Se Voce Fosse minha Namorada
Se você se encontra atualmente, tentando de toda maneira provar para alguém que você vale a pena, você já perdeu o seu valor.
Às vezes você sente que num determinado lugar, numa determinada situação você vai se aborrecer, vai sofrer...Mas você insiste em ir, em fazer, em prosseguir. Parece que alguma coisa te atrai, te arrasta. Ou é você que vai se arrastando até lá, onde vai encontrar o que poderia ter sido evitado...É mesmo um mistério a nossa natureza que se protege e se destrói ao mesmo tempo...
Se você tiver sorte,
Vai conhecer e viver um grande amor;
Se tiver mais sorte ainda,
Ele irá se desfazer e você seguirá feliz.
Fim.
Você se pergunta se está no caminho certo. Mas como alguém pode te dizer se nem ela mesma sabe se está no caminho certo?
E depois, o que é o caminho certo? O que, ou quem pode apontar o Norte, servir de bússola nesses tempos -no mínimo- inglórios?
Quem pode dizer o que é o certo e o errado para a sua, para a minha vida?
Porque deveríamos credenciar alguém para tão ingrata missão?
Porque por mais que alguém seja justo, bom, digno e honesto aos nossos olhos, não significa que terá as respostas que buscamos.
Nem que a receita que deu certo para uma pessoa vai ser igual para um de nós.
Então, qual o caminho a seguir?
Como viver a nossa vida em segurança ou pelo menos, com tranquilidade?
A resposta mais correta é confiar nos seus instintos. Esquece esse papo de agir com a razão. Ou ouvir o coração.
A razão tem feito tudo isso que vemos a nossa volta: O caos.
E o coração! Ah, esse retardado que anda batendo por qualquer porcaria que se mova. Que não sabe diferenciar um elogio de um ardil...
Alguma pessoa muito perdida recomendou isso um dia.
Ouça o que diz o seu instinto. Ele é aquele resquício digno da nossa ancestralidade. Que é isso o que somos. E o nosso maior erro foi anular essa ferramenta negando o que somos: bichos, feras.
Umas adestradas. Outras nem tanto.
Mas bichos.
O nosso instinto nos guiará para um lugar seguro. Ou seja, para bem longe de nós mesmos.
Meire Moreira
Você me diz
Faça assim, não assado
Diga isso, não aquilo
Veja dessa maneira, não daquela
Ande por aqui, não por ali
Vá agora, agora fique
Fale um pouco, se cale
Quero você, você me faz mal
Enquanto brinca de se esconder
Se esconde de viver
Parece que ama e desama
Está e nunca está
Dentro de você, mil monstros
Fora de você, outros mil
Parece gostar de ser cruel
Sendo bom
Que instrumento desafinado é você?
Estamos todos loucos. Eu, você, seu vizinho, a sua mãe...(caso tenha perfil aqui ou em outra Rede social, caso contrário, ignore). Sim, estamos. Malucos à cata de imagens, textos, bisonhices e afins. Perdemos horas preciosas do nosso dia, desperdiçamos pores-do-sol, conversas animadas na cozinha, afagos no cachorro da casa, sonecas preguiçosas ao sol, para gastar as nossas vistas nessa catacumba de vidas fictícias e pouco prováveis. Sim, estamos todos doidos. Muitos nem viram se há lua no céu hoje. Se haviam nuvens durante o dia. Se ventou. Empanamos a nossa realidade com esse mundo de faz-de-conta. Alguém me belisque. Ou me salve enquanto é tempo.
E esse vazio que nem você nem ninguém preenche nunca que você troca de roupa que você troca de casa que você troca de rosto e tudo continua do mesmo jeito
Esse vazio que você troca de parceiro que você troca o cigarro o isqueiro mas a fumaça e a neblina é sempre igual
E esse vazio que você enche a casa de móvel que você enche a estante de livro que você compra tanta bobagem mas nunca aprende e repete a mesma Velha História
E esse vazio que você olha para o espelho procurando um rosto conhecido mas na sua frente só vê um estranho
Faça sempre o que esperam de você
Coma toda a comida
Raspe o prato
Passe a roupa
Volte cedo
Penteie o cabelo, a barba, o bigode
Faça natação, equitação, judô
Termine a lição
Fale pouco
Sente-se direito
Atravesse na faixa
Beba oca ola
Faça algo memorável
Tenha filhos
Respire fundo
Respeite as regras, as leis, os dogmas
Silencie
Pare de respirar
Deite enfim
Porque morto
Você já está.
Meire Moreira
Quantas vezes por dia você pensa na morte?
Quantas vezes por dia você se lembra que é mortal e que essa é a única certeza que você tem, e de repente sem nenhum aviso você vai embora desse mundo?
Quantas vezes você entra no cemitério para olhar aqueles rostos nas lápides e pensar que algum dia eles estiveram andando por aí, fazendo as mesmas coisas que hoje você faz, comendo, brincando, rindo, sofrendo, aguentando?
Hoje eu te convido para fazer essa reflexão sincera e profunda:
Você vai morrer.
Eu vou morrer.
Todos nós vamos morrer.
É estranho pensar nisso porque hoje está um dia lindo, o céu está muito azul, e nesses dias as pessoas deveriam apenas tomar sol, brincar um pouco com o cachorro, fazer sorrir uma criança, abraçar e amar sem limites.
Mas não é isso que fazemos. Geralmente estamos mastigando alguma raiva, reclamando de alguma coisa na nossa vida, falando mal de alguém.
Os gestos de bondade que fazemos são sempre tão curtos. Estamos sempre polindo nossa bela figura, enchendo a nossa pança de coisas ruins e gordurosas, comprando inutilidades e futilidades.
Como somos vazios e fúteis.
Evitamos pensar na morte por quê acreditamos que vamos viver a vida inteira. Todos ao nosso redor vão morrer, menos nós.
Dormimos e acordamos como se fôssemos eternos. Não construímos nada de bom, de duradouro.
Quem sentiria a nossa falta quando a gente partisse?
Quem sentiria vontade de olhar para o nosso rosto e rir conosco a última risada?
Gastamos tanto tempo aqui na internet mas não temos tempo para visitar uma pessoa querida. Não temos paciência de ouvir ninguém. Não queremos saber do problema de ninguém.
Porque o mais importante para nós é a nossa vida maravilhosa cheia de aventuras e momentos incríveis. Olha, como somos afortunados, como estamos protegidos dentro dessa nossa casca!
Pois bem. A morte está nesse exato momento sentada na beira da sua cama. Está sentada aí do seu lado no sofá enquanto você lê isso.
Não ignore, não vire o rosto, não se faça de maluco.
Dias claros e de céu azul também são dias de morrer.
Meire Moreira
ESPERANÇA!
(Autoria: Otávio Bernardes)
“Se você perde dinheiro,
você perdeu alguma coisa.
Se você perde um amor,
você perdeu muito.
Mas, se você perde a esperança,
você perdeu tudo.”
(Sheakspeare)
Assim estava escrito...
Assim... eu li, reli, pensei...
Sempre existe alguma coisa
para a gente refletir,
para a gente interrogar!
Esperança é algo muito sério,
deveras bonito, incomensurável,
atraente, inexplicável...
Esperança, a gente não explica,
a gente vive!
Esperança é esperança e pronto!!!
Às vezes, a gente desconfia de tudo...
até da própria esperança:
cantada, falada, imaginada,
televisionada, interpretada...
e – quem sabe – até vivida,
sonhada...
Sonhada!?
Tem jeito de sonhar esperança?
Uma pergunta sem resposta...
Há coisas que não têm explicação!
A explicação tira a beleza da coisa, da gente...
O que é a esperança?
Tem nome mesmo? O que significa?
“Esperança” de “espera”...
Tem sentido?!
Interessante, não?!
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