Segundo Minuto Hora dia Semana ano Eternidade

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(Roxo por inteiro) 02/12/24

Onde se encontram os versos que um dia foram coloridos?

Por onde anda o poeta que foi enquelino ?

Uma resposta em branco, quase cinza, sem vírgulas, sem pontos e nem linhas. Preto, o que mais se aproxima.

Copos vazios, espelhos embaçados, resíduos dum carrossel que já foi animado, a fuligem, sobras do passado.

Relaxado por aí, vivendo o cotidiano um sorriso quase verdadeiro, que serve para os curiosos como engano.

O amor que agora é desejo, um fogo que agora é gelo. Uma japa linda, que só falta dar uns beijos.

Desculpa, Morfeu, nem azul nem vermelho, roxo por inteiro.

Verdade ou ignorância? Estranhamente ambas.

Adner Fabricio

“Somos forasteiros em um mundo que não nos pertence. Quando o último dia chegar, não haverá tesouro capaz de acompanhar nossos passos; tudo ficará. Mas as lembranças que deixamos, estas, sim, terão força para atravessar os anos. Cada gesto, cada escolha, cada renúncia feita em nome do outro ergue uma ponte entre a nossa finitude e a eternidade da memória humana. Nada levaremos, mas podemos deixar marcas que nenhum esquecimento apagará"

"A vida não conhece retorno. Cada idade é única, cada dia é irrepetível, cada oportunidade nasce e se consome no instante em que passa. O tempo não se detém para que o homem refaça seus passos. Ele segue silencioso e inexorável, transformando o presente em memória. Por isso, viver com sabedoria não é desejar o passado nem esperar indefinidamente o futuro, mas acolher o momento que nos é dado, como quem reconhece que a existência se cumpre no instante vivido com consciência. O que deixamos escapar não volta e o que vivemos com inteireza torna-se parte da nossa eternidade interior."

Se o dia foi pesado e lhe roubou a paz, ao entardecer ainda agradeça. Vencer nem sempre é ter dias perfeitos, mas encontrar forças para continuar. O amanhã sempre traz novas possibilidades para quem mantém a fé acesa no coração.

Dia 24 e 25 de Maio, Dia de Santa Sara Kali, Salve Santa Sarah Kali, padroeira da nação Rom espalhada pelo mundo. Que por sua generosa graça, interceda e ajude nos ao maior reconhecimento, de nossa cultura ancestral e nosso dialeto, nosso direito de existência e respeito universal por resistência e fé e que o mundo e a ONU, procedam em tempo a devolução de nossa terra original, para união de todos os clãs em convivência pacifica a caminho da prosperidade de nosso povo, na liberdade para nossas próximas gerações, dentro do foi a nos a tanto tempo prometida.

Cada dia difícil é ressignificado. Com Jesus, o fardo vira lição e o sofrimento se transforma em sabedoria para a caminhada.

A revolução começa no dia em que você assina o decreto de perdão para si mesmo.

O dia chuvoso tem o poder alquímico de lavar a poeira da alma que a luz do sol insiste em manter visível.

A insônia é o relógio biológico que se nega a aceitar o fim de mais um dia.

Há dias em que a única terapia é um banho quente, dissolvendo o peso que o dia insiste em deixar na pele.

A poesia da vida reside nos detalhes que a pressa do dia a dia transforma em borrões.

Acordo com a pleura aberta para o dia, como quem mantém janelas quebradas por coragem. A dor assenta à mesa e pede licença para ficar. Eu respondo com silêncio, porque o silêncio é o único remédio que conheço. E ainda assim, sorrio, não por esquecer, mas por aceitar o corte.

O dia em que você decidiu que o medo não ditaria mais sua agenda foi o dia em que assinou o contrato com a liberdade. Não fuja do fogo, ele está forjando a sua lenda.

Vivemos acorrentados ao que já sabemos. O dia em que você disser "Eu sei de tudo" é o dia em que você parou de viver, começou a estagnar.

Fé não é salto, é costura: remendo por remendo, dia após dia. Não prometo milagres, prometo presença, um gesto raso que salva. Nos momentos em que falta chão, seguro tua mão como um prego, e juntos improvisamos um caminho em tábuas trêmulas.

A noite guarda segredos que o dia não entende. Ela tem diplomacia de quem aceita contradições. Sento-me à sua mesa e aceito seu cardápio. Alguns pratos são amargos, outros, surpreendentemente doces. E eu como tudo com fome de entender.

Há coisas que só a madrugada me permite dizer. Às vezes confesso medos que o dia ocultou. A escuridão é confidente que não julga. Depois, engulo as palavras e levo o resto comigo. Mas sempre alguma verdade ficou mais leve.

Performance de normalidade: dou bom dia, sorrio no tempo certo e respondo com polidez, enquanto por dentro, tudo desaba em silêncio.

Meu maior receio é a domesticação da dor, o dia em que eu parar de estranhá-la e passar a chamá-la de rotina.

Nas madrugadas, as máscaras descansam. Sou apenas eu, meu cansaço e a verdade crua que o dia não suportaria ver.