Segundo Minuto Hora dia Semana ano Eternidade
A VACA FOI PRO BREJO
Já tomei cachaça Pensando ser água
Num dia de ressaca
A Saudade de você quase me mata
A vaca foi pro brejo
É um mistério
E não me alivia
É uma agonia
O povo pergunta por te Quando me ver
E eu Não sei responder
Poque você me trocou
Nesse jogo eu sair perdedor
Perdi você perdi seu amor.
Já tomei cachaça Pensando ser água
Num dia de ressaca
A solidão não sara
Já tomei cachaça Pensando ser água
Num dia de ressaca
A saudade de você quase me mata
Poeta Antonio Luís
1:25 PM 23 de julho de 2016
ÁGUA DO RIO
Sei que um dia você vai lembrar
E vai dizer que foi feliz ao lado
Nesse dia vou estar longe
Hoje me escondo
Do amor que sinto por te
Mais sei que vai passar
Como a água do rio
Que não para se mover
Pra lá e cá
Estou eu querendo te deixar.
Foi amor hoje é só dúvida
Vou embora quero parar de brigar.
Se não me ama fique calada.
Poeta Antonio Luis
PERANTE DEUS
No dia que eu desisti
Eu estarei morto
Porque enquanto eu existir
Eu lutarei de novo.
Pedras no meu caminho sei que irão aparecer
Mais mais tenho fé em Deus que vou vencer
Eu não quero cair,se eu cair eu me levanto
Perante Deus poço ser santo.
Com fé em Deus vou adiante.
Minha glória vem do pai
Ele me amou ele é demais
Criou a mãe natureza
És uma beleza
Ele me deu a vida. Deu a você também
Não desista, você pode ir além
Em de Jesus poço conquista
Sonhos e fantasias
Vamos ser fiel a Deus todo dia.
Poeta Antonio Luis
Dica Valiosa:
Quer saber mais sobre os outros?
"Escolha um dia aleatório e tome atenção á reação dos outros, quando você não dá a utilidade do costume"
"Se um dia chegares á conclusão que foste injusto comigo, não precisas de pedir desculpa, devolve-me só o respeito."
Mesmo sendo imperfeito pregarei sobre aquele que é perfeito para que um dia eu seja mais parecido com ele...
" Você sabe que é minha prioridade, mas não sou a sua, e se um dia as coisas se inverterem como será? Mas isso nunca irá acontecer pois você "Sempre" será minha prioridade ..."
Fé de Encontro com o Axé
O dia em que fui à Umbanda foi um dia de encontro. Encontrei um sistema de crenças profundamente enraizado na cultura brasileira, erguido sobre pilares de caridade, humildade e amor. Ali, naquela roda que girava ao ritmo do sagrado, vi o sincretismo se manifestar de maneira harmoniosa, como flores de diferentes cores e fragrâncias em um mesmo campo. Todos os meus sentidos foram despertados. A adoração ali não era apenas uma experiência espiritual; tinha cheiro, gosto, ritmo e movimento. Uma fé com o toque de axé.
Deus ali transcende os nomes e, junto d’Ele, orixás e guias, tão próximos e benevolentes, desenham uma unidade misteriosa. Divindades se entrelaçam, criando uma tapeçaria vibrante de fé. Sob o olhar atento de santos e orixás, há um terreno comum, cada um representando facetas do divino. A Umbanda é inclusiva, uma fé que abraça a universalidade da busca espiritual.
Quando a gira começou, Iansã trouxe seus ventos, e senti a poeira subir como partículas de uma história que reverbera em nossos passos. Eu, testemunha respeitosa, tentava decifrar o significado daquele movimento que parecia maior do que os corpos que dançavam. Eles giravam — alguns em profunda conexão, outros em uma quietude contemplativa, mas todos entregues a algo que, como eles, eu ainda buscava compreender.
O ritmo se intensificou, como se a própria terra pulsasse sob os pés de quem dançava. Gritos e batuques se entrelaçaram em um ápice de energia, revelando algo que não se traduz, mas se sente. Não era um clímax de liberação, mas um convite ao entendimento profundo do que somos: seres que giram e se movem, talvez para não enfrentar o silêncio ou o vazio. Na Umbanda, compreendi que o movimento é mais do que deslocamento; é a vida que persiste, é axé, a energia sagrada que demanda renovação.
Junto deles, entendi que, na dança da vida, parar é perder a conexão. Cada movimento se torna a prova de que somos mais do que corpos; somos esperança que não descansa. E, quando o ritmo acalma, somos um com a roda, com o vento, com o mistério. Quem entende o axé sabe: é preciso continuar a girar. Só assim haverá renovação, pois é o movimento que traz a mudança, a melhora.
Dois de novembro
No silêncio íntimo que invade o Dia de Finados, a saudade se debruça. Ela não tem pressa, é senhora do seu próprio compasso. É o dia em que a ausência brinca de ser presença, quando os que partiram voltam, não em carne, mas em sopro, como se sempre estivessem apenas a um afago de distância.
Os túmulos não mentem. São declarações sem palavras de que o que foi vivido realmente existiu, confessando com a solidez do mármore que a vida é frágil e que o tempo é um rascunho rabiscado à pressa. Cada nome entalhado ascende, não como uma mera inscrição, mas como um feitiço sussurrado entre as frestas do esquecimento.
Nem toda ausência é tratada pelo tempo. O tempo não se compromete com permanências. Passa por nós sem desculpas, sem aviso, sem oferecer alívio. Quando alguém que amamos morre, morre também uma versão nossa. Deixamos de existir daquele jeito. É como ter sua casa assaltada por uma ausência. Por isso, não se deve apressar a dor de ninguém. No luto, não se questiona o amor por quem partiu. No luto, deixamos de nos amar, e voltar ao amor próprio demora. Deixe a pessoa doer.
O luto não passa; somos nós que passamos por ele. É um caminho de fragilidades. Não há como sair de uma dor caminhando. Precisamos engatinhar até voltar a firmar os pés novamente. E demora até que essa dor vire saudade. Demora até que essa saudade vire gratidão. A dor é solitária, e você tem todo o direito ao seu luto, mesmo depois da licença do outro acabar. Cada um tem seu tempo de digestão.
No murmúrio de uma prece, na chama vacilante de uma vela, reside a certeza de que, do outro lado do mistério, alguém sorri — os eternos hóspedes da eternidade. Hoje, flores são depositadas por mãos trêmulas de emoção. Mas não é o frescor das pétalas que importa, e sim o gesto. É flor de ir embora. É uma homenagem ao laço que nem a morte é capaz de desfazer.
O dia 14 de maio
Acordei, no dia 14 de maio, esperançoso de auroras resplandecentes. Liberto, sim, mas ainda preso. Meu nome, outrora oculto nas sombras da escravidão, ansiava por um reconhecimento que jamais parecia chegar. Caminhei pelas ruas, indiferentes à minha nova condição de homem livre. A liberdade, dizem, é a mais preciosa das conquistas; todavia, ela se apresentava como uma dama esquiva, vestida de promessas que não se cumpriam.
Eu, que trazia a senzala na alma, vi-me entre o cortiço e a favela. Estes novos lares eram apenas novas formas de cativeiro, onde as correntes invisíveis da miséria continuavam a me atar à dura realidade. Subi as encostas na esperança de um dia descer, mas a promessa de descida era tão ilusória quanto a liberdade conquistada na véspera. Sem nome, sem identidade, sem retrato, eu era um espectro vivo; do lema da bandeira, conheci apenas as vielas do progresso.
No dia 14 de maio, ninguém me deu bola. Tornei-me mestre na arte da sobrevivência, fazendo do trabalho árduo meu sustento em um campo onde o futuro se mostrava tão incerto quanto o destino dos muitos que, como eu, foram libertos na letra, mas não na vida. A escola, um sonho distante, fechava suas portas, negando-me a instrução necessária para ascender aos degraus da dignidade.
Minha alma, contudo, resistia. Meu corpo, acostumado à luta, sabia que o bom, o justo, também deveriam ser meus. A certeza de minha própria existência, de minha identidade, tornou-se a âncora que me impedia de sucumbir às tempestades da indiferença. Mudanças só nos anos; sinto que ainda vivo no dia seguinte à abolição.
Mundo Azul
Ele caminha devagar na calçada,
como quem mede o peso do dia.
Apressados tropeçam nele,
mas ele nunca tropeça
na pressa do mundo.
Disseram que era estranho,
porque via o mundo por ângulos tortos.
Que culpa tem um espírito sensível,
se a sociedade se crê reta demais
para enxergar a beleza do desvio?
No intervalo entre duas palavras,
ele enxerga um poema inteiro.
No espaço entre um toque e outro,
ele sente tudo o que existe.
A falta de respostas assusta os outros,
mas o silêncio dele não é vácuo: é morada.
Ali dentro, onde poucos chegam,
há um universo à espera de tradução.
Sonho com um dia
sem pressa.
Eu, meu filho, uma praça...
deitados olhando figuras de nuvens
sorrimos.
Inspirados por ipês amarelos
florescemos. E como eles
sem ligar para a pressão das estações
vamos criando nossas próprias primaveras.
Sonho com um dia
sem pressa.
Eu e meu filho
Sorrindo...
e o tempo não tendo poder sobre nós.
No nosso dia a dia encontramos muitos escorpiões ferrosos e cobras venenosas que na sua aparência tem um forma de gente, mas que na sua essência tem um conteúdo bastante tóxico.
Poema: Felicidade
"Estava um dia triste,
mas de repente algo apareceu,
tão lindo e reluzente, tomou conta do céu.
O brilho do sol refletia nos teus olhos,
um doce brilho tu escondias da vida.
Já não eras aquela doce menina.
O tempo, passou e a vida continuou,
em teus passos a te seguir, sempre estava ali.
Entre caminhos obscuros viam-se junto as tuas lágrimas...
Que caíam sempre as madrugadas.
Eu, as via as tuas lágrimas,
sempre com tristeza e desprezada,
ao amanhecer do dia quando o sol surgia,
a tristeza ia, a alegria nascia.
Já dava-se para notar a esperança em teu olhar,
começando acrescer e a se renovar.
Eu já não via um triste olhar,
Perdido dentro de ti a vagar.
Não me lembravas mais uma menina triste,
hoje, tu és a dona da verdade.
Eu vejo o teu sorriso em vários lugares,
em cada rua, em cada face...
Teu Cujo nome felicidade."
Campina Grande-PB. 07/05/13.
"Tu não sabes o quanto me dói quando me falas, com o silêncio. Mas um dia tu irá me responder, e farei diferente irei até tu com doces palavras... Alegra-te."
- Relacionados
- 67 frases de bom dia especial para acordar com o pé direito ☀️
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
- Frases de aniversário para dar os parabéns (e tornar o dia mais feliz)
- Frases de Dia das Crianças para comemorar com muita alegria
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
- Poemas para o Dia dos Pais (versos de carinho e gratidão)
