Se Vi longe e Pq me Apoiei em Ombros de Gigantes
Ao invés de carregar sobre os seus ombros um repertório mental pesado de rejeições de tudo aquilo que você pensa e repensa, experimente levar com você um arquivo de aplausos.
O reconhecimento dos seus potenciais positivos sempre te levarão à lugares expansivos na sua vida.
Porque um menino nos nasceu,
um filho nos foi dado,
e o governo está sobre os seus ombros.
E ele será chamado
Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso,
Pai Eterno, Príncipe da Paz.
Não exponha a sua vida com tantos detalhes.
Os ombros amigos que hoje te dão ouvidos,
talvez se aliem as línguas que amanhã te traem.
— Jucelya McAllister
Quando somos jovens pesa sobre nossos ombros a escravidão capitalista, a responsabilidade da construção: passar em vestibular; arrumar trabalho; construir família, ter filhos; comprar casa; carro. Nos tornamos escravos do mercado de trabalho, das exigências das regras sociais, da perversidão dos padrões de beleza da época, da moda. A emancipação só chega bem mais tarde já na vida adulta, mas nessa época ainda estamos preocupados demais em preparar nossos filhos para enfrentarem sozinhos esse mundo competitivo e desigual no qual os colocamos. A autonomia mesmo só chega com a maturidade. A idade madura nos permite encarar o mundo com mais liberdade. Mais seguros de nós mesmos podemos nos dar o luxo de olhar pra vida sem o peso dos compromissos e ao invés da vida nos dominar, agora somos nós que dominamos ela.
Meia-idade é onde você se encontra carregando todos os seus sonhos em seus ombros,é neste momento de sua vida que sê dá conta de que não tem muita necessidade de um novo sonho ,mas de organizar todos os que adquiriu e colocou em prática para que eles fiquem bonitos e façam com que você sinta de que eles valeram a pena,meia -idade é onde seus instintos primitivos se retraem e sua espiritualidade se ressalta,lhe dando duas novas situações: a de calmaria de seu eu interior com seu eu exterior e a segunda situações a de conflito com seu parceiro até que ele compreenda que já não o pode atende-lo como antes e que agora precisam se respeitar como irmãos que se querem muito bem,é...meia-idade voçe se dá conta que precisa chorar intensamente mas só consegue algumas lágrimas por que suas responsabilidades e deveres lhe rouba este direito ,e voçe sempre ficará na vontade de um abraço apertado por um afago de uma patente superior à sua que já não existe mais,por você ter assumido parcialmente ou totalmente o lugar da mesma,isto mexe profundamente e contigo ao ponto de se rever e se desdobrar como nunca antes e as dificuldades voçe começa aprender à velas apenas como um número numa provação de vida onde elas já não te assustam mais nem as dificuldades nem a própria vida,porque voçe aprendeu a ser forte apartir de sua meia-idade.
Toda a economia de um país está nos ombros do caminhoneiro, ninguém imagina o tamanho de suas dores e saudades.
A hora da despedida!
Vida que segue, um dia todo peso do mundo é jogado nos seus ombros.
Os seus erros e os erros dos outros e o Seu valor nunca é reconhecido, mas chega o tempo da partida, O Adeus..
e nesse momento se lembra dos erros, das combranças indevidas , mas se tem a certeza que nunca mais ..nunca mais. vai recuperar o tempo perdido.
Serve para pais , casais etc.. Sempre chega o tempo do Adeus!!!!
Voltando pra casa com uma chuvinha acariciando meus ombros. A terra molhada exala vapores e nostalgia.
O plantel sorri.
Ser advogado é carregar nos ombros o peso da justiça e no coração a esperança de um mundo mais justo. É transformar palavras em escudo, argumentos em espada e fazer da lei um caminho de dignidade. Hoje, no Dia do Advogado, celebramos todos aqueles que, com ética e coragem, lutam pela liberdade, pelos direitos e pela verdade. Que nunca falte a força para defender o que é certo e a sensibilidade para ouvir o que é justo. Parabéns a todos os advogados e advogadas, guerreiros da palavra e guardiões da justiça!
Sobre o Peso Invisível Que Habita os Ombros Mesmo Quando o Mundo Sorri
Há um lugar dentro de mim
onde os passos não se repetem,
mas continuam a ecoar,
como se cada som fosse a lembrança
de algo que nunca aconteceu.
A solidão não chegou como tempestade,
nem como rajada de vento
foi se infiltrando
nas frestas mais estreitas
da minha rotina,
ocupando o ar sem pedir licença,
até que respirar e tê-la perto
se tornaram a mesma coisa.
No princípio, imaginei que fosse ausência,
um buraco a ser tapado
com conversas, música,
ou o simples ruído de outros corpos passando.
Mas havia nela
uma densidade particular,
uma matéria invisível
que parecia moldar o contorno
de tudo o que me cercava.
Aprendi que a solidão não é
o silêncio ao redor,
mas o peso dentro,
uma pedra colocada onde antes
morava o impulso de chamar alguém pelo nome.
Ela é paciente,
ensina que o mundo se move
sem precisar de testemunhas,
que a respiração pode ser
a única prova
de que ainda se existe.
Falar comigo mesmo
deixou de ser confissão
e se tornou um rito
um pacto que mantém
o frágil edifício da mente
de pé no meio da madrugada.
Alguns dias ela me prende,
como corda atada à cintura,
puxando para um fundo que não se vê.
Outros, se espalha
como luz pálida sobre campos vazios,
onde cada passo que já dei
parece ter sido apagado pelo vento.
E sem despedidas,
permanece:
invisível,
inseparável,
uma presença imóvel
que me habita
com a mesma intensidade
com que o sangue habita as veias.
Ser advogado criminalista é suportar o peso da causa alheia sobre os ombros da própria consciência, é atravessar as trevas da dúvida com a tocha da Constituição nas mãos. É falar quando todos mandam calar. É proteger quando todos querem destruir. É ser, por vezes, o único entre o acusado e o abismo. A defesa não é conivência, é coragem. Não é privilégio, é pilar da justiça. E quem a exerce com honra, exerce o sacerdócio mais solitário, mais impopular e, por isso mesmo, o mais nobre do Direito. – Adib Abdouni
Ser advogado criminalista é suportar o peso da causa alheia sobre os ombros da própria consciência, é atravessar as trevas da dúvida com a tocha da Constituição nas mãos. É falar quando todos mandam calar. É proteger quando todos querem destruir. É ser, por vezes, o único entre o acusado e o abismo. A defesa não é conivência, é coragem. Não é privilégio, é pilar da justiça. E quem a exerce com honra, exerce o sacerdócio mais solitário, mais impopular e, por isso mesmo, o mais nobre do Direito. Adib Abdouni
