Se quer ser Amado Ame

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MINHA FRASE 0568
Todos temos sonhos. O meu, embora simples, está difícil de ser realizado. Meu sonho é ver duas (ou mais) mulheres, brigando por mim, na via pública e eu ali, ó, assistindo tudinho!

Inserida por HhorlandoHhaleRgia

“Não acabrunhe o seu ser, a nada seja compelido.”

Inserida por LUCIANOASCHKAR

“Dependendo da intensidade do sentimento que invade, a aparente maldade pode ser enorme bondade...”

Inserida por LUCIANOASCHKAR

E a velha frase sempre nos mostra a sua racionalidade.. "se for pra ser, será!" Meu desejo e todo desejo e que não tenhamos dúvidas, então que você vá. Por favor, não esqueça de jogar pãezinhos nessa estrada, isso pra não se esquecer o caminho de volta para seu lar (EU)

Inserida por NayRodriguez

Pare de dar piadas nas pessoas, de ser irônico, de querer rebaixá-las... Se olhe no espelho e veja quem você é e descubra o motivo de você ser assim. Talvez elas sejam melhores do que você e por isso você tem inveja e não sabe, não tem conhecimento de reconhecer isso, por isso que a sua vida é assim.

Inserida por kevinnybrownei

A vida pode ser comprida de mais, pra ficar se preocupando com pequenas coisas. assim como também pode ser curta de mais, pra ficar se preocupando com pequenas coisas !

Inserida por Maicenic

“A flor germinada não deve ser abandonada, mas, com esmero cultivada, após formada, será admirada, e exalará o melhor odor, difundirá o amor...”.

Inserida por LUCIANOASCHKAR

“Cuidado com a calmaria, pode ser enganosa, até mesmo ardilosa.”

Inserida por LUCIANOASCHKAR

“É preciso saber compreender para também ser compreendido.”

Inserida por LUCIANOASCHKAR

Não enxergar as coisas boas da vida é ser cego sem saber.

Inserida por Gedalia

Ser, um ser compreendido não há felicidade maior.

Inserida por Gedalia

Antes ser uma mulher cheia de falhas do que uma metida a santinha. Prefiro assumir meus erros do que fantasiar demais e acabar com a cara no chão.

Inserida por SuelitaRibeiro

Antes ser Realista do que falsa! Me dá náuseas só em pensar em fingir que que gosto de alguém que não suporto.

Inserida por SuelitaRibeiro

".. pode ser que eu tenha sido dura com as palavras, pode ser que eu tenha te ferido com elas. Acredite, esta nunca foi minha intenção. Acredito que no fundo, eu quis mostrar a você o quanto tuas palavras me feriram também. O quanto elas me tiraram a paz, me tiraram o chão, levaram você de mim. é uma falta inconsolável, interminável e consumidora. e, por mais que eu quisesse por um fim neste sofrimento, na nossa comunicação, hoje, encontro me com meus pensamentos totalmente convertidos ao passado, buscando uma salvação, um consolo em meus pensamentos, um carinho teu que eu já tive. eu desejava parar de te querer, parar de te amar hoje, mas, acho que é causa perdida. sou tua, meu coração é teu, meu amor ainda é teu. quando achar que deve voltar, volte. intensidade, conexão, amor como o meu por você, não se acaba. a gente pode se fazer feliz."

Inserida por rafaeladepaula

Falso não é aquele que diz ser seu inimigo , falso é aquele que te dá um tapinha nas costas e ainda diz ser seu amigo .

Inserida por Ronialves

Para ser perdoado é preciso se perdoar.

Inserida por Leandro1997

Sou alguém que pensa ser honesto,mesmo sabendo que nem todas as pessoas crem que o sou.

Inserida por PoetaDantas

Ja parou pra pensar,que todo esse ódio,pode ser apenas medo da solidão?

Inserida por Criistiele

O que sempre Maria procurara em sua vida era ser feliz. Durante sua infância em sua casa conturbada vivia como um fantasma. Dizia a si mesma todo o dia que quando casasse e tivesse sua família, faria diferente. Em sua adolescência viveu como deveria. Sem beber, sem desobedecer sua mãe, já então separada de seu pai, viveu em uma jaula sem poder realmente viver. Não fez nada que pudesse dizer: aproveitei minha adolescência de fato. Formou-se em Medicina e logo dedicou sua vida ao trabalho. Casou-se aos vinte e cinco anos de idade com um homem que julgava ser o homem de sua vida. Ele era completamente diferente dela: extrovertido, engraçado, simpático e bem humorado. Ela era fechada, na dela, um pouco antipática e não tinha nenhuma senso de humor. Juntos tiveram Alice, a primeira e única filha do um relacionamento de dez anos que acabou depois da descoberta de uma traição. Maria ficou desolada. Não queria comer, não queria beber e nem sair de casa. Queria ficar em seu quarto, em seu mundo. No lugar onde ela nunca, nunca poderia ser julgada. Após uns meses de terapia, Maria voltou a trabalhar e viver normalmente. Ou melhor, viver não seria a palavra indicada. Ela passou a sobreviver.

Ela era infeliz. Era toda infeliz. Seus olhos, seu nariz, orelhas, suas curvas, seu corpo, era toda infeliz. Tudo que sempre quis na vida ela não conseguiu. Mesmo se formando, trabalhando no que amava e recebendo muito bem, ela era infeliz. Sua casa era triste. A filha mal falava com ela, o ex-marido enviava dinheiro pela conta corrente, havia ficado bem mais velha do que aparentava. O que havia acontecido com Maria? Porque ela vivia naquela tristeza angustiante? Sem amigos, sem família, uma filha que mal falava com ela, um trabalho desgastante, uma vida cheia de decepções emocionais. Dificilmente se divertia ou saia. Todas as quintas ainda saia para tomar um café na cafeteria da esquina que tinha um café barato e de quinta. Pegava algum livro, sua bolsa e jaleco e ia para a cafeteria, sentava sempre no mesmo lugar, pedia sempre a mesma coisa e ficava lá horas até dar sua hora de ir para o trabalho.

Era uma quinta chuvosa quando Maria resolveu que mesmo com a chuva grossa ela iria tomar seu café de quinta, na quinta-feira. Pegou seu livro e saiu de casa ainda com o guarda-chuva e uma capa. Abriu a porta do estabelecimento e quando ia se dirigir para seu local de costume, havia um homem sentado lá. Ela parou, olhou o lugar quase vazio e voltou a olhar para o homem que lá estava sentado. Porque, em meio a tantos lugares bons, ele escolhera logo seu lugar. O mais no canto, o mais escuro, o mais depressivo? Resolveu que pediria a ele para se retirar do lugar. Um absurdo! Ela ia todas as quintas e sentava ali. Se ele quisesse sentar naquele espaço, que fosse outro dia. Decidida a discutir se possível, ela caminhou até à mesa e parou bem em frente. O homem lia um jornal e pareceu demorar para notar a presença de Maria ali. Ele baixou o jornal, levantou o olhar e sorriu:

“Sim?”

“O senhor está em meu lugar!” Disse ela decidida e autoritária. Com aquele jeito bem arrogante e antipática de quando queria alguma coisa.

Ele ainda confuso, olhou para os lados, para baixo da mesa, para as cadeiras e com um sorriso exclamou:

“Não estou vendo nenhum nome na mesa, suponho que ela seja de qualquer cliente que a encontrar vazia primeiro.”

“Todas as quintas eu venho aqui, eu sento nesse lugar, eu leio esse livro e depois de duas horas eu vou trabalhar! Então suponho que o senhor não queira atrapalhar minha vida. Por favor, escolha outra mesa e sente nessa amanhã”

“Mas eu já estou sentado!”

“Fique sentado em outra!”

Ele pareceu suspirar, mas tinha um ar tão arrogante quanto ela:

“A cafeteria está vazia, escolha outro lugar. Eu não vou sair daqui!”

“Não vai? Tem certeza?” Ela falou indignada com a arrogância do homem.

“Não, eu não vou. Se quiser sentar-se comigo tudo bem, mas não vou sair!”

Ela, já com raiva e bufando, jogou as coisas na mesa e sentou-se. Ele deu um sorriso pequeno e vitorioso e continuou lendo o seu jornal. Ela fez o seu pedido e enquanto bebia o café, ficava fitando o jornal dele querendo que o jornal queimasse ou que ele saísse logo. Era a única hora que ela tinha para ela. Aquele homem não poderia acabar com isso!

“Então é médica?” Ele soltou ainda enquanto lia o jornal.

“Não te interessa” Respondeu ela durona e com raiva enquanto bebia um pouco do seu café.

“Oras, pare de ser infantil. Só fiz uma pergunta por causa do jaleco” Ele baixou o jornal e pôs-se a beber o seu café com leite que havia sido trazido pela moça simpática que servia sempre com um sorriso no rosto.

“Sim, Hospital Santa Cruz. Que saber minha credencial?”

“Você me lembra minha filha, e ela tem cinco anos.”

“Porque você não se detém a apenas ler seu jornal e tomar seu café rápido?”

“Não se preocupe, tenho bastante tempo de sobra para conversar.”

“Não quero conversar.”

“Qual seu nome?”

“Qual a parte do ‘não quero conversar’ você não entendeu?”

“Tem cara de Sandra, Marisa…”

“Maria. Meu nome é Maria” Ela falou virando os olhos e bebendo o seu café.

“Um belo nome esse: Maria.”

“Você acha?” Ela levantou o cenho e depois deu os ombros “Acho normal, igual demais”

“Não gosta de coisas iguais?”

“Gosto de coisas diferentes.”

“Então porque tem que vim toda quinta com o mesmo livro, na mesma cafeteria e senta na mesma mesa?” Ele olhou para ela que piscava um pouco surpresa com essa afirmação.

“Isso é… É completamente diferente!”

“Não, não é. Sabe, tenho observado você todas as quintas. Já esbarrei com você várias vezes aqui, porém parece que seus olhos estão fechados para o que é novo. Parece que eles estão vendados para a vida. Sempre, sempre a mesma rotina.”

“Você não tem… Não tem absolutamente nada a ver com minha vida!”

“Ricardo!”

“O quê?”

“Meu nome. Ricardo. Prazer em te conhecer Maria.”

Ele levantou e deixou ela sentada ali, perplexa, sem nenhuma palavra. O dia todo ficou pensando naquela conversa. O dia todo, a semana toda. Passou a semana e quando chegou na cafeteria, ele não estava mais lá. Olhou para os lados procurando aquela figura masculina que a havia deixado confusa e não achou. Quando ia caminhar para sua mesa de costume, algo lhe parou. Ela voltou e sentou em outra mesa. Deixou o livro e lado e pegou um jornal. Não pediu o de sempre. Ela havia aberto os olhos para a vida. Chega de rotina, chega de tristeza! Ela iria mudar, e que começasse com as pequenas coisas!

Inserida por flaviacavalcante

Você paga caro por ser verdadeiro, mas paga muito mais se for falso!

Inserida por LordArrows