Se eu Tivesse Asas
Eu não sei o que Deus nos reservou para este dia, mas confio que será cheio de propósito, paz e cuidado. Que cada passo seja guiado por Ele, e que nada falte. Que haja força, fé e motivos sinceros para agradecer ao final de tudo.
Se vai dar certo, eu não sei, mas estou deixando tudo nas mãos de Deus. Que seja abençoado o nosso dia. Quando Deus está à frente, até o impossível encontra um caminho para acontecer.
Deus e eu… como vento e oração. Mesmo sem vê-Lo, sinto Seu cuidado pousando leve sobre meus dias, acalmando tempestades dentro do peito.
Deus, eu entrego em Tuas mãos este dia. Abençoa o que está por vir, guia meus passos, fortalece minha fé e guarda minha família. Que não nos falte sabedoria, paz e esperança. Seja feita a Tua vontade em cada momento. Amém!
Que mesmo diante das provações e adversidades, eu sempre seja luz. E que permaneça firme na fé, com paciência e esperança em Deus, em dias melhores.
Eu não conheço as batalhas que você enfrenta, mas lembro de você em minhas orações. Que Deus lhe dê coragem para continuar, sabedoria para decidir e força para vencer cada batalha. Você não está sozinho. Amém!
Do silêncio
Somos responsáveis pelo nosso silêncio...
Se eu der minha opinião, se eu alertar alguém, se eu persuadir alguém, se eu gritar aos quatro-ventos...
Se... tudo isso aí e unas cositas mais, serei responsável de alguma maneira.
Claro, terei me implicado na situação de forma bem clara. Serei responsável pelo que falei, pelo que fiz. Minhas palavras podem voar ao vento, mas... antes de voarem, passaram pelos ouvidos de alguém, pelos olhos de alguém.
Então, penso eu, em certas situações, o melhor a fazer é manter-me passivamente passiva. Farei do silêncio minha arma de comunicação. Assim, não poderei ser responsabilizada por me manter calada. Se alguém fizer alguma bobagem... disser alguma mentira... ah! a melhor opção, pra mim, é o silêncio mortal.
Não sou eu quem vai expor esse alguém. Não, não mesmo. Não sou conivente, sei que o que esse alguém fez não está certo. Mas... não quero ter prejuízos afetivos... ops... então, não é o outro, sou eu a minha real preocupação... é só por isso que, muitas, muitas vezes, o silêncio se instala em mim.
Claro, claro... não vou sair por aí atirando com uma metralhadora honestidade o tempo todo e em todo lugar. Há vezes em que meu silêncio se faz necessário por pura cortesia. Então, sim, me esconderei atrás da cortina da boa convivência, da gentileza. Agirei virtuosamente como se estivesse a passear pelos corredores da corte... silenciosamente.
O ressurgimento do eu infinito.
Para que eu tenha composição traumatismos do tempo lacos de realidade seja consumidas pela realidade.
A dor surge e coração torna se frio...
A dor infinito é o drama das oito...
As paredes minha companheira parte da composição do eu as paredes são refugio do sol que arde ate o espírito...
Lamurias num eu que deseja sonhos num mundo de desigualdade social num labirinto moral.
Tento fugir do meu eu
A fuga dos meus pensamentos surge.
Em meio a desolação da ilusão em massa.
Percigo meus pensamentos .
Pego meus sonho no ar que for entre meus dedos.
Então minha imaginação voa tão alto lindo de se ver um pensamento ganhando vida..
As bolhas que voam com vento são expostos desejos ouculto por apena o acordar de madruda observar o luar e seus contrastes.
Eu não sei andar de chinelo
Não sei andar de chinelo
Vou arrastando no chão
Não sei andar de chinelo
Ando rebolando
não sei andar de chinelo
Ando de tamaco
não sei andar de chinelos
Vou descendo ate o chão
Me deve mil e quientos me pague mil e seiscentos
Eu não sei andar de chinelo e nem de tamanco ando rebolando me pague mil e setecentos...
Não sei amdar de chinelos.
A narrativa do eu para o eu diante do meu ser a história do relativismo do eu infinito para eu no coletivo.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
Estou apresentando novos conceitos para que veja o seu eu como eu vejo seu sendo eu sou diante do mundo
O paradoxo do eu é simplicidade um ciclo infinito para o arco da tênue finitude o ser eu. Nas frequência temporais eu e sou são mesmo so temporais diferente eu apenas e o ser o sou eu admitindo que é.
Dentro deste paradoxo o próprio ser tem ego e regras para os quais existe.
Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.
O eu coletivo para tendência da narrativa sois apenas olhares navegantes em ilusões no coletivo do eu.
As doença psicológicas são apenas conflitos dores do eu, esses complexo debatem com natureza humana mostra-se no máximo eu sou diante sombras no espelho.
O espelho pode responder com ecos da mente.
Tendo depressão, isolamento intelectual e espaço translúcido que em tantas versões que se torna fenômeno realista fundo borrado, um paradoxo que transmigra outras expedições fantasias e fantasmas.
Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.
Em toda imensidão não cabe eu e minha imersão na imensidão so comparável ao sentido por você.
Dentro da imensidão só apenas a poeira cósmica soprada pelos ventos solares para os quais senti parte da imensidão passando por meus olhos.
Uma nuvem de poeira cosmica.
A mesma que deu origem a vida,
No silencio respiro parte da mesma imensidão vejo o tempo se efêmero diante o complexo na vida poeira um dia foi rocha no outro momento parte de um planeta algo parte do universo.
Num enigmático dia abri olhos vi que era um terraquio como pode ser...?
Pois me pergunto meus olhos queimarem nos raios do sol vejo cada segundo como único.
Respirar e respirar sentir coração bater sangue correr pelas veios.
Me sinto no macro cosmo olhando imensidão de ser parte de um sonho na imensidão da humanidade.
Ouvir carros passar a música ao fundo ouvi o mundo seu movimento compreendo que sentir é maravilhoso e monumental.
Dualidade e insanidade.
Compreender eu do espelho e espinhos da existência.
Conjectura da fragmentos do eu
Trazem o desfrute do euforismo.
A capacidade de compreender o ser eu
No espelho caleidoscópio tornasse o teor da desconexão da realidade.
A construção do eu pois eu é simplicidade efêmero diante ser eu.
Para poucos serei eu mais na continuidade do relativismo eu transpoem sentido de ser diante paradoxo da imensidão.
Servo do espelho moral tem varias indagações... o espaço ganha nova realidade pois definitivamente os fragmentos fragis parecem ser pequenos lampejos.
Mais o eu pode ser outra variante buscando ser eu peffeito diante o reflexo do lago aonde morreu afogado.
A beleza pode ser linda no caótico universo.
Nas elipse do sol muda orbita mundo ganham cor diante tela do computador depois para tela dos celulares.
Sentir o espaço muitas vezes sentir seu coração pulsando ate no último momento de vida.
Os gases no espaço formam nuvens para os quais semente do universo se espande um dia claro sera o amanha numa simulação para os quais fotontons sejam base da vida.
As versões anteriores do eu tiveram sua chance de compreender disfunção.
Do teor dos espaços vazios dando margem para teorias e achismo.
Assim foco sem ampliou diante dilema moral.
Quer eu escreva ou desenhe...
Pois escrita são fonemas
O dito é parte da prosa...
Bem como os dizeres são expostos o desenho causa indignação...
Ou...
É uma expressão de irá e ironia
Num fato fatídico a irônica resenha.
No fardo ser rejeito ou expurgo.
Diante das letras a desatino.
A soberba falácia torna se ato de arte...
O artísta é um ator deu uma história dramática.
