Se me Amas de Verdade
"A gente nunca erra quando diz o que os outros querem ouvir ...mas é abslotamente frustante e tem sempre um grau de falsidade. Pensem nisso!"
"Quando a gente conhece a verdade ...ainda que o mar se levante em tsunamis nada mais pode interessar "
Por fim, descobri:
não é preciso dizer tudo, nem mostrar a certidão da alma.
A verdade que importa mora na parte do iceberg
que ninguém enxerga —
e se alguém insiste em cavar o que não lhe cabe,
é só porque teme o vazio do próprio terreno.
Então, se perguntarem quem sou,
respondo com um sorriso meio torto, meio santo:
— Sou o que restou depois que parei de tentar ser qualquer outra coisa.
Escolher sabiamente quem caminha ao nosso lado é essencial. Rodeie-se de pessoas que mencionariam seu nome em uma sala cheia de oportunidades. Essas são as verdadeiras jóias, os imparáveis que, mesmo diante das falhas, continuam a marchar. Vencedores são aqueles que persistem, que não desistem, que veem no fracasso uma chance de recomeçar.
Amor incondicional…
Em cada esquina do mundo, encontramos figuras de força e amor incondicional, mas nenhuma se compara à mãe guerreira. Ela, que transforma cada desafio em um degrau, cada lágrima em um aprendizado. Sua capacidade de cuidar e amar transcende o tempo e o espaço, criando laços invisíveis que sustentam o coração de quem se encontra sob suas asas.
Essas mães são verdadeiras arquitetas do destino, moldando vidas com sua sabedoria silenciosa e seus gestos de carinho. Elas não apenas ensinam a caminhar, mas mostram o caminho com coragem e determinação. Em seu olhar, há um universo de esperança, e em seu abraço, um refúgio seguro.
Cada dia é um novo capítulo de dedicação, onde o amor se expressa em pequenas ações que muitas vezes passam despercebidas, mas que, no fundo, constroem a base de um lar cheio de amor e segurança. Elas são as guardiãs das tradições, as contadoras de histórias, as portadoras de sonhos.
Em um mundo que muda constantemente, a mãe guerreira permanece firme, uma âncora em meio à tempestade, um farol que guia seus filhos em direção a um futuro promissor. Sua presença é uma celebração da vida, uma prova de que o amor verdadeiro não conhece limites.
Assim são todas as mães guerreiras, heroínas do cotidiano, que merecem não apenas nosso reconhecimento, mas também nossa eterna gratidão. Pois, em cada gesto seu, reside a essência do que significa ser verdadeiramente especial.
Em cada esquina do mundo, encontramos figuras de força e amor incondicional, mas nenhuma se compara à mãe guerreira. Ela, que transforma cada desafio em um degrau, cada lágrima em um aprendizado. Sua capacidade de cuidar e amar transcende o tempo e o espaço, criando laços invisíveis que sustentam o coração de quem se encontra sob suas asas.
Em um mundo que muda constantemente, a mãe guerreira permanece firme, uma âncora em meio à tempestade, um farol que guia seus filhos em direção a um futuro promissor. Sua presença é uma celebração da vida, uma prova de que o amor verdadeiro não conhece limites.
Majestosa águia…
Em meio às adversidades cotidianas, somos frequentemente desafiados a manter nossa serenidade diante de provocações que testam nossa paciência e equilíbrio emocional. Imagine, por um instante, a majestosa águia, que, ao perceber um corvo incomodando-a incessantemente, não desperdiça sua energia em um confronto direto. Ao invés disso, a águia simplesmente alça voo a altitudes inacessíveis ao corvo, elevando-se acima do tumulto e encontrando paz nas alturas.
Este comportamento sábio nos oferece uma poderosa lição sobre autocontrole e resiliência. A águia nos ensina que, diante das provocações, não precisamos retribuir na mesma moeda, nem nos deixar enredar por conflitos infrutíferos. O verdadeiro poder reside na capacidade de se elevar acima das circunstâncias, mantendo a mente clara e o coração tranquilo.
Assim como a águia, podemos escolher nossas batalhas com sabedoria, preservando nossa energia para o que realmente importa e cultivando um espaço interno de paz. Ao compreender que não somos obrigados a responder a cada provocação, descobrimos a liberdade de viver em harmonia com nossos valores, transcendendo as limitações impostas pelos outros, e encontrando força na tranquilidade de um espírito inabalável.
A serenidade, portanto, não é um sinal de fraqueza, mas sim de uma força profunda que nos permite moldar nosso próprio destino, indiferente às tempestades que nos cercam. Que possamos, então, aprender com a águia a arte de voar alto, deixando para trás tudo aquilo que busca nos deter.
O amor verdadeiro…
No âmago da existência humana, o amor verdadeiro emerge como uma força indomável, uma chama que aquece a essência e ilumina os recantos da alma. É na preocupação genuína que se revela a primeira faceta deste sentimento sublime, onde o bem-estar do outro se torna um espelho de nossa própria felicidade. Quando nos preocupamos, criamos um laço invisível de apoio emocional e prático, nutrindo a conexão com gestos silenciosos e palavras que acalentam.
A dedicação, por sua vez, é o tempo transformado em eternidade. São momentos partilhados, memórias tecidas com o fio do afeto, que permanecem pulsando no coração como um testemunho de vida vivida em plenitude. É na presença constante que o amor se aninha, encontrando abrigo na simplicidade do cotidiano e na grandiosidade dos sonhos compartilhados.
Para que o amor verdadeiro floresça, a comunicação aberta é essencial. Não há espaço para segredos, pois a verdade é a base sobre a qual edificamos a confiança. Palavras sinceras, mesmo nas horas difíceis, são a ponte que nos une, permitindo que a empatia flua livremente como um rio que encontra seu mar.
Na dança do amor, a empatia e a confiança são os passos que nos guiam. É a capacidade de sentir com o outro, de compreender sem julgar, que nos permite encontrar consenso nas divergências. A felicidade do outro se torna uma extensão da nossa, e suas necessidades ecoam como um canto familiar que nos faz querer ser melhores.
A intimidade é o solo fértil onde o amor lança suas raízes. É no compartilhar de pensamentos, sentimentos e desejos que nos tornamos vulneráveis, despidos das armaduras que o mundo nos impõe. Neste espaço sagrado, o outro se torna não apenas um parceiro, mas um confidente, um reflexo de nossa própria alma.
Quando o amor verdadeiro se estabelece, o outro se torna prioridade. Fazemos coisas que jamais imaginamos, movidos por uma força que desafia a lógica e transcende o egoísmo. É um respeito profundo pela individualidade, um reconhecimento de que, apesar de diferentes, somos complementares.
O diálogo é a melodia que mantém o amor vivo. É através da troca constante de palavras e silêncios que solidificamos nossa parceria, cultivando a paciência necessária para entender que o amor é uma jornada, não um destino.
E assim, o amor verdadeiro se revela, não como uma teoria distante, mas como uma prática diária de cuidado, compreensão e crescimento mútuo. Ao final, toca o coração como uma brisa suave, convidando-nos a refletir sobre a qualidade de nossas próprias relações. Faz-nos desejar encontrar ou cultivar essas características em nossas vidas, lembrando-nos de que o verdadeiro amor não é uma conquista, mas uma construção contínua, um poema que escrevemos a cada dia com as ações mais simples e os gestos mais sinceros.
Não aspiro à bondade que se molda aos caprichos alheios, mas à justiça que, implacável e serena, sustenta a verdade mesmo quando o coração vacila.
Mentes…
A pequenez de uma mente revela-se no seu fascínio pelo efêmero, pelo irrisório, pelo rumor que se arrasta pelas sombras do cotidiano. Focar-se nas vidas alheias, desfiando os fios da privacidade do outro, é sinal de um espírito que se detém na superfície, incapaz de sondar as camadas mais densas da existência. A fofoca, em sua essência, é o refúgio de quem se recusa a confrontar a vastidão do pensamento, preferindo habitar o estreito corredor da banalidade.
Por outro lado, há aqueles que se inclinam para o dinamismo dos eventos, para os movimentos que moldam o mundo e nossas experiências compartilhadas. Essas mentes, embora mais arejadas, ainda se limitam ao transitório. Discutem fatos, narram histórias, mas se deixam enredar pelo agora, pelo cenário externo que se desenrola como um teatro. Não ousam perscrutar as raízes que sustentam o que é visível, pois talvez temam o abismo que aguarda sob a superfície dos acontecimentos.
Já as mentes verdadeiramente grandiosas transcendem a distração do trivial e a armadilha do imediato. Essas almas encontram o infinito no pensamento, o eterno nas ideias. Não se satisfazem com a espuma das ondas; buscam o oceano profundo onde residem as perguntas fundamentais. Elas sabem que discutir conceitos é escapar da prisão do contingente, é tocar o que é universal, absoluto e transformador. O diálogo de ideias não apenas conecta consciências, mas também as eleva, permitindo que o espírito humano se expanda para além de si mesmo.
Assim, a diferença entre essas três categorias de mentes não é meramente uma questão de escala, mas de profundidade. É a escolha entre o passageiro e o perene, entre a distração e o propósito, entre o ruído e a música. A grandeza de uma mente não é medida pelo que ela consome, mas pelo que ela cria e pelo impacto que suas reflexões exercem sobre o mundo. Enquanto as mentes pequenas se contentam em observar o palco, e as boas em relatar suas cenas, as grandes reescrevem o roteiro que dá sentido à existência.
Não é a quantidade, é a qualidade…
A solidão, muitas vezes temida, é na verdade um refúgio para aqueles que se recusam a habitar o teatro das aparências. Não faço questão de moldar-me ao agrado alheio nem de ceder espaço a máscaras que fingem afeição, enquanto ocultam intenções vazias. Vivemos em um mundo onde o brilho das palavras é frequentemente maior que sua substância, e onde o preço de tudo é calculado com precisão, mas o valor das coisas — e das pessoas — se perdeu em meio ao ruído. É um cenário em que a falsidade veste trajes elegantes, mas não consegue disfarçar o vazio de um coração desprovido de sinceridade.
Prefiro a companhia do silêncio ao convívio com vozes que não ecoam verdade. Quem valoriza a própria essência sabe que nem todas as presenças são bênçãos; algumas são pesos que nos arrastam para um chão de ilusões e desgostos. Há momentos em que a distância não é apenas uma escolha, mas uma necessidade vital. Cada passo solitário, quando guiado pela autenticidade, é mais digno do que mil passos acompanhados por sombras que disfarçam intenções. E se o preço da minha verdade é a solidão, pago-o sem hesitação, pois a minha verdade é o único chão firme no qual posso caminhar.
Já dividi momentos, confidências e risos com pessoas que hoje são apenas lembranças distantes. Não guardo ressentimento; guardo aprendizado. Há lugares que já ocupei, mas que hoje não mais me pertencem, pois o tempo, esse escultor implacável, molda nossas prioridades e nos ensina a deixar para trás o que não nos alimenta. Carregar o peso do passado é recusar o espaço que o novo necessita para florescer. E há uma liberdade sublime em soltar aquilo que nos faz mal, em abrir mão do que nos desgasta, em dizer adeus ao que não nos respeita.
Cada despedida é uma porta que se fecha e, ao mesmo tempo, um portal para dentro de nós mesmos. A ausência do outro nos ensina a presença de quem realmente somos. É nessa solitude que encontramos a clareza necessária para discernir o que importa e o que é supérfluo, o que edifica e o que consome. A estrada da autenticidade pode ser solitária, mas é nela que o espírito encontra paz. Que o mundo siga amontoando falsidades; eu escolho caminhar leve, fiel ao que pulsa dentro de mim. Porque, no fim das contas, não é a quantidade de pessoas ao nosso redor que importa, mas a qualidade daquilo que carregamos na alma.
Mente fragmentada…
A mente que se recusa a reconhecer o outro como sujeito pleno de existência, que tudo reduz à extensão de si mesma, opera em um vazio relacional que desregula e fragmenta o ambiente ao seu redor. Essa estrutura psíquica, profundamente imatura, é marcada por uma fixação infantil no centro do próprio universo, como se o mundo fosse um espelho a refletir incessantemente suas demandas, desejos e fragilidades. Não há, nesse espaço interno, uma verdadeira alteridade; há apenas ecos de um vazio profundo, preenchido pela constante necessidade de validação externa.
A terapia, ao se deparar com esse funcionamento, frequentemente vê-se diante de um enigma: como dialogar com alguém cuja capacidade de estabelecer uma relação genuína é severamente comprometida? O erro comum é tratá-los como adultos, como sujeitos capazes de introspecção madura ou de firmar pactos terapêuticos baseados em metas compartilhadas. Isso é ilusório. O que se enfrenta, na verdade, é uma dinâmica emocional estagnada em uma idade mental muito precoce, onde a raiva, a frustração e a incapacidade de lidar com limites predominam.
As reações das pessoas ao redor tornam-se, então, o principal instrumento de observação. Esse funcionamento psíquico desregula os outros porque demanda, incessantemente, que tudo orbite ao seu redor. O caos criado não é acidental; é parte intrínseca da dinâmica. A terapeuta, ao tentar impor racionalidade ou estabelecer estratégias adultas de diálogo, não apenas falha, mas se torna vítima dessa desregulação, entrando no jogo confuso de manipulação e frustração.
O caminho, então, não está em alianças ou acordos, mas em uma abordagem que reconheça a infantilidade emocional presente. É necessário recorrer às ferramentas da psicologia infantil e das terapias de trauma. Tratar essa mente como se fosse uma criança de três anos não é uma metáfora depreciativa, mas uma estratégia realista. A explosão de raiva, o rompimento abrupto, o desprezo pelas regras de interação madura — tudo isso são expressões de uma psique que opera em um registro de sobrevivência primitivo, onde não há espaço para a verdadeira reciprocidade.
Portanto, insistir em abordagens convencionais, baseadas em diálogos racionais e estruturados, é não apenas infrutífero, mas também ridículo. É preciso reconhecer que o terreno onde se pisa é o de uma mente fragmentada, incapaz de sustentar os pilares da comunicação adulta. A terapia, nesse contexto, não deve buscar acordos, mas sim trabalhar com paciência, limites claros e, acima de tudo, a compreensão de que está lidando com feridas profundas que ainda não cicatrizaram. É um campo de batalha onde a maturidade do profissional é testada a cada momento, diante de uma estrutura psíquica que, para se proteger, não hesita em destruir tudo ao seu redor.
Entre erros e acertos…
Há momentos na vida em que somos convocados a sermos vilões em histórias que não escrevemos. É curioso perceber como, às vezes, sem intenção ou consciência, nos transformamos no espelho onde outros projetam suas dores, frustrações e carências. Não importa o quão genuínos sejam os nossos gestos, o quão sinceros sejam os nossos atos: algumas pessoas precisarão nos moldar em algo que justifique suas próprias narrativas. E isso não diz sobre quem somos, mas sobre o que elas precisam enxergar.
Aceitar esse papel é, antes de tudo, um exercício de liberdade. Não a liberdade que agrada, que se curva, que busca validação a qualquer custo, mas aquela que nos mantém íntegros, mesmo quando o mundo à nossa volta insiste em nos julgar. É melhor ser autêntico e incompreendido do que perder-se no labirinto de expectativas alheias. Porque, no fim das contas, agradar a todos é um jogo injusto — e o preço é sempre a nossa essência.
As opiniões que os outros formam sobre nós são, quase sempre, reflexos deles mesmos. Quem nos detesta sem conhecer, quem nos julga sem buscar entender, está, na verdade, lidando com suas próprias feridas, não com a nossa verdade. Não cabe a nós corrigir percepções equivocadas, muito menos abrir mão da nossa paz para justificar quem somos. Afinal, se alguém tem algo a resolver conosco, que nos procure. E se não nos conhece o bastante para isso, será mesmo que vale a pena carregar esse peso?
Entre erros e acertos, sigo aprendendo. Já tropecei, já decepcionei, mas também já amei, edifiquei e cresci. E, nesse constante aprendizado, a lição mais valiosa tem sido ser justo comigo mesmo: permanecer fiel ao que acredito, respeitar meus limites, e, acima de tudo, cultivar a paz que nasce do autoconhecimento. Que a minha autenticidade incomode, se for preciso. Porque a tranquilidade de viver sem máscaras vale infinitamente mais do que a aprovação de quem nunca enxergará além das suas próprias sombras.
A verdade é uma ideia que pode germinar em sua mente algo novo, o que te protege de ilusões e fantasias é não acreditar integralmente em nada, sempre deixe a questão em aberto.
Você ser gentil, humilde, legalzim, agradável e bonzinho não abraça ninguém, não faz um casulo pra carregar ninguém protegido.
Quer abraçar alguém olhe pra onde ela está olhando.
Do lado dela.
Não tenha medo de ver o que ela vê, nem de descrever o que vê, você vai parecer um monstro ao narrar tudo.
Mas ela vai saber que não está só.
quando você mudar,
0.0000000000000,1% no mundo você fala comigo, caso contrário continue a lustrar seu ego.
Seja Extraordinário, faça diferença, de sorrisos em submúltiplos de segundos o mundo já está cheio.
