Se Vi longe e Pq me Apoiei em Ombros de Gigantes
Quanto mais eu reflito, mais longe do mundo eu fico e mais distante do infinito me vejo por compreender tamanha beleza e mistério, imensidão, na qual me encontro.
Eu não sei nada!
Quando os contratempos da vida
envolve o coração, fico doente.
Longe de quem amo, mas com
ele na mente.
Se não é pra ser,por que dói tanto essa distância?
Mas se é pra ser, por que não acontecer?
Essas questões mal resolvidas da vida me deixa melancólica.
Quando falta o amor, falta tudo!
Preciso que essa fadiga acabe,
quero poder viver o amor em vida,
e que seja intensa e bem vivida!
Mas se não for pra ser, me tira essa ânsia, acalma meu coração.
Não quero passar a vida inteira alimentando uma ilusão.
NADA!
Andas tão longe de mim. Desvairada da dor...
Sentes o meu abraço, sentes o meu beijo;
De sorrisos se transborda, sentes o meu desejo,
Vês-me, mas não enxergas o meu amor!
Pareces o quê? A lua? O sol? Não tens fulgor!
– Transbordo a alma ao seu almejo...
Não tens corpo em mim, apenas lampejos
Aos teus olhos de infinito, sem esplendor...
Parecia-me dos céus a mais bela estrela...
Não és nada! Apenas eu estou de vê-la...
És tu, de minha cobiça-louca, a imaculada!
Serás por um instante de meu tremor o arder?
Já não acredito em vida, ao meu querer;
Que tão longe de mim, amor, tu não és nada!
© Dolandmay Walter
Sorrisos marotos ao longe, sorrisos sem alma na
frente.
Excitação sem cuidado, perfeccionismo ensaiado.
Pinturas e cores, máscaras e monocor.
Um mundo invertido que nunca será melhor, pois o original cedeu lugar à cópia geométrica.
Os negros foram feitos, antes de mais, para serem negros; e essa identidade, longe de ser motivo de vergonha ou de rejeição, deve ser compreendida como património, herança e força.
Ser negro não é apenas uma condição física: é carregar histórias, raízes e memórias que resistem ao tempo e às adversidades. Cada traço, cada tom de pele, cada textura de cabelo é testemunho de ancestralidade e de resiliência.
Rejeitar essa identidade é negar a própria história; valorizar a pele clara em detrimento da escura é aceitar padrões alheios que desconsideram séculos de cultura e de luta.
O orgulho negro nasce do reconhecimento da própria beleza, da própria força e do legado que se transmite às gerações seguintes. Ao assumir plenamente quem se é, sem filtros ou loções, cada indivíduo torna-se capaz de transformar a própria vida e influenciar positivamente a comunidade à sua volta.
Ser negro é, portanto, um ato de coragem e de liberdade: é afirmar que a dignidade não depende da cor da pele, mas da consciência do valor intrínseco que cada ser humano possui.
É reconhecer que a verdadeira força não se encontra em padrões impostos, mas na capacidade de amar e respeitar a si mesmo e aos outros, sem discriminação nem auto-negação.
Longe
Levo cada passo nesse caminho
Onde navego na grandeza
Extensão da distância que anseio chegar.
Lembre-se!?
Em terra de cego;
Coalho é rei...
Quanto mais longe da manada você estiver;
Mais fácil será enxergar o abismo.
A chuva que cai lentamente
É como a saudade de alguém,
Que de longe nos acena,
Pela estrada muito além..
JGA.
O conceito de longe e perto para você são exatos ou relativos?
Longe é aonde não queremos ir e caro é o preço que você não está disposto a pagar.
W. Asano
O pior sentimento, é quando a alma se perde do corpo. Quando mais tempo longe, maiores os danos.
Quando se encontram, já não se encaixam, não são mais os mesmos.
E aí ? Como se encaixar ? Se quebrando mais ainda.
Com isso, tu nunca será o mesmo.
Nunca se perca por causa de alguém, nem por nada.
...
Se você quer ir rápido, vá sozinho.
Aí está a estrada, aí vai.
Mas se você quiser ir longe.
Vamos juntos.
Concha
Lá longe não se sabe onde
A ideia pega salga e sopra
Vem rolando o manto azul
Num vai e vem e alguém
num barco pesca
Passa e deixa
Segue o manto que banha tudo
Sobe e baixa
Cheio de peixes lá no fundo
Olha o tanto que dá pra escutar
Será concha será letra será
O uuuuuh do vento
E o sentimento na areia
Sai no banho não sai não sai a palavra mar
Vem o manto banhado tudo
E o som no último verso a quebrar
Leonardo Mesquita
Olhos Perdidos
Olhos perdidos no infinito
Os pensamentos vão longe
Tão longe que chegam perto de ti
Mas são apenas pensamentos.
26/02/2018
S. Salla
Tão longe de mim
Tão longe de mim
E tão perto que Minh 'alma sente
É como se a distancia não existisse
Vejo você tão presente.
S. Salla
Teu nome ainda lateja na minha cabeça
como vidro quebrado brilhando no chão,
bonito de longe, perigoso de perto.
Eu aprendi a sangrar devagar pra não fazer barulho,
como quem respeita o luto de algo que nunca foi vivo de verdade.
As palavras que te escrevi vieram feridas,
cheias de poeira e intenção torta,
misturando carinho podre com raiva cansada.
É foda admitir, mas tem amor que nasce morrendo,
e mesmo assim a gente insiste em regar o cadáver.
Te transformei em metáfora sem pedir tua permissão,
porque é mais fácil lidar com poesia
do que com a merda concreta do abandono.
E doeu, doeu pra caralho.
Esse negócio de achar beleza no que me destrói.
No fim, guardei tudo numa gaveta sem fundo:
tu, eu, os restos, as frases tortas,
toda essa bagunça emocional que fede e brilha ao mesmo tempo.
E quando a madrugada pesa,
parece que o universo inteiro respira, por cima do meu peito,
me esmagando, me lembrando
que até as ruínas têm memória.
E as minhas, infelizmente, ainda falam teu nome.
Então é Natal
Lá longe se vê uma 🌟
Anunciando...
Então é Natal. 🎄
E
Entre o Cimento e o Céu.
O PIB, em seu balanço, aponta o ganho e o declínio.
Um desaquecer suave em terras de ar latino.
A Selic, alta, freia o ímpeto da gente.
E a dívida cresce, um fardo que é recorrente.
A mão que hoje governa, que fez o L.
Sente o peso do cetro, o fardo que acolheu.
Na Esplanada, o rumor da briga entre Poderes,
A política pessoal que gera dores e deveres.
A economia refém do calor dos discursos,
Instável, incerta, segue por seus percursos.
O Centrão move as peças, o acordo é sempre breve,
E a urgência do país se torna lida leve.
Mas o Sol não perdoa, em fúria extrema se acende.
O clima que se vinga, o alagamento que se estende.
Onda de calor, a seca, a miséria que assusta.
O preço que se paga por uma causa injusta.
A natureza cobra o que a ganância devora.
E a chuva destrói aquilo que a cidade adora.
E então, no calendário, a luz de um breve alento.
O Natal, um novo pensamento.
O Varejo se anima, o consumidor no anseio,
Embrulhando esperança, um futuro, um recheio.
A fé que se renova, o abraço mais apertado,
Um breve esquecimento para o dia já passado.
Entre o risco e a promessa, o medo e a canção.
O Brasil de agora busca sua direção.
A esperança não morre, nem mesmo sob a névoa.
Entre o Cimento do chão e a vastidão da Prova.
Feliz Natal!!!
🎁🎄
