Sê quem és
Para aqueles que procuram sua metade e acham que internet resolverá tal questão, lembre-se que o cúpido moderno é extremamente míope e não entende nada do que você realmente quer ou sente...
É só deixar o barquinho correr conforme a maré. É melhor se deixar levar. Deixe-se levar que eu estou me deixando. Vai que um dia, a gente se encontra. Vai que um dia, tudo possa ser mais claro, mais limpo e mais amplo. Deixe-se levar. E se puder, me leve com você.
Aprender a colocar-se no lugar dos outros é uma das mais importantes características da inteligência, mas infelizmente a maioria dos jovens não a desenvolve.
Até os maus regozijam-se ao exercer um ato de gentileza.
Ser gentil é tão implacável que torna-nos plumas, em meio a ventos brandos, não importa a ferocidade da tempestade que nos permeia.
"O acerto das horas
Um amor assim não se apaga...se apega
Quanto mais o tempo passa
Mais amor, mais carinho e mais respeito
Erroneamente causamos discórdia
Submetemos à tristeza
Por não ser quem deveríamos ser
Por não fazer o que deveríamos fazer
Mas o sábio tempo, e sua dor
Corrigem o inconcebível
Ajustam as horas
Pelos ponteiros que estavam errados
A intolerância, a vaidade e orgulho do outro
Tornam-se convicção e força
E criam laços inquebráveis e insubstituíveis
Com fé e determinação
Buscamo-nos de outra maneira
Reencontramo-nos à deriva na solidão
Na falta de um pedaço em nós
E pelo amor, também pela dor
A correção das horas
Nos trouxe ao tempo certo
Ao tempo de dar certo
E fazer tudo certo
Sem bastar, o sábio tempo passado
Que mostrou para mim
Que o tempo futuro
Dita outras horas futuras
Não há recomeço
O recomeço é repetir todo o passado
Mas há um novo começo
No qual fazemos o futuro ensinado pelo passado
Ensinamento sem cópias
Sem criar modismos e comodismo
Ensinamento de que algo diferente deve acontecer
E neste acontecer, sempre me aconteceu você
Na cabeça, nos olhos e no coração
Meu amor sem limites
Minha busca constante em ser alguém ideal
Ou ao menos ser alguém melhor para mim
E pra você
Por hora ou, oras bolas,
Por que não por toda vida
Meu infindável amor ruge
Com força e com compaixão
E sem pestanejar
Minha convicção continua a mesma (mas em outras bases)
És meu amor verdadeiro
A peça chave do meu coração
Uma outra parte de mim, outra parte de nós (sic)
És minha vida inteira"
http://goo.gl/f6OBe0
"Agora é hora do silêncio.Enquanto o tempo passar,na falta das minhas palavras,lembre-se do que vivemos.Com certeza prevalecerá o amor.Você tem razão: eu não deixarei de te amar e talvez não viva mais nada parecido.Mas no momento eu preciso de silêncio para tentar separar as coisas e pedir sabedoria para não morrer de dor..."
Desintegrando-se aos poucos, desconstruindo-se lentamente, na esperança dolorosa de tornar-se flor em meio a tantos espinhos.
Quando se tem propõe alcançar objetivos...
faz-se a programação O QUE? COMO? PORQUE?
não se imagina o que virá pela frente,
pode-se deduzir, estipular um tempo,
Mas ter fé em Deus e em si próprio,
não desistir,
persistir...
porque a vitória é certa!
de uma forma ou de outra!
Sucessoooooo!!!
“Os humildes calam-se, enquanto os arrogantes falam sem parar na tentativa de passarem para os outros, uma humildade que não existe”.
Viver os momentos não quer dizer agir impulsivamente. Lembre-se que neles sempre envolvemos ao menos uma pessoa, e esta tem sentimentos e expectativas à serem administradas.
Na palma de minha mão
cabem os esguichos daquele emaranhado mar
ofegante
esfiam-se cachos de búzios nas bordas
tacteando uma pandemia de linhos a puxarem-se
temperamentalmente
do bico pontiagudo das aves a moer
o céu pálido da boca
amedrontava num arrepio arenoso
embora fosse embarcar nas ocas águas
sem os antepassados existirem
decidi riscar
o fundo que não estava destinado
à visita de grandes visões
e apaguei os declinados olhos migrantes
até esgaçar o ódio que restava
no punho carregado de sal aberto
é notável defesa redescobrir o exílio lânguido
quando se move
uma traça míope antes da sua nascença fétida
donde vejo
redentor sorriso a caber-me
Ouço cântaros a darem gargalhadas enquanto anéis
em ruído fincam-se nos violinos calados. Nada
real acentuará ser isto, lógico que a poeira que
piso desamarrará tal malha com isco. A
civilização é clandestinamente isto.
Impôs-se escorregadia
lava da vertigem resvalando
todo meu ser em amenas
folhagens matutinas que seriam
hasteadas p’lo pico
da tua porta púrpura.
Fundi-me
sonora água encurvada.
Somenos
soldar bolsas de feixe
irrompesse tuas ânsias
em formas febris,
eu rodaria as quentíssimas tardes,
voaria num frutado cachecol aquém,
esticaria delicadamente
um cordel de brasas às extremidades
dum espaço sem espaço extraordinário
para bailar felizardo entre filigranas luvas
até à impune lua.
E assaltava
a fortuna cambaleante
dos belos anoiteceres ardidos.
Como tudo e tudo poderia ser perfeito
se me ensinasses com magia,
a complexa
valsa da alegria.
Logo chegou o dia em que Tereza levantou-se abruptamente, limpou as lágrimas já quase secas, respirou bem fundo como se enchesse os pulmões de todo ar que podia, soltou-o vagarosamente, Puxou uma mala velha de cima do armário, jogou-lhe uns trapos antigos com cheiro de naftalina e foi-se embora, Tereza não mais voltaria. mal olhou para trás para fechar a porta, o vento então bateu em seus cabelos, o sol a iluminava por inteira, Tereza então sorriu e foi-se embora saltitante... é o fim para um começo.
A minha cabeça pensa em todas as cabeças é sombriamente
todas as outras cabeças, entranham-se, entram umas nas
outras, na minha! – inquieto-me, estremeço, esmago-me,
imortalizo-me tornando vidente tudo o que mexe...
houve uma ensinada tarde
em que a luz se esticava dentro de mim
agitava-se cruelmente longamente
e eu expandia sem parar
quando subi demasiado humano
por entre avenidas de escadas povoadas
vizualizava esquecidos sábios
quem seriam? quem serão? existirão?
depois da meditação sentado na última abóbada do planeta
descobri a diferença entre a palavra origem e proveniência
essas asas d’ouros em tudo bizarras
acorreram-me uma a uma amando o vento
retina de minha oriunda consciência
outros arrastaram o espaço do meu concreto corpo
e a profundeza do mar a avistar as feridas palavras
eis que me amarram de ponta a ponta
uma infinita espuma movida por rostos
meu coração recluso do impróprio choro doce
contempla o tempo desafinado por raros
perfumes deslizantes
dessas hirtas pétalas ligeiramente oblíquas
e noctívago danço a sinfonia em que morro loucamente
As mulheres inteligentes sabem que...
É sempre um ERRO deixar-se atrair pela aparência
de um homem a ponto de ignorar seu conteúdo, né?!
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