Se Fosse Só Sentir Saudade

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Se fosse fácil não teria graça, nascemos para aprender a ir atrás de nossos sonhos, e não para conquistarmos sem esforço, afinal ganhar sem lutar não tem gosto de conquista.

Se fosse fácil ou simples nenhum de nos teríamos sentido nenhum tipo de interesse. Eu me apeguei até pelas tuas imperfeições, pelo tom na tua voz até quando é pra me ofender, sim você ama me ofender e por mais que vinte três horas e meia do nosso dia seja resumido em brigas, apenas nós sabemos o quanto essa meia hora de paz nos faz querer um ao outro cada dia mais.

Se o mundo fosse como uma fotografia, quieto, sereno, congelado, talvez eu conseguisse viver na paz que sinto ao olhar para ela.

Minhas mãos tocam o vento...
Mas eu queria que fosse o seu cabelo.
Meus olhos vêem o escuro...
Mas eu queria que fosse a claridade dos teus olhos.
Meu ouvidos ouvem o vento soprar e os bichos cantarem...
Mas eu queria que fosse a sua voz.
Meus narizes sentem o ar abafado da noite...
Mas eu queria que fosse o seu cheiro.
Eu queria...
Quero...
E vou querer eternamente...

Agias sempre com total indiferença, como se eu fosse uma pessoa comum que cruzou a tua vida por acaso, como se eu não tivesse feito por ti tudo o que nunca ninguém fez.

A vida é como se fosse um lápis, às vezes passamos por um apontador, mas lembrando que no final a nossa ponta será mais forte e melhor!

Se sua vida fosse um sonho….
e você acordar..
Você teria vivido a vida que sonhou?

🚀 Sempre desejei que minha história fosse um impacto positivo. Não busco números, busco pessoas que compartilham desse propósito: formar uma rede que inspire outras pessoas a sonhar e acreditar. ✝️🔥.

Da Janela no sertão

Da minha janela vejo a chuva,
e ela cai como se fosse choro do céu.
Mas não, não é tristeza não:
é só o sertão do mundo molhando sua pele,
pra lembrar que até a pedra dura
se rende à água mansa.

O tempo corre lá fora,
feito cavalo brabo,
ora levantando poeira nos ventos,
ora abrindo o peito pro sol quente da vida.
Dias e noites se alternam,
como se Deus brincasse de fiar luz e sombra
na roca invisível da eternidade.

Eu fico aqui, de dentro,
vendo árvore nascer, perder folha,
morrer e ressuscitar no mesmo tronco.
É como se cada galho fosse profeta
dizendo que nada se perde:
só muda de roupa,
feito romeiro no caminho.

E aprendo que o tempo não mora em mim,
mora lá fora, correndo nas águas,
cantando nos ventos, ardendo no sol.
Dentro de mim só tem o silêncio,
um silêncio grande,
onde o instante fica parado —
feito retrato da alma,
feito milagre da vida.

Roberval Pedro Culpi

26/08/2025

Se a vida fosse fácil, não valeria a pena viver.

⁠“Escrevo para os outros e com isso diminuo minha solidão; se assim não fosse, nenhuma palavra valeria a pena.”

⁠O verde sempre foi meu sentimento favorito!
O verde está em toda parte, como se fosse o modo de Deus dizer “Sim”.
A maioria das coisas vivas é verde. A relva, a árvore, o caule, o início.
É por isso que é a cor mais cheia de possibilidades.
Quando o sinal está verde, é porque há caminho.
O verde é a cor da vida que segue.
Talvez, seja por isso que Deus tenha escolhido o verde para cobrir a maior parte do planeta.
Para lembrar, sem palavras, que podemos viver.
Que temos permissão para crescer, para seguir, para recomeçar.
O verde está no campo, mas também na cidade, nos sinais.
Está no meio do caos, dizendo: ainda dá.
E talvez viver bem seja isso: reconhecer os verdes do caminho.
E aceitar o convite silencioso do Criador que, com essa cor, nos autoriza a ser.

⁠Deus sabe tudo e tem controle de tudo que existe e do que nunca existiu. Ainda se eu fosse nada mesmo assim Deus saberia sobre mim, ainda que eu não quisesse ser alguém mesmo assim Deus saberia sobre mim. Não existe a possibilidade de Deus não souber alguma coisa.

As coisas são sempre contrárias, mas se não fosse como haveria saudades? Então vivamos o hoje, sem esperar muito do amanhã.

⁠E se a única opção fosse se apaixonar diariamente por você e amar-se ainda mais?

E se, antes do "eu sinto muito", viesse: "se fosse ao contrário, como eu me sentiria?"

Tocou em minh'alma
e mergulhou em pensamento
Pensei que fosse brisa .
Mas feito furacão ...
Virou meu tormento.

Farei 10 anos de poesia em 2018, lembro como se fosse hoje quando escrevi o meu primeiro poema titulado “Onde está o teu corpo”, para ser apresentado no TAL (Tempo de Arte Literária), na Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima, organizado pela professora Sandra Zaira, neste dia apesar de ter escrito a poesia, não tenho apresentado, apenas apresentei poesias da minha autoria neste mesmo espaço em 2010, a poesia apresentada foi titulada como “Destino” escrita em 2010, neste mesmo ano passei a frequentar a Biblioteca Comunitária de Valéria Prof José Oiticica, onde passei a conhecer o cearense Antônio Fernandes Mendes, e a ganhar um conhecimento sobre o anarquismo, neste mesmo espaço funcionava o ISVA (Instituto Socioambiental de Valéria), e o cineclube do bairro. Em 2011, apresentei a poesia “Coração de Pedra”, no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, a poesia “Onde está o teu corpo” somente foi apresentada no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, também para o TAL (Tempo de Arte Literária), ganhando no primeiro lugar em 2012.

Publicações nas redes sociais:

Em 2011, passei a redigir o livro “Toque de Acalanto”, no Centro Educacional Paulo VI, ganhei o meu primeiro Pendrive, para armazenar as minhas poesias e comecei a publicar algumas poesias no Orkut, Facebook, Blog, Site, Twitter… Esse foi um dos meios que tenho encontrado para publicar as minhas poesias, para que outras pessoas lessem, mesmo assim ao longo do tempo fui parando de publicar as minhas poesias nas redes sociais, pois muitos dos amigos(as) não gostavam de receber as poesias que apareciam no “feed de notícias” da rede de cada um. Então resolvi criar uma Fanpage no Facebook, assim como na Google, mesmo assim não tive sucesso, de cada 1 elogio milhares de críticas, contra as publicações, onde buscava também escrever poesias e textos de cunho social, fazendo denúncia do sistema. Fiz parte do curso 200 anos de Poesia, administrado pelo poeta Douglas de Almeida, na Biblioteca Publica do Estado da Bahia.

Publicação de Antologia:

Em 2013, comecei a publicar poesias em antologias, recebi o convite do Valdeck Almeida de Jesus, para poder publicar uma poesia da minha autoria, no Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, da Editora Galinha Pulando, antologia essa que é publicada um ano depois, ou seja foi publicada em 2014, enviei a poesia “Amor“. A partir dai comecei em publicar em diversas outras antologias, e fiz parte também em uma das edições da Revista Omnira, N. 8, organizada pelo jornalista Roberto Leal.

Queima de poesias:

Tenho queimado diversas poesias da minha autoria, pois não estava me sentindo bem, somente depois de alguns anos que lembrei que tinha cada poesia salva no Pendrive e em 1 CD, não foi apenas uma vez que isso tem acontecido, houve a segunda vez como uma experiência para que nunca mais faça isso, essas poesias apenas poderei encontra-la quem sabe no Rio de Janeiro, registrada pela Biblioteca Nacional.

Encontros Literário:

Tenho ido em alguns encontros literários, apenas não tenho frequentado com assiduidade por falta de recursos para se deslocar do meu bairro para o local dos eventos, tenho ido no Projeto Fala Escritor, no Iguatemi, tenho ido no Círculo de Estudo Pensamento e Ação (CEPA), no Barbalho, assim como também tenho ido na Parada do Livro da Bahia, em alguns lançamentos de livros, organizado pelo Roberto Leal, pela UBESC (União Baiana de Escritores), assim como fui no lançamento do livro “Cartas ao Presidente”, organizada pelo Carlos Souza Yeshua, tenho ido no projeto Leituras Pulicas, no pátio da Biblioteca Publica do Estado da Bahia, assim como tenho ido em algumas exposições das obras do Almandrade, no Mosteiro São Bento e na Galeria Roberto Alban, dentre outros.

Oficina de Poesia:

Fiz parte de algumas oficinas de poesia, para poder me desenvolver mais, então resolvi fazer parte de algumas oficinas de um projeto chamado Escrita em Trânsito, fiz parte de oficina organizada pelo Ricardo Domeneck, Carlito Azevedo e João Bandeira.

Se o amor fosse a dor, certamente nunca me deixaria. Porque a dor sempre volta, mas o amor… sempre vai.

Às vezes nos deparamos a imaginar: “se fosse me dada a chance de viver mais uma vez, faria tudo bem diferente”. Não esperemos para fazer diferente em outras vidas. Façamos nesta, e que possamos curtir a emoção de simplesmente viver. Viver com alegria e entusiasmo, fazendo o que gostamos e realizando nossos sonhos.