Se sou Metida porque Fala Comigo

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O texto de Isaías não fala sobre Lúcifer, mas sim sobre Nabucodonosor II, que foi rei da Babilônia, devastando diversas nações por muito tempo, e tornando, inclusive os hebreus, seus escravos.
O que está no livro de Isaías 14 é uma comparação de Nabucodonosor com vênus, devido ao mito babilônico das estrelas (que para eles eram os planetas também, e deuses), onde Vênus é expulsa do céu ao longo da madrugada devido, pela mitologia deles, ter sido expulsa pelos deuses já que era a mais bonita, a mais brilhante, e com isso ter ficado arrogante, orgulhosa, assim como era esse rei, se sentindo o rei do mundo, um deus encarnado. Além disso, naquela época era comum chamar os imperadores de "Estrela da Manhã"
Então não, não existe nenhuma menção ao deus Lúcifer, e nem a nenhum ser chamado Lúcifer na bíblia. A outra única vez que o termo lux ferre aparece, não como nome próprio, como título, é para se referir a Jesus, o colocando como "Estrela da Manhã". Como um imperador.
Vocês foram enganados. O diabo foi criado pela igreja para mantê-los no cabresto. Sem o Diabo, o que seria da igreja? Sem a condenação eterna, quem se sujeitaria aos horrores do cristianismo? Não é atoa que a maioria esmagadora, se não todos que lêem a bíblia de verdade, saem do cristianismo, ou, no mínimo, mudam muito sua crença com relação a isso.
Não deixe que sequestrem a sua mente! Não seja refém de um sistema sádico! Acorde e liberte-se! Conheça a verdade, a verdadeira, não a ilusória ultra manipulada, e então liberte-se! Parafraseando o personagem mitológico Jesus, "Conheçam a verdade e ela vós libertará".
- Marcela Lobato

"Cartas de Um Condenado"


Prólogo — O Condenado fala pela primeira vez


Condenaram-me apesar da minha inocência; e, na inópia dos incorruptíveis, os inescrupulosos vangloriavam-se de sua afluência. Tiraram-me a liberdade, indiferentes à verdade. Fustigaram-me diante da multidão que suplicava a minha execução. Lançaram-me ao calabouço e, sob a sombra do meu silêncio, despiram-me da minha intrepidez, enquanto eu escrevia o meu último suspiro numa carta.


Atormentavam-me o espírito com correntes tenebrosas; ataram-me à desgraça da minha vergonha e entoaram canções horrorosas. Foram eles que me incriminaram por pura cobiça.


Houve quem recuasse; poucos, porém, ousaram agir para que eu saísse em liberdade.

Escrevo-vos com a última gota do meu fôlego, com o resto do suor da força que ainda me sobra; sem esperança de voltar a aquecer-me ao sol, sem certeza de tornar a ver o mar.


Escrevo com medo de deixar de respirar e de que, com o tempo, os vossos rostos se apaguem da minha memória, e eu já não consiga recordá-los.


E, se alguém vos perguntar de quem é esta carta, respondei-lhes:


é de um Condenado.


Cujo paradeiro hoje é desconhecido; cujo espírito vagueia, importunado pelo grito dos ímpios; cuja alma procura descanso na sofrência dos justos. Não procurem o resto da minha sobrevivência: os ratos já o roeram, as baratas devoraram os meus olhos; os vermes encheram-se nas minhas fossas nasais, e os insetos consumiram as minhas entranhas.


Se vos escrevo, não é por tendência, mas por agonia; se penso, é por sobrevivência; se me movo, é por sacrifício. Redijo para que, caso alguém encontre esta carta, conheça quem foi o homem que habitou esta masmorra e por que foi trazido para cá.


Quando o barulho dos tolos não consegue discernir o ritmo da dança, tendem a perseguir a música dos sábios.


Não houve quem me visitasse, quem chorasse, quem perguntasse por mim ou quem desejasse ver-me pela última vez. Como a relva da terra fui pisado; esmagaram-me como a uma formiga e recusaram-me o direito ao oxigénio. Roubaram-me o direito à liberdade e entregaram-me, indecorosamente, a uma morte apoquente.

“No espelho da alma, o rosto verdadeiro finalmente fala.”

Na hora da prova o professor não fala nada, mas sempre fica atento na sala de aula.


Obs.: Não estou falando de escola.


Nas aprovações da vida mesmo sem resposta Deus está por perto te observando.

Há dias em que o cansaço
fala mais alto que os sonhos.
Mesmo assim…
continue.
Porque quem permanece firme
durante o processo,
amadurece antes da vitória.

A lua, sempre admirável, que usa com eficácia uma fala em silêncio, que alcança mesmo sem palavras o amor imensurável que se guarda no lado esquerdo do peito,

Aquele que incendeia a alma com o fogo intenso dos sentimentos acalorados, da grande riqueza dos pequenos gestos, da simplicidade de um momento memorável,

Um diálogo que acontece apenas entre Selene e quem a admira com entusiasmo e o respeito que lhe são merecidos, o mínimo que já é esperado diante deste feito Divino.

Quem cala nem sempre consente, às vezes, quem se cansa se cala, o cansaço da fala e da mente, então, assim acontece e uma decisão é tomada, quando o silêncio parece ser mais conveniente, a voz prontamente se cala.

Preciso falar de amor
pois estou sofrendo muito
por pessoas que não me amam.


Mas e se eu falar demais e me perder nas palavras?
então melhor seria eu nada falar
eu não expor como minha alma está machucada?
acho melhor eu ficar calada.
Da última vez que falei, morri de amor.

⁠É no silêncio da madrugada que a mente fala em voz alta.

A expressão do olhar que fala em silêncio

O teu silêncio e a expressividade do teu olhar, em determinados momentos, possuem uma grande profundidade, tão atraente quanto um instigante mistério que prende muito a atenção: desperta a curiosidade, provocando certos pensamentos, aquelas emoções repletas de intensidade que, com facilidade, aceleram e aquecem o coração com um sabor prazeroso de renascimento e ludicidade sem nenhuma hesitação.

Em pouco tempo, discretamente, com essa tua motivação silenciosa e expressiva, dentro de um imaginário inquieto, uma conversa despida de palavras começa entre aquilo que pode estar passando na tua mente — que guardas lá no teu íntimo — e uma vontade intensa de aguçar os teus sentidos, de merecer a tua companhia, de tornar essa imaginação em realidade, numa euforia recíproca, marcando a temporalidade.

O resultado típico de quando a fertilidade criativa, proveniente de uma percepção profunda se volta para uma expressão assim comunicativa, como essa tua que, mesmo que não digas nada, fala muito; inclusive, a língua do teu desejo, da tua fogosidade, dos teus sentimentos, do teu amor-próprio, da tua liberdade, a partir dos teus olhos — belas estrelas do céu da tua face; detalhes emocionantes da tua composição, da tua venustidade, cuja perfeição é farta e vira inspiração, do teu físico à tua alma.

A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.

Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.

Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.

A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.

Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.

Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.

Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.

Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.

O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.

Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.

Deus Fala no Silêncio

Feche os olhos por um instante,
serene a mente
e permita que o silêncio alcance o seu coração.

É ali, na quietude da alma,
que Deus costuma falar.

Ele se revela na calma que chega sem aviso,
na paz que envolve o peito
e na doce certeza
de que tudo está sendo cuidado.

Deus não precisa gritar para ser ouvido.
Muitas vezes Ele apenas sussurra amor
no coração de quem aprende
a silenciar para escutar.

Simone Cruvinel

Quem ama fala a verdade! Quem não, esconde e finge que está tudo ok! Ou não toca no assunto para não espantar ninguém ou afastar! Eis o dilema!

Quem corta a fala do outro com arrogância mostra mais insegurança do que força.

Enquanto a crítica negativa fala ‘você está errado’ e usa isso para humilhar, a crítica construtiva diz ‘você pode melhorar nisso’ e mostra como melhorar. Uma expõe a falha para enfraquecer; a outra corrige a falha para fortalecer.

A crítica negativa acusa e não ensina, critica e não orienta, fala e não ajuda. A crítica construtiva corrige com respeito, explica o erro e oferece solução. Uma trava o crescimento; a outra impulsiona a prosperidade.

A crítica construtiva fala com respeito e oferece solução, diferente da destrutiva que fala com arrogância e não ensina nada.

Legado não é o que você fala, é como você orienta e influencia o crescimento dos outros.

​"Quem muito fala em 'mudança interna', mas não pratica uma ação boa por ninguém, continua sendo a mesma pessoa vazia de sempre."

"Menos inveja, mais respeito. O meu trabalho fala por mim."