Se for para Morrer que Seja
A fraca liderança manda a sua guarda morrer pelo não dito, ao contrário do líder de verdade! Não manda vai para dar exemplos;
Quero viver como se fosse morrer amanhã, amar e ser amado, desejar e ser desejado como o ultimo apaixonado buscando a felicidade;
Insisto em esquecer-se do passado que atrás de mim se perdeu, mas não me esquecer do meu presente que abre o meu futuro;
Morra de amor, mas não viva na ilusão, pois o seu coração é forte para morrer com um sentimento singelo e fraco para conhecer a frustração;
Minha vida não é fácil e não se despediram de mim para me deixarem morrer de saudade, mas o meu pedido final é o seu coração;
Não quero morrer de morte matada, nem muito menos de morte morrida;
Mas desejo morrer de amor correspondido;
E então cantarei
Os versos mortais
Para em si viver
Ou morrer de amor
Rasgando os seletos
Sentimentos leais
E desatando a dor
Ò vida, que me fizeste
Tão dependente do amor
E da bondade...
Onde está tu?
Por onde andas
De verdade
Entre sonhos
Ou da realidade
Quero só a ti
Então espero
Minhas oportunidades;
Para viver melhor, deve-se morrer um pouco em seu interior;
Por isso morro um pouco a cada dia... Para me encontrar com a felicidade;
Deixar-te-ei explorar-me em desejos, no qual te faça morrer e reviver de amores infinitos... Satisfaça-te pelos doces prazeres que a leve eternamente em meus braços...
Porém os teus olhos reluz o brilho da vida e a alegria, no que sinto em versos com voz minha...
Não permito tristeza porque te quero com natureza... Com a minha fé, a alma está amando e não vou dizer até;
Pela gota de orvalho o perfume a ressaltou que entranhou sobre sua pele... o que tenho em sentimentos foi tudo que me restou;
Surpreendas-me encostando a tua face junto a minha sorrindo por sentir o meu calor tudo prova que lhe tenho ardor...
Quero morrer de amor, morrer de paixão, morrer de ansiedades e sentimentos bons, mas nunca morrer na memória de alguém...
Não busque viver como se nunca fosse morrer para que não morras como se nunca tivesse vivido no descaso que tanto condena;
As verdades assustam, assombrando tudo que se fora para não mais existir na dormência do que não é de ninguém;
Não aprendi a me render e nem mesmo desistir dos meus sonhos e nem da minha realidade;
