Segundo Minuto Hora dia Semana ano Eternidade
Ocitocina (Carta a Cura)
Eu sinto a sua falta todos os dias. A cada segundo, desejo que estivesse aqui. Queria olhar nos seus olhos e dizer toda a verdade, me colocar por inteira, nua, crua, com a alma exposta, mas a vida não é tão gentil, e a complexidade do invisível escaneia o presente.
Naqueles textos, cartas como biblias, me lancei em tuas mãos, mas nunca sequer as enviei. Queria poder falar daquilo que não posso, da dor, da cura, do passado e do antes. Revelar de uma vez por todas, olhando nos seus olhos, absolutamente tudo, fingindo não tremer e gaguejar pelo medo de estar em frente a alguém que tem o poder de me curar e destruir, partindo em trilhões de cacos com uma única palavra. Totalmente vulnerável, sem poder prever o futuro, vou ao abismo perguntar se na escuridão poderemos nos reencontrar.
Se houvesse só um pedido a realizar, pediria para ser, ao menos, como antes. Pra ser novamente um ombro seguro para o seu pranto. Ser capaz de tirar a sua dor, e me curar na tua presença. Deixar o inverno para trás e te levar ao nascer do Sol, ainda que ele me queime em sua radiação. Queria te dar aquilo que nunca tive, mas sempre busquei, e sei que busca também. Te segurar firme nos dias mais difíceis, secar seus olhos e dividir contigo seja qual for preço. Te levar a paz e risadas das minhas besteiras e pensamentos excessivos tão exclusivos. Te daria o mundo inteiro, junto ao sol, à lua e às estrelas, se pudesse.
Por fim, esses textos ridículos, infinitos textos ridículos, são apenas para dizer o quanto sinto e não posso conter. O quanto dói não te ter. O quanto destrói não poder te ajudar. O quanto cada segundo longe de você é como uma faca cravada no coração da minha alma.
Realmente, eles têm razão ao dizer. Cartas de amor são ridículas, e o ridículo foi muito do que te dei, mas mesmo na dor, não me arrependo de um segundo disso. Se pudesse voltar, não digo que faria o mesmo, porque buscaria consertar os meus erros, então, se só pudesse mudar o quanto senti, novamente viveria toda essa dor, só para reviver cada segundo com você, e se houvesse uma lembrança onde, ao escolher, viveria para sempre, por toda a eternidade em um único momento, seria a noite onde descobri como é sentir algo para o que ainda não inventaram uma palavra, e seria a mais feliz vivendo nesse looping, como se fosse um paraíso.
Quando foi que nos perdemos? O que eu fiz? O que fizemos? Sua beleza é a visão que procuro quando mais preciso de algo bonito para ver. Sua presença é overdose de ocitocina, cura emocional, espiritual e física. Sua voz é a melodia mais bonita em minha mente e ouvidos. Sua distância é o veneno que mata gradativamente a minha luz, levando o brilho que já não existia mais, até que apareceu dez anos atrás.
Você é a cura, a ocitocina. A musa de centenas de músicas. Nunca esqueça do quanto é. Sua luz e sombra nunca me assustaram, mas o quanto sinto e o poder disso, sempre me faz tremer ao seu lado, por me tornar tão frágil. Por saber que o meu ponto fraco sempre foi e será você.
Não quero mais fingir. Não quero meias verdades, e definitivamente não quero mentiras. Tudo o que eu queria era você, do jeito que fosse, contanto que fosse o que realmente quer também. Eu não quero e nunca quis ser uma nova prisão pra você.
Eu preciso de você, e se for um crime dizer isso nos dias modernos, não ligo, e o mundo pode até me condenar, mas eu realmente preciso de você. Você é tudo pra mim.
Com você descobri que a minha Verdadeira Vontade, acima de tudo, sempre foi você. É o meu amor ágape, e desejo que seja feliz, mesmo que longe de mim, enquanto rogo aos deuses que queira seguir ao meu lado. Pior do que estar sem você, seria ser um fardo que carregasse.
Jamais quis te obrigar a nada. Nunca quis ser uma obrigação, apenas estar mais perto. Ser um porto seguro, como antes. Sentir aquela alegria que não deixava nenhuma dor me derrubar, e te ajudar, nem fosse ficando sozinhas juntas no silêncio, caso não soubesse como explicar, ou não quisesse, e poder, ao menos, amenizar a tua dor, ser um conforto, e provar que jamais estará sozinha, porque de um jeito ou de outro, nunca iria te deixar. Jamais poderia te abandonar. Jamais te deixaria sozinha! Você é a minha melodia, a inspiração de tudo o que já fiz, e o amor de todas as minhas vidas.
A vida é tão incerta, há tanto horror lá fora, e sempre tenho medo e peço aos deuses que cuidem de você, já que agora, só assim posso fazer isso. E eu te prometo, um dia tudo isso fará algum sentido.
Obrigada pela luz e pela cura. Obrigada por me fazer sentir algo tão inominável e incrível. Me ensinar a dualidade em sua máxima potência. Por me transformar em alguém melhor, mesmo com meus inúmeros defeitos e estranheza, ainda que tenha me perdido por um tempo. Te agradeço por ter me dado a vida, quando a luz em mim havia se apagado, e me manter nessa prisão, chamada vida, se tornava impossível.
Obrigada por me ensinar sobre o amor mais profundo e perigoso, tão capaz de curar quanto de destruir, assim como o fogo que aquece, mas também queima, e que me fez, pela primeira vez, querer que houvesse mais dias e noites. Talvez nunca saiba, porque palavras são insuficientes, mas você sempre foi o motivo. A cura.
Te quero livre, e queria voar ao seu lado. Que me chamasse para ir contigo, e te mostrar as maravilhas e loucuras do meu pequeno e insano mundo. Que aqui tivéssemos o final pelo qual lutamos tanto, e pelo qual viemos a esse mundo. Você é a minha luz e sombra. O remédio que a medicina nunca encontrou, e o fel ao partir meu coração em mil pedacinhos.
Eu te amo há milênios, e seguirei amando com ou sem você. Queria que conhecesse quem sou agora. Quem me tornei. Que, talvez assim, pudesse finalmente me entender, e a verdade é que, para te ver, se eu soubesse que também quer, largaria tudo só para ficar com você, nem que fossem somente cinco minutos.
Por você, moraria dentro dos meus sonhos, só para poder te encontrar todas as vezes que fosse dormir. E ao acordar, te vejo sempre, ao fechar os olhos, ao sair de casa, ao deitar na cama, respirar, ouvir uma canção de amor... ao viver bons ou terríveis momentos, só penso em te encontrar. Queria viver nos meus sonhos, se essa for a única forma de vê-la, estar contigo, e te ouvir falando sobre o seu dia, os problemas, enquanto aprecio a beleza do seu rosto, da sua alma e do seu sorriso, me tirando e entregando toda a paz de que preciso.
- Marcela Lobato
Eu só quero todo o tempo que tiver.
Não quero desperdiçar um segundo onde você possa estar.
Quero estar aqui, segurar sua mão.
Ser melhor por mim, e também por ti
Ainda que não tenha tudo o que queria
A sua presença alegra mesmo os piores dias
O que eu daria para tê-la tão perto...
Para estar e ser o maior bem que puder
Ser o melhor para ti
E nunca te deixar sozinha
Mesmo que de longe , sempre estarei com você
Tenho medo de te chatear
De perder o controle, e chorar
De deixar o ego falar
Mas o que sinto sempre foi amor
Nessa, e em todas as nossas vidas
Você é tudo o que eu sempre quis.
O que mais quero e preciso.
Jamais aceitaria ser outra prisão pra você.
Então olha pra mim, olhe no fundo dos meus olhos
Veja o portal da minha alma
Sinta o que meu coração batendo
Ouça o que ele tem a dizer
E então, finalmente diga
O que vê, e o que eles te dizem?
Não me deixa só
Mas se tiver que ir, então venha e vá depois
Mas sempre que sentir, volte.
Se precisar, sempre estarei aqui.
Você é única, e a única pra mim
Nada é mais importante do que a sua alegria
Poder vê-la feliz
E se eu não puder te fazer feliz
Não te farei ficar
Porque acima de tudo, te quero isso mais que tudo
Mesmo que a sua felicidade possa custar a minha
Porque eu te amo, e nunca parei de te amar.
Porque eu te amo, e vou te amar até o mundo acabar.
Porque eu sempre vou te amar!
Porque eu te amei em todas as nossas vidas
E te amarei em todas as nossas próximas.
- Marcela Lobato
"Segundo estudos feitos por mim mesma. Eu preciso me distanciar de pessoas tóxicas para não denegrir minha imagem sensata."
─By Coelhinha
O amor e a cura formam um lindo casal, enquanto o primeiro resguarda nosso íntimo, o segundo toca nossa alma
Todos os testemunhos importam, mas nenhum é tão eloquente quanto viver segundo a vontade do nosso Pai Amado.
Pois, cada história carrega marcas de superação, aprendizados e cicatrizes que se transformaram em lições.
Há beleza nas palavras que relatam milagres, nas lágrimas que narram livramentos e nas vozes que proclamam gratidão.
Testemunhar é compartilhar a jornada da fé, é permitir que outros encontrem esperança nos caminhos que já atravessamos.
Ainda assim, há uma forma de testemunho que dispensa discursos longos e não depende de plateias atentas.
Viver segundo a vontade do nosso Pai Amado é o testemunho que fala no silêncio das atitudes, na coerência entre o que se crê e o que se pratica.
É quando a fé deixa de ser apenas palavra e passa a ser postura; quando a oração ultrapassa os lábios e encontra morada nas escolhas diárias.
Quem busca viver assim transforma pequenos gestos em pregações vivas, espalha cuidados sem alardes e oferece amor sem cobrar reconhecimento.
Porque o testemunho mais eloquente não é aquele que emociona por alguns instantes, mas o que inspira pelo exemplo constante.
É a vida que, mesmo diante das tempestades, insiste em confiar; que, mesmo ferida, escolhe perdoar; que, mesmo cansada, continua servindo.
No fim, talvez as pessoas esqueçam o que ouviram dizer sobre Deus, mas dificilmente esquecerão o que enxergaram de Deus em nossas Ações e Reações.
... não julgar,
segundo a filosofia cristã,
é priorizar e viver a melhor fatia
daquilo que dedicados, espontâneos,
naturalmente expressamos: nosso
discernimento e relevância
como espíritos!
... segundo Saramago,
o ato de convencer revela-se um
deplorável sequestro de competências,
considerando que, cumpre a cada um
de nós despertar e viver o que
nos compete!
Já reparou que o diabo tem um gosto excelente? Segundo os crentes, ele inventou o rock, o comunismo, o prazer e o pensamento crítico. Se tudo o que é bom é dele, o céu deve ser um tédio insuportável.
A ARQUITETURA MORAL DO UNIVERSO SEGUNDO A GÊNESE.
O trecho apresentado de A Gênese, capítulo terceiro, constitui uma das mais rigorosas formulações da teodiceia espírita, isto é, a tentativa de justificar racionalmente a existência do mal sem macular a perfeição divina. A exposição é progressiva, lógica e profundamente coerente com os princípios da filosofia espiritualista.
No primeiro movimento, estabelece-se um axioma metafísico inabalável. Deus, sendo a causa primária de todas as coisas, possui atributos absolutos de sabedoria, justiça e bondade. Dessa premissa decorre uma consequência inevitável. Aquilo que emana de Deus não pode contradizer tais atributos. Logo, o mal não pode ter origem direta no princípio divino. Trata-se de uma exclusão ontológica, não apenas moral.
No segundo momento, a obra desmonta a hipótese dualista, presente em tradições como o zoroastrismo, que postula uma entidade rival do bem, como Arimã. Se tal ser fosse equivalente a Deus, haveria um conflito eterno de forças, o que contradiria a harmonia observável no cosmos. Se fosse inferior, dependeria de Deus, o que implicaria que o próprio Criador teria gerado o mal. Ambas as hipóteses colapsam diante da lógica da unidade divina.
A terceira etapa introduz uma distinção essencial. O mal existe, mas não como princípio absoluto. Ele se manifesta em duas categorias. Os males inevitáveis, ligados às leis naturais, e os males evitáveis, derivados da ação humana. Aqui se insinua uma epistemologia da limitação. O homem julga o universo a partir de sua perspectiva restrita e frequentemente interpreta como injusto aquilo que, em um plano mais amplo, participa de uma ordem sábia e finalística.
No quarto e quinto pontos, surge uma visão profundamente progressista da existência. O sofrimento, longe de ser um castigo arbitrário, funciona como instrumento pedagógico. A dor estimula o desenvolvimento da inteligência e das faculdades morais. Sem a resistência das dificuldades, o espírito permaneceria inerte, incapaz de invenção ou superação. A adversidade converte-se, assim, em motor do progresso.
O sexto item aprofunda a responsabilidade humana. A maior parte dos males não provém da natureza, mas das imperfeições morais do próprio homem. Orgulho, egoísmo e ambição desordenada são as verdadeiras fontes das guerras, das injustiças e das enfermidades sociais. A lei divina, inscrita na consciência, oferece orientação suficiente. A transgressão é sempre fruto do livre-arbítrio.
No sétimo ponto, revela-se um princípio de extraordinária elevação moral. Deus faz com que o próprio mal produza o bem. O sofrimento excessivo conduz à saturação moral e impele o espírito à transformação. Trata-se de uma dialética ética em que o erro, longe de ser definitivo, torna-se ocasião de aprendizado.
O oitavo item apresenta uma definição clássica e filosófica do mal. Ele não possui substância própria. É a ausência do bem, assim como o frio é ausência de calor. Essa concepção aproxima-se de tradições metafísicas antigas, nas quais o mal é entendido como privação e não como entidade. Dessa forma, elimina-se qualquer noção de dualismo ontológico.
Nos itens finais, a análise torna-se mais psicológica e antropológica. O mal encontra sua raiz no instinto de conservação, necessário nas fases primitivas da evolução. As paixões, em si mesmas, não são más. Elas são instrumentos naturais. O problema reside no abuso e na desproporção. Aquilo que é útil em um estágio torna-se prejudicial em outro. Surge então a ideia de relatividade moral, ajustada ao grau de desenvolvimento do espírito.
A nota atribuída a Allan Kardec sintetiza essa visão com precisão. O espírito não foi criado perfeito. A perfeição é conquista. O livre-arbítrio é condição indispensável para que o mérito exista. Sem possibilidade de erro, não haveria virtude autêntica.
Síntese conclusiva
O mal, nesta estrutura doutrinária, não é uma criação divina nem uma força autônoma. É um fenômeno transitório, decorrente da imperfeição e da ignorância do espírito em evolução. Sua existência não contradiz Deus, antes confirma a pedagogia cósmica que conduz, por vias muitas vezes dolorosas, ao aperfeiçoamento gradual.
A responsabilidade, portanto, desloca-se do Criador para a criatura. E é precisamente nesse deslocamento que reside a dignidade humana. Pois se o homem é capaz de produzir o mal, também é capaz de superá-lo, elevando-se, por esforço próprio, à harmonia com as leis eternas que regem o universo.
Se desejar, posso aprofundar a análise sob três vertentes. Filosófica comparada, confrontando com outras tradições. Psicológica, examinando as paixões e o inconsciente moral. Ou estritamente espírita, articulando com O Evangelho Segundo o Espiritismo e O Céu e o Inferno.
Não cedo minha escada a quem quer que seja, pois ela é única, personificada para cada um segundo suas jornadas e suas aspirações. No entanto, procuro ajudar a qualquer um, subir o primeiro degrau de suas escadas, que terá a altura e as dificuldades contidas em sua própria vida, em seu espirito e seu coração.
" Segundo Sêneca, em Cartas a Lucílio, “não é livre aquele que se inquieta por conservar o que teme perder.” Essa inquietude é a espada invisível de todos os que constroem sua paz naquilo que não depende de si: riquezas, status, controle, aprovação. O que Dâmocles aprende não é apenas o medo, mas a urgência de renunciar ao ilusório em nome da serenidade. "
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.
A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?
A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.
A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.
A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.
Coxinha
A Coxinha nasceu
soberana e eu não sabia,
Segundo uma lenda,
a Coxinha foi criada
para o filho da Princesa,
Por amar com ou sem
requeijão não é exagero
dedicar uma poesia
a amada Coxinha com paixão.
“O tempo é o mestre que ensina sem falar, e Deus é o dono de cada segundo. Assim devemos ser: pacientes com o tempo de espera e sábios com o tempo de agir. Nada acontece antes do momento certo e nada se atrasa quando está nas mãos do Criador. Valorizar o tempo é entender que cada estação da alma tem a sua beleza e o seu aprendizado. Confie no relógio do céu.”
Lúciareflexões&Vida
"O primeiro passo para enriquecer é reconhecer que é pobre; o segundo passo para se tornar sábio é reconhecer que é ignorante."
Riqueza trilionária segundo Deus não é ostentação, é multiplicação para servir, investir e transformar vidas.
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