Se Fosse Só Sentir Saudade
A felicidade é um sentimento pouco autêntico. Só quando naufragamos no inferno da desesperança nos encontramos - ou melhor, encontramos algo além de nós mesmos.
Nas operas encobertas sonsas almas
Delinear de virtudes apenas flores num deserto.
Digo-lhe que sou mero fruto de um mundo devastado.
Homens e seus ideais transcende a destruição por suas futilidades.
Nos ares do mundo...
A poluição é a herança humana?
So usar os recursos do planeta é justo?
A vida tem preço e custos?
Vivemos do sofrimento dos animais?
Também somos animais, mais somos racionais e desta racionalidade o quanto podemos ser humano entre os animais?
Da humanidade a decadência como podemos ser distintos e dignos de ser parte deste mundo?
Por tanto o abismo nos faz florescer diante a decadência...
Talvez se ouvesse mais entidades do que conflitos a humanidade seria melhor...!
Mais a mais perguntas do que respostas no mundo que vivemos.
A ignorância e a intolerância religiosa e racial são o conluio deste mundo mundano....
Só mais um entre tantos.
Palavras que se perdem.
Antro de perdição
Mente vazia no estado impecável...
Nutrientes do caos aparente,
Sonso ato que é derradeira fonte da ausência.
Sou alma pedida em teus lábios,
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
Tão vivida, tão clara nas planices de minha alma...
O último suspiro é simplicidade o abraço da eternidade...
Alegoria da caverna digital .
So tem um celular e notebook
Mesa cadeira e sofá.
O resto vem por entrega rápida.
Alienação visual e intelectual é uma penxincha tudo grátis ainda tem Internet de graça...
A fogueira agora é um aquecedor elétrico ou a carvão da mata nativa...
Fast-food se da existência o boi social...
Sendo digno ate farmácia tem entrega rápida pois boi não desceu bem...
Ma digestão pois a carne apodrece no estômago por tres dias antes de poluir os rios degradados com dejetos do homem-ego primo do homem gafanhoto.
Usar preto roupas do estilo que monda sua consciência de pensar fora da caixa de pandora.
Somos vistos, julgados e rotulados, embora ser o que somos ainda somos mesmo conteúdo.
Crescer e evoluir dentro da própria subcultura como gótica não ser rotulado ou seguir uma seita,
Seguir num estilo visual e musical...
Embora sofrer com descriminação e o racismo, o preconceito de ser criticado por não igual.
Ser de outra religião pagãos ou seguir próprio nariz não quer dizer pertence ao seu mundo de ser.
Vivemos história verdadeira caçada se é pensador poeta sera taxado pela bruxaria que carrega, então sou bruxa bruxo mago o que for incrédulo ate que ciência prove ao contrário, pois sem debate sem criticar e compreender o sistema o somos criaturas da natureza sem alma apenas devastação do meio ambiente , depois comemorar com churrasco e futebol, self-service a IA agradece a preferência, volte sempre suas notificações serão entregues.
So tão so o dinheiro sera a verdade...
Do pó ao pó so dinheiro te salvará
Amém políticos
Nos paraíso fiscais não será vendido por suas posses.
Um ou duas mansões o filme so primeiro da trilogia...
Seremos fiéis pois ossos ja foram comprados.... amém
Em toda imensidão não cabe eu e minha imersão na imensidão so comparável ao sentido por você.
Dentro da imensidão só apenas a poeira cósmica soprada pelos ventos solares para os quais senti parte da imensidão passando por meus olhos.
Uma nuvem de poeira cosmica.
A mesma que deu origem a vida,
No silencio respiro parte da mesma imensidão vejo o tempo se efêmero diante o complexo na vida poeira um dia foi rocha no outro momento parte de um planeta algo parte do universo.
Num enigmático dia abri olhos vi que era um terraquio como pode ser...?
Pois me pergunto meus olhos queimarem nos raios do sol vejo cada segundo como único.
Respirar e respirar sentir coração bater sangue correr pelas veios.
Me sinto no macro cosmo olhando imensidão de ser parte de um sonho na imensidão da humanidade.
Ouvir carros passar a música ao fundo ouvi o mundo seu movimento compreendo que sentir é maravilhoso e monumental.
"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."
Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.
Por ser o que somos viajamos por nossos universos pessoais ignoramos existência a grandeza do universo que vivemos. Ainda mais não damos conta que podemos contemplar nosso crescimento diante das estrelas.
Somos vampiros da nossa consciência...
Nada criamos só replicamos.
Mais profundo do sentido as máquinas pensam...!
Calida alma rebelde floresce.
Sempre haverá um pássaro que voa.
No relento de nossas vidas
Somos a madrugada serena...
No céu tudo tem a liberdade...
E percebemos que a terra ainda azul água do mar parece verde,
Ventos uivando palavras jogadas na imensidão...
Relatos de um amor perfeito e iluminado por toda vida da terra...
Então a chuva aparece com lágrimas de uma paixão surge em labaredas de fogo no trovão. Um grito que silencia nossos olhos mortos pelo ardor do luar.
So seu desequilíbrio eu vejo a realidade da ignorância... se expõe a virtude a tristeza não é clara...
Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.
Talvez eu tenha passado tanto tempo tentando descobrir onde chegaria que só agora percebo: eu já me tornei alguém que, um dia, sequer imaginava ser.
Se os Juízes de Poltrona soubessem que a justiça que tentam impor alisando telas só os torna dignos de pena, os Tribunais do Espetáculo jamais subsistiriam.
Mas talvez o problema não seja a ignorância sobre si mesmos — e sim o conforto que encontram nela.
Julgar à distância oferece a ilusão de poder sem o peso da responsabilidade.
Ali, atrás de uma tela, cada sentença é rápida, cada condenação é limpa, cada narrativa cabe em poucas linhas.
Não há contradições, não há contexto suficiente para atrapalhar a certeza.
E, sobretudo, não há consequências reais para quem acusa.
O espetáculo precisa dessa simplificação.
Ele se alimenta da pressa, da emoção crua, da necessidade humana de pertencer a um lado.
Nos tribunais improvisados do cotidiano digital, a dúvida é vista como fraqueza, a ponderação como cumplicidade.
Assim, constrói-se uma justiça que não busca compreender, apenas confirmar o que já se quer acreditar.
Há, no entanto, uma ironia silenciosa nisso tudo: ao reduzir o outro a um rótulo, o juiz de poltrona também se reduz.
Abdica da complexidade que o constitui, troca a reflexão pela reação, e passa a existir num mundo onde tudo é evidente demais para ser verdadeiro.
E nesse processo, perde algo essencial — a capacidade de enxergar o humano para além do erro, da falha, da manchete.
Talvez os Tribunais do Espetáculo persistam justamente porque oferecem respostas fáceis a perguntas difíceis.
Eles não exigem escuta, apenas eco.
Não pedem responsabilidade, apenas adesão.
E assim seguem, alimentados por uma multidão que prefere a sensação de estar certa ao desafio de, de fato, compreender.
No fim, o que se vê não é justiça — é encenação.
E toda encenação, por mais convincente que pareça, sempre depende de um público disposto a acreditar nela.
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