Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
Confesso que neste mundo de “falsas verdades” às vezes me sinto perdida, como se eu viesse de outro planeta, sabe?, acreditar no ser humano é como sonhar acordar e ver que o que acreditamos por momentos, não passou de um simples sonho. Assim como amor, acredito que ainda exista amor pois vivencio isto dentro da minha casa, e sei que um dia ei de encontrar alguém que seja merecedor do meu coração do meu sentimento e eu da mesma forma seja merecedora dele.
Às vezes nos vemos perdidos, mas buscamos forças de onde nunca pensávamos que existia para seguirmos em frente pois sabemos que lá na frente Deus nos dará a vitória.
E o belo? Está aí ao nosso redor e derredor um amanhecer, um florescer de uma flor, uma risada do nada à toa em tudo isto é muito mais Deus se faz presente. Não desista pois tua vitória está chegando.
Acredite nos mistérios de Deus.
Jan(eu)ce é intertextual
Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.
Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.
Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…
Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.
Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…
Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?
Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.
“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“
Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!
Ninguém sabia me dizer
Por céus e mares eu ando
Vejo o poeta e vejo o rei
Mas ninguém sabe me dizer
Ninguém sabe fazer o meu coração disparar e ficar seguro
Eu cansei de passar por céus e mares
E nunca saber o que é o amor
O que é o amor?
O amor dói?
Ou o amor é o espinho que não se vê em cada flor?
O que é o amor?
Alguns dizem que amar é deixar ir
Alguns dizem que amar é insistir
Acho que na verdade eu não sei o que é amar
Não sei se devo deixa-la ir
ou se devo insistir.
Não
Cinco para cinco da tarde eu nasço
Eu nasci?
Eu nasço?
Eu nascerei?
Sim
Acho que nascerei
Cinco para cinco da tarde eu nascerei
Com vinte e nove anos
Eu não sei o que é isso...
Mas as vezes isso me faz chorar...
Me faz virar um lixo completamente na lama...
Fico sem levantar da cama...
Sem fazer praticamente nada por causa disso...
Me pergunto se vou continuar...
Só para no final chorar...
...ah lembrei oque é isso...
É minha depressão... me matando aos poucos...sendo que...ja morri por dentro.
10 segundos
Eu, quase sempre lhe vejo passando,
e quase sempre me pego pensando
como seria,
você e eu nos amando.
Me sinto feliz só por imaginar
esse relacionamento bom que nunca fluirá, imagino, confundo com a realidade, um desejo de tempos que tenho apenas a liberdade de ver passar.
quando me sinto sozinho(a) sinto que estou preso(a) em uma caixa transparente, cada vez mais que eu me sinto sozinho(a) a caixa fica cada vez mais pequena e cada vez mais é difícil de respirar dentro dela, um dia ela vai me esmagar ou me deixar sem ar.
Contrariando o meu coração e negando a ele a todo o custo talvez eu consiga o milagre de fugir, mas talvez poderei estar me condenando a vagar pela vida até a minha morte sozinho(a) pata todo o sempre.
Eu beberia o mais profundo dos venenos, poderia morrer da forma mais brutal do mundo, so para poder amar você mais uma vez.
Depois de tudo que você fez... Acha que posso pedir pra você ficar? Eu não quero que vá embora mas é preciso que você vá. Nem sempre nós fazemos só o que queremos.
Eu sou aquela que
É a excluida do rolê
É a que ninguém quer por perto
É a que apenas se lembram quando precisam de algo
É a que ninguém gosta, apenas suporta
Tem que ficar calada engolindo sapos, mesmo quando quer falar o que está entalado
Eu sou aquela pessoa que estou lá por todos, mais ninguém está lá por mim...
A que é menos lembrada...
Eu sou aquela pessoa que ninguém reconhece pelas coisas boas, mais que no dia que se for, todos virão com falsidades!
Se gosta realmente, demonstre agora, pois quando eu me for, não vou poder mais ler e nem ver nada, ou agradecer pelas palavras.
Não seja falso, se ama, demonstre!
No final das contas, é o amor que nos faz verdadeiramente humanos, e eu escolho amar, sempre e para sempre.
Ser eu mesma é algo tão simples e ao mesmo tempo tão importante. Não preciso me comparar a ninguém, não preciso tentar ser outra pessoa para me sentir aceita ou amada. Afinal, o que importa é ser autêntica, ser verdadeira, ser quem realmente sou...
Não preciso fazer parte de padrões impostos pela sociedade, não preciso me encaixar em estereótipos ou seguir modas passageiras. A única pessoa que eu preciso ser é eu mesma, com todas as minhas qualidades, defeitos, peculiaridades e singularidades.
Ser eu mesma significa me aceitar, me amar e me respeitar. Significa não ter medo de ser julgada, de ser diferente, de ser única. Significa viver de acordo com os meus valores, com os meus princípios, com a minha essência.
- Relacionados
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Charles Chaplin sobre a Vida
