Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida

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A vida é uma prova que ninguém estudou, mas todos são rigorosamente avaliados.

As pessoas julgam a verdade de Deus pela percepção de resultados imediatos, mas tudo na vida depende de tempo e fé. De que vale estudar por décadas se não for pela fé de conquistar um bom emprego?

A vida é um jogo eterno; onde o passado se repete com novos jogadores.

Não investir na própria saúde é falhar no dever básico de preservar o que sustenta a vida.

O homem mais rico do mundo trocaria tudo por mais um dia de vida; o mais sábio cuida-se hoje para viver melhor amanhã.

A vida não é fácil, mas é simples.
A complexidade nasce dos personagens que criamos; cada um nos guia para curvas que nos afastam do caminho que leva ao entendimento.

No xadrez da vida,
quem manda no jogo
é a Rainha.

Metade da vida é gasta tentando impressionar em busca de elogios; a outra, em um propósito que nasce do entendimento após as quedas.

E a vida?
Uma catarse de pileque e ressaca curados com um abraço de mãe antes de dormir.

Lição n°2

As verdadeiras pessoas da sua vida são aquelas que te encontram rastejando, te levantam e depois vão embora em silêncio.

— Binilson Quissama

"Quando você diminui certas pessoas na sua vida, percebe que não era dependente — só estava preso a hábitos."

"Mal falado, sigo vivo. Bem falado, estou distante da essência da vida. Os seres humanos amam mais a perda do que a própria existência."




2025/2026

🔥 Uma Filosofia de Vida


A visão não é apenas um sonho.
É direção.
É disciplina.
É decisão diária.

„A vida é como uma história em branco, e você é o seu próprio autor, mas você não sabe como sua obra terminará”
Johan Victor.

⁠”A vida é incerta, teremos dificuldades, vitórias, derrotas, mas o que te dá a chance de acertar suas decisões é a tentativa, lembre se, você pode errar o caminho hoje, mas uma hora você encontrará seu destino ”

”Tente. Mesmo com a dúvida na mente, tente, pois mesmo se você não tentar, a vida vai passar e você se arrependerá de não ter tentado"⁠

⁠A vida é como uma prova, e as adversidades nosso tutor, então temos de tratar cada decepção, uma falha como um conhecimento novo, para prosseguirmos em frente e alcançarmos um novo objetivo.

O único filtro realmente infalível nessa vida chama-se: sofrimento! E felizes são os que, pelo menos de vez em quando, tem a chance de utilizá-lo!

⁠Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.


Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.


Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.


Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.


A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.


É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.


Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.


Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.


Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.


Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.


É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.


E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.


Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.


Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.


Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.


Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.


No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.


E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.

⁠Sou muito da poesia, mas se a vida me empurrar para a artilharia,
jamais vou me furtar.


Porque há em mim uma inclinação natural para as palavras que curam, para os silêncios que acolhem e para as metáforas que ajudam o mundo a respirar um pouco melhor.


A poesia, afinal, é o território onde a sensibilidade ainda tem cidadania e onde a humanidade tenta se lembrar de si mesma.


Mas viver não é apenas contemplar.


Há momentos em que a realidade deixa de pedir versos e passa a exigir coragem.


Momentos em que a delicadeza, sozinha, já não protege quase nada — nem a dignidade, nem a verdade, nem a própria vida.


Nessas horas, permanecer apenas na poesia pode ser confundido com ausência, e silêncio pode parecer concordância.


Não porque a poesia seja fraca, mas porque existem tempos em que até a beleza precisa aprender a defender-se.


E nem se trata de abandonar a poesia, mas de compreender que ela também pode vestir armadura quando necessário.


Que quem cultiva sensibilidade não está condenado à passividade.


E que defender aquilo que dá sentido à vida também é uma forma de honrar tudo aquilo que a poesia sempre tentou dizer.


Ser da poesia é escolher, sempre que possível, o caminho da palavra antes do confronto.


Mas é também saber que a dignidade não pode ser permanentemente desarmada.


Porque quem ama profundamente a vida não luta por amar guerra — mas para que ainda exista mundo suficiente onde a poesia possa continuar respirando.