Segredo
Diziam os antigos: o segredo da vida é viver um dia por vez, sem se perder nas sombras do ontem nem correr à frente do amanhã...
Os antigos costumavam dizer: o segredo da vida está em viver um dia de cada vez — sem se deixar arrastar pelas sombras do ontem, nem se precipitar nas promessas do amanhã...
O segredo é simples: Deus antes, Deus no meio, Deus no fim. E tudo que é impossível se transforma em milagre inesperado."
O segredo da paixão tem um toque mágico, mas quando revelado torna-se uma aberração aos olhos da razão.
Chorar é bom para aliviar o peso do fardo espiritual. Todavia faça isso no segredo da noite reerguendo-se na fagulha de um Novo Dia.
Que você possa usufruir de tudo que já tem.
Que valorize quem realmente lhe quer bem.
O segredo é saber dar valor ao que se tem e a quem lhe faz bem. Isso é o que dá sentido a vida.
"O "segredo" da mudança
e transformação
não está nos braços ou nos pés,
mas na
constância da renovação da sua mente."
by Rm 12.2
Sou um segredo a ser desvendado,
tenho as minhas barreiras,
mas sem armadilhas,
posso ser fortaleza
alimentando a tua existência,
às vezes, sou imaturo,
depende do momento,
tempos e temporadas,
tenho meus pontos de equilíbrios
onde a maturidade encontra morada,
se tiveres paciência e fores determinada,
poderás usufruir das minhas qualidades,
apesar das minhas falhas.
“O segredo para vender online é entender o que impulsiona seus clientes e alinhar-se a isso.” – Jill Konrath
POESIA DO PÃO
I.
O pão não nasce pão, nasce segredo enterrado.
Trigo que dormia no escuro úmido da terra,
sonhando com sóis que nunca viu.
Até que um dia a casca se rompe,
e a pequena morte do grão
vira haste verde apontando para o alto:
primeira alquimia.
II.
Depois, ceifa.
Foice que separa o joio do alimento,
como a vida que nos corta em pedaços
e chama isso de escolha.
Mas no moinho, tudo vira pó igual.
Farinha branca
memória do campo inteiro reduzida a poema simples.
Segunda alquimia.
III.
Água e sal, mãos que amassam o tempo.
O fermento é espírito invisível
que incha a massa com hálito de vida.
Aqui, no repouso úmido da tigela,
o pão pensa.
Sabe que está para ser
mais do que era.
Terceira alquimia.
IV.
O forno.
Calor que não destrói
transfigura.
A massa torna-se corpo
com crosta dourada,
com miolo que guarda o vapor
como alma guarda mistérios.
Quarta alquimia.
V.
E então, as mãos humanas.
O partir.
O lado direito e o lado esquerdo
nunca se separam verdadeiramente
apenas se revelam.
Como você e eu, irmão,
somos faces do mesmo alimento
diante do mesmo fogo.
VI.
Ao comer, você ingere:
nuvem que chorou sobre o campo,
sol que desceu ao caule,
homem que colheu com fome,
mulher que amassou com canção.
O pão é uma oração sem palavras,
um amém mastigável.
VII.
E quando oferecer seu pedaço,
lembre:
você não está dando parte de algo.
Está dando algo inteiro
em forma parcial.
Porque a generosidade
é a única matemática
onde 1 + 1
sempre resulta em um.
VIII.
Assim, ao partir seu pão hoje,
faça silêncio.
Sinta o campo morfogênico
de todas as refeições já compartilhadas
ressonando em suas mãos.
Você não está sozinho à mesa.
Está sentado com todos os famintos
e todos os saciados,
com todos que um dia entenderam:
partir é só um jeito de multiplicar presenças.
Somos pão antes da faca,
trigo antes da foice,
grão antes da terra.
Unidade que se divide
só para se encontrar de novo
na boca do mundo
faminto de significado.
Nos momentos de incerteza, a pausa reflexiva guarda os planos em segredo, preparando decisões irrevogáveis que impulsionam para frente sem volta. Essa força interna transforma dúvida em determinação, ecoando a essência de superação.
Não peço volta,
nem promessa,
nem resposta.
Carrego o silêncio,
como quem guarda um segredo precioso
na dobra mais discreta da memória.
Como ausência que se foi,
A distância se desfaz,
mas também és luz que insiste
em iluminar meus dias.
E assim sigo,
sem esperar,
sem cobrar,
apenas sentindo a liberdade longe vindo para perto.
Sigo fazendo minha parte e esperando o momento certo para angariar as oportunidades. O segredo é estar preparada.
Entre dedos e suspiros,
me encontro inteira,
como quem abre lentamente
as cortinas de um segredo antigo.
A pele desperta em ondas,
cada toque acende um desejo,
um fogo íntimo que dança,
ardendo sem testemunhas.
Descubro templo e oferenda,
minha respiração descompassa,
o ventre vibra em silêncio,
num canto só meu,
um hino ao prazer sem culpa.
Ali, no silencio dos meus pensamentos,
me sinto por inteira,
me amo no ritmo da própria sede,
aprendendo que o êxtase
mora dentro de mim,
e que o corpo é universo,
e que sou dona de mim.
