Sei que Vou me Arrepender
Não sei se é saudade, tristeza ou um ódio vingativo, sei que a tua falta deixa um vazio perdido no silêncio jururu da minha solidão.
Grande amor, não me condene por não ser tua cobaia. Sei que o amor é forte, mas vencerei pela força da alma, não pela sorte.
Não sei se foi engano ou apenas o momento de viver por viver. Não questionamos aqueles dias turbulentos, onde aprendemos a lição. Talvez o que vivemos tenha sido só um engano, apenas viver por viver e nada mais.
Eu sei exatamente onde te encontrar: no olhar de desejos, no encanto da felicidade, no sonho mais bonito.
Eu sei o que está passando: depois de tudo, não há retorno para nós.
Os caminhos não vêm em nossa direção,
nem seguiremos por trilhas que nos levem de volta.
Somos fagulhas minúsculas,
que o tempo soprou para longe,
incapazes de se reunir,
E jamais formar de novo
as gotas de esperança adeus.
Se ontem foi bom, não sei afirmar — passou.
Amanhã é futuro, não há o que somar.
Tudo muda de repente:
amor, paixão, encontro e desunião.
O que posso dizer é que sigo em frente,
sem pressa de chegar.
Preparo meu coração,
fortaleço meu corpo,
acolho novas ideias,
e vou em busca de um novo amor,
para, enfim, ser feliz.
Não sei dizer se sou feliz ou não,
se ainda existe o amor em meu coração;
a saudade traz a velha dor
que eu não quero mais.
Se não sei onde estou, nenhum caminho pode ser seguro; todo trajeto parece um retorno quando se insiste em caminhar sobre as pegadas antigas.
Aquele que está quieto não está triste,
quem permanece parado não está doente.
Não sei se é ignorância ou mal-caratismo
julgar alguém por não ser igual a você.
As aparências enganam,
sobretudo quem vive apenas delas.
Não sei o motivo nem a razão pra estar com você.
Talvez seja o destino querendo me convencer.
Que o amor não precisa de lógica.
É só sentindo o coração bater que o amor está onde a gente está.
Eu sei que não me amas,
Mas tua aparência de inocência não me engana.
Não fui perfeito, nem desonesto,
Mas amar a mulher errada — não vale o protesto.
Tudo se perdeu num só instante,
A segurança do amor se fez distante
Mais uma vez,
Antecipei meus pedaços entre a dor e a fé.
Por trás da cortina, quem me amava
Tramava sonhos e esperava
Ver-me só, na solidão que restava.
Ainda assim, creio que o céu está comigo,
E que um barco bem remado encontra abrigo.
Retoma a rota, segue a jornada,
Na direção sonhada —
Sem jamais naufragar.
Eu não sei se tu lembras,
quando a tempestade chacoalhou nossas vidas —
vividas, adormecidas em memórias fúteis.
O nosso mundo, antes bonito e melhorado,
de repente estava devastado,
impróprio para reparos,
desbravado e distante de qualquer recomeço.
Eu sei a dor que insiste em se espalhar pelo corpo cansado, há uma chama que não se apaga: a esperança. Cada lágrima que cai carrega consigo a força de quem resiste, de quem não se entrega ao peso da derrota. O sofrimento pode tentar nos dobrar, mas não consegue arrancar a coragem que pulsa dentro de nós.
Amanhã pode trazer a cura, pode trazer o alívio, pode trazer o renascimento. E mesmo que o hoje seja árduo, é nele que se constrói a vitória do amanhã. Dias melhores virão, não como promessa vazia, mas como certeza de quem luta, de quem acredita, de quem se recusa a desistir.
O corpo pode fraquejar, mas o espírito é indestrutível. A dor é passageira, mas a superação é eterna.
Eu não sei bem o quanto as pessoas dizem,
nem decifro os delírios que habitam suas consciências.
Será que a ciência, com seu farol incansável,
ainda vai revelar algum mistério?
Uma parte de mim é pura consciência;
a outra, ciência que tenta me compreender.
No sim, nasce a certeza que acende o pensamento;
no não, repousa o silêncio que insiste em nos questionar.
Assim como as estrelas, que não revelam sua beleza
a quem não levanta os olhos para o alto.
Não sei o teu nome,
nem conheço o teu endereço.
És um enigma estranha que quebrou minha rotina,
um sopro de vertigem que me arranca da calma chacoalha meu silêncio.
Estranha sim, e ainda assim, mulher de fogo,
que me provoca, me desafia, me prende sem correntes.
Teu silêncio é convite, tua ausência é presença,
e em cada sombra tua eu encontro um abismo que me chama paraa felicidade.
Desejo-te sem mapa, sem regras, sem freios.
És a tentação que me arranca da razão,
a vertigem que me faz querer cair —
e cair em ti é liberdade.
Estou andando pela rua sem destino, sem direção.
Em algum momento, sei que preciso voltar para casa.
Mas antes mesmo de abrir a porta, uma insegurança
já pesa no meu peito.
A mente inquieta pergunta:
qual das mulheres estará lá, me esperando?
Será aquela mulher sensata,
que acolhe com carinho,
que entende meus silêncios
e enxerga quem eu realmente sou?
Ou será a outra —
a que chega como tempestade,
Estressada, descontrolada,
e transforma meus dias em tormento?
No fundo, essa dúvida revela mais do que quero admitir:
a verdade de nós se esconde nas escolhas que fazemos,
e na coragem de reconhecer
quem queremos ao nosso lado
e quem precisa ficar no passado.
Porque paz também é amor.
E amar, às vezes, é saber voltar para casa
sem medo do que vai encontrar.
Não sei o quê, que eu gosto mais em você
E nem porquê, que eu gosto tanto de você
Só sei dizer que eu não me canso de querer
Talvez teu cheiro, que eu desejo o dia inteiro
Eu viajo até no teu nome
Tornei-me outro homem depois de você
Creio que seja este teu jeito bonito
A maneira que você me olha
Não me deixa escolha, não me dá saída
Por você eu mudei minha vida
Pra estar com você
Eu mudo até de crença
Saber que você vai chegar
é a coisa mais legal que tem
Depois de você
Não vai haver mais ninguém.
Eu não sei escrever direito
Poema nem poesia
Se soubesse, faria pra ela
O melhor poema do dia
Minha mente tem duas metades
Uma delas eu usava
pra viver a vida
a outra pra pensar nela
Não havia neste Mundo
Nenhuma grade que me prendesse
Mas eu estava preso a ela
Por causa desse amor
Nunca fui bom em amor
Poesia e nem palavras
Agora vem aqui,
termina de esburacar meu peito
...escava
Aquele amor não existe mais
Era pouco pra você
Mas era tudo que ainda restava.
Não sei se estou me movendo pra frente. Sem querer percebo estar é no mesmo lugar.
Como quando criança assustada, esperando a tempestade passar.
E ela, passa!
