Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
Quero respirar o entusiasmo e ter em meu viver uma inocência de criança, até o fim dos meus tempos, somente assim o infinito é pouco.
BIOLOGIA
Que ciência importante!?
Sem ela não seriamos quem somos.
Ajuda-nos a viver e a compreender
Cada dia da nossa vida,
Como sendo apenas mais um.
Embora saibamos que nos dá saúde,
Dá-nos também uma grande virtude:
A vida plena e verdadeira.
E que em cada nós queira
Permanecer e viver
Sem nunca desaparecer
Viver às vezes é duro às vezes é triste mas lá no fundo existe pitadas de alegria em meio ao caos...
O povo não merece viver
Como refugiados da sua
Própria nação.
Paz, paz entre as famílias,
Entre os irmãos, entre os amigos,
Entre a comunidade,
Paz para o mundo, paz, tudo
Pede paz.
Viver sem errar é realmente impossível. Mas isso é algo que as pessoas que vivem na base da esperteza se recusam a acreditar.
Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isso hoje… Amanhã, já me reinventei.
OS CRÍTICOS DE QUEM SÓ DESEJA VIVER E SER AMOR.
Há uma antiga tensão antropológica entre o impulso à autenticidade e a necessidade social de normatização. Sempre que um indivíduo decide viver segundo a ética do amor, sem artifícios de dominação ou jogos de poder, ele torna-se um ponto de ruptura dentro da lógica competitiva que rege muitos ambientes humanos.
A história confirma esse padrão. Quando Jesus de Nazaré proclamou a primazia do amor sobre a lei, conforme registrado nos Evangelhos do Novo Testamento, foi incompreendido pelos legalistas de seu tempo. A mensagem era simples, porém revolucionária. Amar acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Não se tratava de sentimentalismo, mas de uma ética estrutural, capaz de reorganizar a sociedade.
De modo semelhante, Allan Kardec, em "O Evangelho segundo o Espiritismo" de 1864, define a caridade como benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Essa tríade moral é profundamente exigente. Não é frágil. Exige maturidade psíquica e domínio das próprias paixões.
O crítico, contudo, muitas vezes reage por mecanismos psicológicos de projeção. Ao deparar-se com alguém que escolhe amar em vez de competir, que prefere a serenidade ao conflito, sente-se confrontado com sua própria inquietação interna. O amor genuíno funciona como espelho moral. Ele desnuda as carências ocultas e as agressividades não resolvidas.
Na psicologia profunda, esse fenômeno pode ser compreendido como resistência do ego às experiências que ameaçam sua estrutura defensiva. O amor autêntico dissolve fronteiras rígidas. Ele não se submete facilmente à lógica da disputa. Por isso incomoda. Ele revela que é possível viver sem a hostilidade como método.
Sob o prisma sociológico, a crítica também decorre do temor ao diferente. Quem vive segundo princípios éticos elevados subverte padrões implícitos de comportamento. Não participa de jogos de manipulação. Não responde à violência com violência. Não se alimenta da maledicência coletiva. Tal postura desestabiliza pactos silenciosos que sustentam ambientes medíocres.
Viver e ser amor não significa ingenuidade. Significa disciplina interior. Significa escolha consciente. Significa recusar-se a reproduzir a brutalidade emocional do mundo.
Os críticos continuarão a existir. Sempre existiram. A história humana é marcada por essa tensão entre luz e sombra. Contudo, a integridade daquele que ama não depende da aprovação externa. Depende da coerência entre consciência e ação.
Quem escolhe o amor como princípio estruturante da existência não está fugindo da realidade. Está reformulando-a desde dentro.
E ao persistir nessa escolha silenciosa, transforma-se no testemunho vivo de que a grandeza moral não grita, apenas permanece.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Sob o pretexto de lutar para viver em paz, muitos promovem a guerra para defender interesses mesquinhos.
Sou impulsiva e não consigo viver nada pela metade. A superficialidade me irrita..... Tenho poucos amigos, mas faço qualquer coisa por eles. Tive um grande amor, mas a morte o levou..... sou uma romântica incurável... Pareço forte, e sou, mas menos do que as pessoas acham. Tenho uma fragilidade que poucos, muito poucos conhecem. Uma delicadeza e uma doçura que busco sufocar para poder viver. Em um primeiro contato,me acham pedante...mas é que sou tímida, e a presença de estranhos me coloca na defesa.....Não é fácil passar esta barreira. Gosto de dançar e de falar. Sou meio barulhenta... mas me refugio no silêncio. Erro e erro muito, mas reconheço meus erros. Sei pedir desculpas e lamento muito não poder corrigir o mal que fiz a algumas pessoas. Sou ética e tenho caráter, apesar de errar. Sempre acho que as pessoas merecem uma segunda chance e que podem ser melhores.
IMORTALIDADE
Então é assim que sou
E isto é tudo que sei
E sei que devo escolher o viver
Por tudo que posso dar
É a faísca que faz o poder crescer
E eu defenderei meu sonho se puder
Ele é o símbolo de minha fé em quem eu sou
Mas você é meu único sonho
E devo seguir a estrada que está a frente
E não deixarei meu coração controlar minha cabeça
Mas você é tudo que está dentro dela
E assim não dizemos adeus
Não dizemos adeus
E eu sei o que tenho de ser
Imortalidade
Eu farei minha viagem através da eternidade
E guardarei a lembrança de nós dois aqui dentro
Cumpra seu destino
Ele está lá dentro da criança
Minha tempestade jamais passará
Minha fé está com o vento
Com o rei de copas, com o curinga
Mas nós simplesmente não dizemos adeus
Não dizemos adeus
Eu farei com que todos lembrem de mim
Pois encontrei um sonho que deve se tornar realidade
Cada pedacinho meu deve conseguir
Mas você é meu único sonho
Eu sinto que não tenho um papel no amor
E com a mão no coração encontrarei meu destino
Eu os farei me entregar
A Imortalidade
Não me preparei pra viver com escolhas erradas.
Quando errei? Quando te deixei.
Entre dois caminhos, escolhi o mais fácil,
fechei os olhos e parti,
num impulso covarde fugi.
Te amo ainda e só sei viver com escolhas certas.
Hoje, nós dois é a escolha certa...
eu sei,é difícil de administrar
mas eu prometo resistir à tentação de converter nós dois em impossível,
se eu puder voltar.
Saudade não é ausência. É a presença, é tentar viver no presente. É a cama ainda desarrumada, o par de copos ao lado da garrafa de vinho, é a escova de dentes ao lado da sua. Saudades são todas as coisas que estão lá para nos dizer que não, a pessoa não foi embora. Muito pelo contrário: ela ficou, e de lá não sai. A ausência ocupa espaço, ocupa tempo, ocupa a cabeça, até demais. E faz com que a gente invente coisas, nos leva para tão próximo da total loucura quanto é permitido, para alguém em cujo prontuário se lê “sadio”. Ela faz a gente realmente acreditar que enlouquecemos. Ela nos deixa de cama, mesmo quando estamos fazendo todas as coisas do mundo. Todas e ao mesmo tempo. É o transtorno intermitente e perene de implorar por ‘um pouco mais’.
"Sempre pensei que todo mundo tem uma missão. Ninguém vive por viver, nasce por nascer, morre por morrer. Você tem uma missão e deve tentar cumprir tudo o que “está escrito” da melhor forma possível. Mas a gente não sabe o que está escrito. Temos que tentar adivinhar todo o santo dia. É por isso que existe a intuição: ela nos leva para onde devemos ir. É por isso que a gente deve seguir o que o coração diz: ele sempre está certo."
Viver em plenitude é olhar o outro com simplicidade, aceitar as diferenças e ajudar a construir um mundo melhor através do diálogo e da compreensão. Viver em plenitude é ajudar o outro a crescer sem esperar algo em troca. Viver em plenitude é oferecer um olhar aconchegante e sentir no fundo da alma a carência do outro sem que ele precise falar.
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