Se Voce quer Entao que Seja assim
Assim caminha a amizade
espalhando... paz, gentileza, amor...
e conquistando os mais lindos sorrisos!
Pontes da liberdade
Me jogaram Pedras, construí uma ponte, assim, posso ir além, desafiar os meus limites e conquistar lugares inalcançáveis.
Quando você cria muros é você que fica preso.
“Mais fácil é para o homem carnal, ser quem ele é, que deixar de ser assim. Porque para tornar-se espiritual, requer sacrifícios…”
Ney Paula B.
Há sempre um motivo para ter confiança.
Assim como a abelha confia na flor, confie no tempo, no cuidado e na vida.
Dias melhores virão.
Força, coragem e fé para seguir em frente.
Você não está sozinho.
Estamos com você!
Há sempre um motivo para ter confiança.
Assim como o gato enfrenta cada dia com serenidade e coragem, você também é mais forte do que imagina.
Dias melhores virão.
Força, coragem e fé para seguir em frente.
Você não está sozinho.
Estamos com você!
QUANDO A RIQUEZA ENCONTRA A HUMANIDADE
O homem pode possuir muitas coisas e, ainda assim, ser pobre de espírito.
Pode encher sua casa de riquezas e deixar vazia a morada do coração.
Por isso, quando Jesus disse ao homem rico que vendesse seus bens e os repartisse com os pobres, talvez não estivesse apenas falando sobre aquilo que ele possuía.
Estava revelando aquilo que o possuía.
Pois não é a riqueza que prende o homem, mas o apego àquilo que ele chama de seu.
Aquele que possui e não reparte torna-se servo daquilo que acumulou.
Aquele que possui e sabe repartir transforma a posse em serviço.
Que valor tem o ouro diante da fome de uma criança?
Que valor tem uma grande casa quando alguém dorme sem abrigo?
Que valor tem a abundância daquele que passa diante da necessidade e fecha os olhos?
O verdadeiro tesouro não é aquilo que permanece em nossas mãos.
É aquilo que, passando por nossas mãos, devolve dignidade à vida de outro.
O homem busca a grandeza acumulando.
O sábio encontra a grandeza servindo.
Não basta conhecer a verdade.
É preciso tornar-se verdadeiro diante dela.
Não basta falar de compaixão.
É preciso agir quando a compaixão exige alguma coisa de nós.
Porque toda riqueza traz consigo uma responsabilidade.
Toda força traz um dever.
Toda vida que recebe muito é chamada a perguntar:
“Para quem será aquilo que me foi confiado?”
Talvez o ensinamento de Jesus não fosse simplesmente:
“Abandone suas riquezas.”
Talvez fosse:
Liberte-se daquilo que impede você de enxergar o outro.”
Pois quando o coração aprende a repartir, a riqueza deixa de ser senhor e torna-se instrumento.
E quando o homem deixa de viver somente para si, começa a compreender algo que os sábios de todas as eras conheceram:
A vida que não serve à vida perde o sentido de ter sido vivida.
O homem rico possuía muito.
Mas naquele encontro, Jesus mostrou que ainda lhe faltava aquilo que nenhuma riqueza poderia comprar:
um coração livre para amar.
Somos sacos de memórias, fotografias vivas em movimento. Ainda assim, diante da beleza, da dor, do amor ou do espanto, nosso primeiro impulso não é sentir, mas sacar o smartphone. Trocamos a experiência pelo registro, a presença pela prova, a vivência pela evidência.
Filmamos o pôr do sol sem perceber suas cores. Fotografamos os sorrisos sem participar deles. Gravamos shows que jamais assistiremos novamente e arquivamos momentos que nunca chegamos a viver de fato.
Talvez a maior ironia da nossa época seja esta: possuímos milhares de imagens da vida e cada vez menos lembranças capazes de nos atravessar a alma. Estamos construindo cemitérios digitais de instantes que sacrificamos no altar da documentação.
Porque há emoções que morrem quando são interrompidas por uma câmera. Há experiências que exigem entrega, não armazenamento. E existem momentos tão sagrados que, ao tentar capturá-los, acabamos expulsando-nos deles.
No fim, a pergunta não é quantas fotos você tirou da vida. A pergunta é: de quantos momentos você esteve realmente presente antes de transformá-los em arquivo?
Talvez a memória mais valiosa seja justamente aquela que não pode ser publicada, compartilhada ou reproduzida. Aquela que vive apenas dentro de você, indomável, imperfeita e intensamente humana.
Estamos registrando tudo para não esquecer, ou fotografando tanto porque já desaprendemos a viver o suficiente para lembrar?
434🙏🌹nossos pensamentos atrai aquilo que pensamos, coisas positivas ou coisas negativas, assim alimentamos nossa jornada na evolução da vida, são às vibrações que nos conduz ao bem ou ao mal, assim é o nosso caminhar, nosso crescimento espiritual depende dos bons pensamentos, dos pensamentos de luz, ou seja, onde a luz habita a escuridão não se habilita, assim conduzidos de acordo com nossas tendências para mundos afins... Reflita sempre sobre suas ações diárias pratique os preceitos de luz, busque sempre a verdade, saia de cima do muro, sirva às causas divina e seja luz na vida de alguém que necessita de luz olhe pelo seu próximo, lembre-se dos ensinamentos do mestre Jesus, que deixou um legado de luz para a humanidade, tenha o despertar da consciência, o reino de Deus está nela, na alma, no coração de todos...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal
Uma lei injusta pode ser válida perante o Estado e ainda assim permanecer culpada perante a consciência.
"Quem ama a Palavra de Deus não se cansa de estudá-la. Assim como um torcedor apaixonado passa horas falando sobre uma partida de futebol, o cristão que ama a Bíblia pode passar horas meditando nas Sagradas Escrituras, porque sabe que cada palavra foi inspirada por Deus e revela as riquezas da Sua sabedoria, conforme Ele quis dar a conhecer ao Seu povo. Quanto mais estudamos a Palavra, mais conhecemos o Senhor, compreendemos Sua vontade e contemplamos a beleza da Sua verdade."
Referências bíblicas:
•2 Timóteo 3.16-17;
•Salmos 1.1-3;
•Salmos 119.97-105;
•Josué 1.8;
•Colossenses 1.9-10;
•Romanos 11.33;
•João 17.3;
•2 Pedro 3.18.
O amor é estranho assim mesmo?
Pensei que amar fosse mais fácil… mas não é, não é nada fácil amar.
Talvez a gente possa viver sem o amor, se nos concentrarmos no que é mais importante do que isso, só não sei ainda o que seria mais importante que o amor…
Mas amar é praticamente impossível. Queria nunca ter amado! Que coisa chata é o amor!
Gruda igual chiclete e não sai mais esse vestígio de nós. É uma tortura saber como é e não poder tê-lo novamente.
Queria não amar.
Queria não sofrer.
Queria não querer.
Eu realmente cheguei a pensar na possibilidade de aceitar essa decepção futura e ser livre, cheguei a pensar que agora seria o momento perfeito… mas não foi, não é?! E a culpa é sempre do outro e não das nossas expectativas.
Expectativa mata a gente, sabia? Pois é!
Acreditar em algo impossível não o torna realidade. Isso é balela inventada para conter as pessoas.
Fui! E continuarei com esperança, afinal, eu faço parte dos contidos.
Foi assim:
Depois de algum tempo em São Paulo, meu irmão conseguiu comprar o primeiro carro da família. Como não podia deixar de ser, era um Fusca 67 azul, muito lindo. Aliás, o mais lindo do mundo.
No dia da compra, nem trabalhamos direito. A ansiedade para pegar o carrinho era enorme. Já era quase noite quando meu irmão finalmente chegou com o dito cujo.
Tudo certo. Arrumamos nossas malinhas no porta-malas. Naquela época, tínhamos mais felicidade do que coisas para carregar.
Pegamos três amigos e... estrada.
Assim que escureceu, surgiu o primeiro problema: cadê a luz dos faróis? Havia apenas uma claridade fraquinha. Nada, porém, que um eletricista de beira de estrada não resolvesse. Instalamos um par de faróis "Tremendão", moda da época, que consumiu boa parte das economias reservadas para a viagem.
Problema resolvido, seguimos viagem. Só alegria.
Depois de rodarmos mais uns 250 quilômetros, próximo a Avaré, apareceu outro pequeno contratempo: um pneu furado.
Coisa simples. Bastava trocar o pneu e seguir viagem.
Abre o capô, tira as malinhas. E eram tantas que cobriam o estepe.
Quando finalmente pegamos o estepe, veio a surpresa:
— Vixe! Está vazio!
Na pressa da viagem, ninguém tinha verificado as condições do referido pneu.
Era madrugada. Frio. Mês de junho. E lá fomos eu e um amigo pedir carona para encontrar um borracheiro sabe-se lá onde.
Depois de alguns minutos, parou um caminhão-cegonha. Sem muitas explicações, o motorista mandou que subíssemos na carroceria.
Se parado já estava frio, com o caminhão em movimento a situação piorou muito.
Rodamos uns dois quilômetros até que ele parou e nos chamou para a cabine aquecida.
Logo encontramos um posto com borracharia e restaurante. Enquanto o pneu era consertado, aproveitamos para tomar um café.
O motorista, como todo caminhoneiro, conhecia praticamente todos os outros caminhoneiros da estrada. Não demorou para encontrar um colega que seguia no sentido contrário ao dele.
Ficou fácil.
O outro motorista nos deixou perto do Fusca e ainda manteve os faróis do caminhão acesos para facilitar a troca do pneu.
Quando terminou, enchemos o homem de agradecimentos e... estrada novamente.
Como todos morávamos em Santa Mariana, a distribuição dos três amigos foi rápida.
Sempre que voltávamos para casa saindo de São Paulo, avisávamos nossa mãe.
Que castigo!
Ela passava a noite inteira nos esperando.
Mas fazer o quê?
Mãe é mãe.
Dormimos algumas horas, tomamos café de bule e partimos para a missão mais importante: mostrar o Fusca para a cidade.
Afinal, ele era objeto de desejo de muita gente. Naqueles tempos, ter um carro era privilégio para poucos.
O coitado do Fusca ainda estalava por todos os lados, consequência da longa viagem.
Azar o dele.
Tínhamos compromissos mais importantes.
Meu irmão ao volante e eu de carona, fomos direto para a cidade.
Paramos em frente ao Cine Plaza e ficamos ali, do lado de fora, exibindo nosso troféu com o mesmo sorriso de uma criança que acaba de ganhar um presente.
Não demorou muito e apareceu um conhecido (nome omitido por ordem judicial).
Para os nossos padrões da época, ele era milionário.
Nem nos cumprimentou.
Ficou olhando para o Fusca e disparou:
— Ué... a firma onde você trabalha deixa você viajar com o carro dela?
Tudo bem que o carro ainda não era exatamente da família Mattos. Era da financeira, e ainda faltavam vinte e quatro prestações — justamente as vinte e quatro do financiamento.
Mas ele não precisava ser tão maldoso.
A frase caiu como um balde de água fria.
Tirou um pouco da nossa alegria.
O dia perdeu o brilho.
Perdemos a vontade de passear pela cidade e voltamos para casa.
Para perto da mãe.
E, pensando bem, talvez ali fosse mesmo o melhor lugar para estar.
"Nenhuma imensidão de trevas é capaz de resistir ao nascimento de uma luz. Assim como uma pequena faísca vence a floresta mais sombria, um lampejo de fé é o suficiente para dissipar o vazio e iluminar o sentido da nossa existência."
"Assim como os músculos, a disciplina e a perseverança exigem um começo desconfortável para sustentar o futuro. Na falta de motivação, são esses pilares que garantem a sua vitória.
O tempo é precioso e tem que ser bem vivido nos mínimos detalhes e aproveitado, sendo assim não tenho tempo nem preocupação para saber se você me elogia ou me despreza.
Paulo lembra em 1 Coríntios 11:28:
“Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.”
Esse exame não é para excluir, mas para incluir com consciência. A Ceia não é um clube fechado de perfeitos, mas um hospital para almas em restauração.
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