Se quer ser Amado Ame
Poderíamos, porventura, ser comparados a uma moeda, portadora de facetas aparentemente irreconciliáveis? De um lado, a manifestação de um discernimento profundo, a acuidade da análise, a capacidade de forjar opiniões e um anseio insaciável por desvendar os mistérios do cosmos, da vida, da morte, do tempo. Uma sede de conhecimento tão vasta que, por vezes, vislumbra a eternidade, a sensação de que a existência finita mal arranha a superfície do que há a compreender.
Contudo, na face oposta, reside uma aparente antítese: uma total ineptidão prática, a incapacidade radical de assegurar os meios mais elementares de sobrevivência material em um mundo que, ironicamente, se move sob a égide do pecuniário. Uma irracionalidade que não reside na lógica do pensamento, mas na inabilidade de navegar a realidade mundana.
Seria plausível que tamanhos extremos coexistam em uma única individualidade? Parece que, enquanto uma face da moeda pulsa com a vontade de perscrutar o infinito, a outra se confronta com a pura dificuldade de "ser" na contemporaneidade. Talvez, neste contexto, a própria moeda se revele menos uma dualidade e mais um abismo, um buraco negro de ineficácia existencial face às demandas do agora.
Talvez, a única saída para a insuportável tensão deste paradoxo seja permitir que a moeda, como um buraco negro existencial, se retraia, implodindo em seu lado mais sombrio e melancólico. Quiçá, apenas assim, dissolvendo-se na própria incapacidade, este conflito inerente possa, enfim, cessar de existir.
Melancólia
No devaneio de meu ser
Onde o desespero, reina
Só restou, a efigie do meu eu
Outrora, o rio que foi cheio
Noutro, simplesmente secou
O que era doce, se amargou
Ouço o sussurro, da felicidade
Na angústia do meu ser
No epitáfio, do que eu fora
Está escrito, a palavra solidão
Perdido num desalento
Amor, não me dê esperança
O que está feito, está feito
Tempo, um cruel dramaturgo
Reina, no teatro da tragédia
Minha doce, tisbe.
Agora, restam só sombras
Do que um dia, eu fora
A foice do destino, é uma patina que recobre cada fagulha de meu ser
O Crepúsculo chegou.
A ideia de “pessoa certa” ou “errada” pode ser variada dependendo do contexto emocional, racional, espiritual, social e educacional. Os valores podem mudar conforme a mudança também, isso é interessante de pensar.
Gente que levanta outras é gente que entendeu a vida.
Não é sobre ser melhor, ter mais ou saber tudo. É sobre ser abrigo quando o outro desaba, ser impulso quando falta força, ser presença quando o mundo vira ausência.
A gente nunca sabe a dor que o outro carrega. Mas pode escolher ser alívio, ser cuidado, ser ponte — não muro.
Palavras podem curar. Atitudes podem salvar. E um coração disponível pode ser o milagre que alguém estava pedindo em silêncio.
Seja luz. Seja abrigo.
O mundo precisa de menos competição e mais compaixão.
Diego Santos
Para o ser humano desperto, que integra a sua natureza, a IA é ponte.
Para o ser humano adormecido, vivendo apenas para o externo, a IA é abismo.
Eu escolho ser desperto!
Tribunais que praticam ativismo judicial deixam de ser guardiões da Constituição para se transformarem em atores políticos.
“A Cruz não é algo que aconteceu; a crucificação é algo que está acontecendo. Pode ser encontrada em qualquer lugar e em qualquer hora na raça humana, pois é a luta épica das forças do bem e do mal.”
"A razão pela qual os momentos de catástrofe podem ser as vésperas da vitória espiritual é porque é nesses momentos de derrota que o orgulho do homem é mais humilhado e a sua alma assim preparada para a ajuda de Deus."
Todo bom homem é ateu.
Não tem como ser diferente, obviamente pode ter bons homens* religiosos, sem dúvida, mas para ser racionalmente/consciente bom só sendo ateu
*Apesar que sempre haverá dúvidas, ele é bom por que a bondade é consciente e racional ou ele é bom porque ele acha que deus mandou ser bom, mas se deus mandar ele ser mal ele não seria mais um bom homem.
Em se tratando de ridicularizar o ser humano, despindo-lhe de seu último resíduo de inteligência, não há sentimento que cumpra tão cabalmente esse papel maior que o ódio. Ele envenena seu portador com vingança, emburrece gênios e destitui príncipes.
O ambiente molda quem você é, mas não quem você precisa ser.
Você já se deu conta de que nossos desejos, preferências e metas muitas vezes não são genuinamente nossos? São construções moldadas pelo ambiente, pelos olhares que nos cercam, pelas vozes que nunca gritam, mas sempre influenciam.
Somos seres relacionais e impressionáveis, e isso não é fraqueza, é natureza. Porém, é nossa responsabilidade filtrar o que deixamos entrar.
O ambiente pode ser solo fértil ou veneno lento. Pode te edificar ou minar sua identidade.
Cuidado com os sorrisos falsos e as ideias vazias. Cuidado com o tipo de conteúdo que alimenta sua mente.
Reestruture o que está ao seu redor. Cercar-se de valores, pessoas e propósitos alinhados com o que você deseja de verdade, e com aquilo que Deus sonhou para você, pode transformar sua caminhada.
Você não precisa ser produto do seu ambiente. Você pode ser o agente de transformação dele.
Mude o ambiente. Ou mude de ambiente. Mas não permaneça onde sua alma enfraquece.
A segurança intelectual dum pregador deve ser evidenciada por estas fontes de conhecimento:
1- Conhecimento Bíblico;
2- Conhecimento Histórico;
3- Conhecimento Científico;
4- Conhecimento Filosófico;
5- Experiências Pessoais.
Nos aceitar é o suficiente nesse momento. Não precisamos ser compreendidos, apenas respeitados. Se você só aceita o que compreende, somos excluídos do seu meio.
Deus predestinou um povo para ser a sua Igreja
Antes da fundação do mundo ele traça o seu destino.
Série Linhagem Espiritual
Predestinação
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