Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
A hora que eu achar que não estou tão bem, bom aí pode ser que eu mude, mas agora não, agora eu me sinto realmente bem, e se me sinto bem é porque realmente não é momento para mudar.
Caso o destino nos coloque frente a frente novamente, aí sim, talvez eu queira saber. Mas hoje não dá, hoje eu não quero!
Baixinha eu te amo. Pode ser que eu não te veja todos os dias,mas todos os dias eu quero te ver,pode ser que não ouça a tua voz todos os dias,mas todos os dias eu desejo ouvir ,a mais doce voz sentir nos meus ouvidos ,falando EU TE AMO ❤
Confesso que neste mundo de “falsas verdades” às vezes me sinto perdida, como se eu viesse de outro planeta, sabe?, acreditar no ser humano é como sonhar acordar e ver que o que acreditamos por momentos, não passou de um simples sonho. Assim como amor, acredito que ainda exista amor pois vivencio isto dentro da minha casa, e sei que um dia ei de encontrar alguém que seja merecedor do meu coração do meu sentimento e eu da mesma forma seja merecedora dele.
Às vezes nos vemos perdidos, mas buscamos forças de onde nunca pensávamos que existia para seguirmos em frente pois sabemos que lá na frente Deus nos dará a vitória.
E o belo? Está aí ao nosso redor e derredor um amanhecer, um florescer de uma flor, uma risada do nada à toa em tudo isto é muito mais Deus se faz presente. Não desista pois tua vitória está chegando.
Acredite nos mistérios de Deus.
Jan(eu)ce é intertextual
Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.
Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.
Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…
Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.
Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…
Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?
Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.
“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“
Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!
Ninguém sabia me dizer
Por céus e mares eu ando
Vejo o poeta e vejo o rei
Mas ninguém sabe me dizer
Ninguém sabe fazer o meu coração disparar e ficar seguro
Eu cansei de passar por céus e mares
E nunca saber o que é o amor
O que é o amor?
O amor dói?
Ou o amor é o espinho que não se vê em cada flor?
O que é o amor?
Alguns dizem que amar é deixar ir
Alguns dizem que amar é insistir
Acho que na verdade eu não sei o que é amar
Não sei se devo deixa-la ir
ou se devo insistir.
Não
Cinco para cinco da tarde eu nasço
Eu nasci?
Eu nasço?
Eu nascerei?
Sim
Acho que nascerei
Cinco para cinco da tarde eu nascerei
Com vinte e nove anos
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