaprenda a dizer adeus, como eu desaprendi viver só, desde que te conheci...
(Hámilson Carf)
#Textão_porque_sim 😌
VAI, AMOR, PODE IR
Pode ser quê; sei lá!
Algum dia desses
O sol volte a brilhar.
Pode ser que o mundo
De tão frio e profundo
Venha-me esquentar.
Um detalhe cruel que
Insiste; a paixão
Entregando-me o céu
Que já triste
Criou em meu peito a
Ilusão de te amar.
Pode ser que os pecados
D'um coração curvo-
Amargurado, do bem de
Quem for venha a florir...
De qualquer ser pode ser
De alegria o chorar,
E, indispensável, o luzir...
Vai, amor, pode ir!
Com fé, sei...
(Nilo Ribeiro)
Com fé, sei,
que Deus é poder,
que o milagre alcançarei,
que Deus me faz crer
com fé, sei,
que tudo é possível,
em oração me entregarei,
minha fé é invencível
com fé, sei,
que o milagre existe,
que Deus é o Rei,
que minha crença resiste
com fé, sei,
que a vida é bela,
na confiança me apossei,
que Deus se revela
com fé, sei,
que a dor suprime,
em Deus me apoiei,
pois Ele É sublime
é para você este carinho,
com prazer poetizei,
que Deus ilumine teu caminho,
é a minha ternura que confessei...
Se existe uma vantagem em ser cadeirante? não sei, mais sei que perdi a sensibilidade das pernas, mais aumentei a do coração.
Sei que ser amigo não é só passar a mão na cabeça, é falar a verdade algumas vezes, mas também não precisa afundar mais ainda a pessoa. Machuca. Saiba dosar.
"Vindo dos céus você chegou e me apresentou o tal do amor
O bem que me fez eu não sei descrever
Só quero estar junto de você
Um segundo, um minuto, um dia, um mês e se topar
A vida inteira talvez..."
"Eu não sei"
"Eu não posso"
"Eu não consigo"
Na maior parte das vezes quer dizer "Eu não quero". Decida fazer e verá que é mais capaz do que imagina.
Você me chama de linda,
eu vejo que não estou
Eu sei que o amor tem disso,
que sentimento é aceitável
A vida me mostrou que você
é a pessoa certa pra mim, te amo!
Shirlei Miriam de Souza
Para o algo que não sei...
a dor que fulgura é o que não se sente,
com o tempo, que o tempo mofa
as tenras carnes que me suportam
e se esvaindo os espasmos que a mocidade
trazia, e se acalmando a euforia,
e tudo correndo tão calmo
como rios secando.
a dor que fulgura é o que não sente
minha besta juventude desejar asas
das quais nunca terá , e assim gastar
sangue e suor, e não perceber que se as tens
voarás bens , mas até quando?
a dor que fulgura é entender que o cansaço
se faz mais que a morte,
que o corpo se distende sobre a alma
e a alma sobre o corpo,
e o teatro da tragédia se completa
duas coisas abraçadas,
no palco da existência, afagando
cada qual inclinado
no cansar à luta sem fim
ai de mim não sentir essa dor que não sinto,
tanto dói quanto mata esse absinto
de angustia sem fim .
cavo fundo
cavo
cavo
como a filosofia, como a vida
amo-te e tu parte algum dia ,
seja mãe , avó , pai madrinha
seja a amada minha
que nunca foi.
dói tanto essa dor que não se sente,
como repelente aos mosquitos que vivem,
e se matam de vida, com tanto sangue
tanta fartura existida.
não estou vivo como amante no sabor do calor desejado
nem morto como as insólitas criaturas do trem
ainda resta em mim um capim
em tempestade de areia
um abismo
molhando tudo ,
mas tudo em sua estranheza.
vivo , é o que importa
mas não basta , ainda viço a imaturidade,
ainda não desfalecei-me na ignorância de me preocupar
com as coisas que fazem as Desimportâncias
as sublimes coisas inúteis,
a beleza de Wilde.
ai dói-me esse espanto ,
mas o que me sara é ir contra
o não sentir , pois quero sangrar ,
quero ver-me vivo , e dizer a cristo
que sangro contigo por amar essa criação que sou
um absurdo contraditório
um demônio na pele de anjo
um anjo em pele de demônio
o filho que berra quando o pai determina o futuro
a escultura que medra o pavor no artista
de não saber por ande anda a forma.
aquilo que vive
a dor que fulgura em mim é a dor de não sentir.
mas ainda é dor ,
a velar para que a noite não venha.
Experiência
Eu tentei, errei? não sei , mas tentei.
Digo que persisti,resisti, sofri, mas ei,
Não me conformei. sucumbi, desfiei
O cosido ao que apetecia-me , engoda lei
De sina que prendia-me ,e voltei.
Senhor de minhas tranças, esperanças e sentenças.
Árduo de confianças ; balança sem dispensa.
Voltei...
Pois entre as perdas que segui ,
Perde-se só o que se é achado ,
E acha-se só o que se é perdido ,
Mas o que encontrei, não perdi.
Voltei...
Liberdade!
Sei lá, mas tenho a impressão de que o mundo está cheio de pessoas vazias e, talvez, eu até seja uma delas; mas pessoas vazias são chatas e me dão arrepios. Não julgo as pessoas pelo seu sobrenome, pelo seu carro, pelo que tem no bolso, pela sua cor e nem pelas suas preferências pessoais, porém, para mim, é fundamental a sua atitude diante da vida – gosto de pessoas que vieram para este mundo para somar e não subtrair, eu respeito os que multiplicam, mas sem causar divisões. Tiro o chapéu para quem é autêntico, vive a sua vida sem querer mudar a dos outros e encara a sua jornada aqui na Terra como uma dádiva Divina e tenta ser melhor a cada dia que passa!
Pedro Marcos
