Se o Amor é Brega
O tal do príncipe encantado vem sim, vai ver ele só se perdeu no caminho… e vocês sabem que meninos não gostam de pedir direção.
Manter um sentimento em silêncio faz muito mal, mas, às vezes, é preciso parar, refletir e sentir sozinho mesmo.
A minha solidão tirou a sua para dançar.
Foi um encontro cósmico.
Estrelas cadentes se espalharam pelo céu,
vulcões entraram em erupção dentro de nós.
Foi só explosão, foi união de corpo e alma.
Depois, veio a calma, a paz reinou
e o amor que brotou do caos
conheceu a paz do paraíso.
Algumas histórias são lindas, românticas, belas e fazem tanto sucesso por sua beleza e romance. Pena que na vida real nem sempre tudo é tão bonito, na prática. Discorda? Coloque-se então no lugar de Romeu e Julieta, pense como eles se sentiram, eles tinham um amor tão forte e intenso, mas que não era aceito. É difícil saber que por mais que você ame alguém, lá no fundo, tudo vai depender de mais alguém, e que nem sempre só o amor será o bastante para garantir a sobriedade e mais difícil ainda será manter a sanidade. É muito triste saber que você conheceu o amor da sua vida, mas, no fundo, também saber que aqueles que você mais ama e preza não aceitam isso. Mesmo com toda essa turbulência, a história é bonita, é romântica, de certo modo inspiradora. Posso então dizer que de uma forma ou de outra, eu gosto da história, só não gosto do final dela.
"Talvez... você se apaixone por mim outra vez".
"Inferno", eu disse, "Eu te amo o suficiente agora. O que você quer fazer? Me arruinar?". "Sim. Eu quero arruinar você".
"Bom", eu disse. "Isso é o que eu quero também".
Amores não se encomendam como vestidos; sobretudo não se fingem, ou não se devem fingir nunca.
Um dia eu tava andando na rua e vi alguém perguntar: Mas então, o que existe de mais concreto pra você no amor?
E alguém respondeu: É difícil dizer sem antes estar amando, é difícil tentar te explicar. Mas na real, de concreto, nunca há nada, a não ser, o amor em si. O carinho, o apego, a compaixão; No amor, ou seja, num relacionamento, o essencial é a confiança, a paciência, e até mesmo umas briguinhas de vez em quando pra reestruturar a relação, porque do que eu entendo de amor, não há relacionamento sem os principais motivos por ele ter começado. Então, o que eu poderia te concluir é que: O concreto do amor, é o modo como ele termina e o modo como ele acaba. Porque isso, tu pode ter certeza, que nunca se esquece! E que passe anos, passe décadas, nenhum amor de verdade mesmo, será esquecido.
Adotar é amar de graça.
Quem abandona não tem raça.
(Sobre a adoção ou o abandono de animais domésticos).
CONFESSO QUE AINDA ESPERO…
Algum cavaleiro armado…
Sim, um príncipe encantado
montado num alazão,
que me desperte o desejo,
me ressuscite num beijo…
Me leve desta prisão!
Mas “para sempre feliz”,
do jeito que eu sempre quis,
é na verdade ilusão.
Amor pra mim é um mito,
em nada disso acredito…
E me devora o dragão!
Meu filho,
Perdoe a minha ausência
Seu pai queima o tempo
Para te trazer a comida
Perdoe o meu cansaço
Perdoe a minha impaciência,
Fruto do fel de cada dia
Perdoe a minha ignorância,
Não tive tempo.
Perdoe meus amigos,
Que perderam a esperança
De me ensinar sobre o amor.
Perdoe a minha dúvida em relação a sua mãe
Perdoe o flerte das minhas palavras
Que só dão voltas quando querem atingir o alvo
Perdoe meu olhar pesado
Perdoe o meu abraço duro
Perdoe o meu sorriso guardado
Perdoe aquele a quem a vida só deu trabalho§
Valsa Brasileira
Vivia a te buscar
Porque pensando em ti
Corria contra o tempo
Eu descartava os dias
Em que não te vi
Como de um filme
A ação que não valeu
Rodava as horas pra trás
Roubava um pouquinho
E ajeitava o meu caminho
Pra encostar no teu
Subia na montanha
Não como anda um corpo
Mas um sentimento
Eu surpreendia o sol
Antes do sol raiar
Saltava as noites
Sem me refazer
E pela porta de trás
Da casa vazia
Eu ingressaria
E te veria
Confusa por me ver
Chegando assim
Mil dias antes de te conhecer
Raras pessoas tem o dom de deixar meu coração acelerado...
Só quem já viveu de "olhares" sabe que amor a primeira vista existe...
