Se eu Pudesse Pegar todos seus Problemas
Sabe aquela sensação de que você pode pegar o mundo com as mãos? Onde você manda e domina, mas não se sente bem, existe uma necessidade de ser mandado, de curvar e obedecer, de ir contra o que você quer, de decidir pelo outros, de agir com racionalidade. Eu quero tudo, posso tudo, mas não faço nada!
Pegar marido dos outros é apropriação indébita. Deveria constar nos códigos penais com direito a multa e reclusão.
Aah, a sensação de um amor novo. Dá para pegar no ar..
São horas e horas enviando mensagens para a mesma pessoa, qualquer música ja te faz pensar em coisas que aconteceram e coisas que você ainda quer que aconteçam… você imagina e cria cenas, que por Deus, nem em cinemas! Mas é tão bom.É ótimo descobrir que aquela pessoa que não tem nada em comum, em algum momento acaba tendo tudo em comum.
E no meio dessa nova bagunça cerebral, cada sorriso bobo, cada suspiro, a ansiedade por estar perto, a vontade de sentir o gosto do beijo e a doçura do toque são o começo de um sentimento bom, e a melhor parte é não pensar no fim, porque afinal de contas, ainda nem começou direito.
Tudo que se vê são trocas de elogios, gracinhas, provocações que te deixam tão bem, e tudo é tão maravilhoso, você idealiza tanto que chega a perder a razão, mas pra que razão? Agora o espaço é todo da emoção, que faz a festa, dança quem quer! Você se doa, se entrega, mergulha nesse jogo sem saber se vai perder ou ganhar, porque gostar vicia, se apaixonar vicia! Você quer mais e mais desse sentimento, porque ele te preenche e ao mesmo tempo te consome, não tem controle e nem botão de “pare” e é aqui que mora o perigo, não queremos que pare, nem agora, nem nunca.. Porque amores vem e vão, mas cada sensação é única.
O amor te escapa pelos dedos como quando você brinca de pegar areia fina da praia com as mãos. Quando você quer controlá-lo. O amor se esconde por de trás de um rosto cansado, numa fila do banco ou no banco de algum ônibus voltando pra casa. Volte pra casa, também. Arrume a cama, o cabelo, o emprego, os estudos e depois – se der tempo entre um seriado ou outro – arrume um amor.
O amor não é livro de auto-ajuda. Não é mãe, nem pai, nem irmão mais velho ou mais novo. Amor é aquele amigo que quando caí, a gente ri, mas depois pergunta se está tudo bem, faz curativo e assopra pra passar, sabe? Amor é para rachar a conta do taxi, do restaurante e do barzinho de sexta. O motel é por tua conta, rapaz – seja por amor ou não. Amor é para dividir a cama, o sorvete, o guarda-chuva, a culpa e a pipoca.
O amor é bicho arredio, que quer fugir por aí pelos carros e pedestres que correm pela cidade. Amor não é para ser domesticado, enjaulado ou coisa assim. O amor foge pelas janelas, pelos sorrisos e pelos olhos. Amor é uma junção de apelidos bobos com brincadeiras infantis, mesmo após os trinta, quarenta, ou seja, lá qual for a idade dos amantes. Amor é envelhecer ao contrário.
Amor é verdade, das mais doces às mais amargas. Amor é sentir frio na barriga após um “precisamos conversar” ou após um “estou chegando pra te ver”. O amor não transforma duas pessoas em uma. Amor é soma. E, nunca, o contrário. O amor de um par é a terceira pessoa desta relação. O amor é leve. O desamor que pesa, machuca e maltrata.
O amor foi feito como uma troca justa e verídica. Não dá para amar pelo outro. Nem querer que alguém alimente o nosso amor próprio. Porque até na frase: “Eu te amo”, o “eu” vem em primeiro lugar.
A natureza não tem pressa de pegar devolta o que na verdade sempre foi dela. Os ventos derrubam aquilo que derrubaram ventos antigos. As raízes entram naquilo que entrou nelas muitas vezes. A chuva quer correr livre como sempre correu, não devemos atrapalhar seu verdadeiro caminho. E vagarosamente o mar vai engolindo a terra, com ondas após ondas, bem lento...
Que vontade de te ver, te beijar, te olhar, te pegar, te tocar, te fazer sorrir, de tá junto a ti, de te sentir, de ver você olhar pra mim, de me ver te elogiando, e de te ver fazer uma carinha timida expressando “ai amor não faz assim.
Quero te puxar na pistar pegar na sua mão e chamar pra dançar, olhar nos teus olhos e simplesmente te acariciar, de mansinho o beijo irar rolar, mas tenho medo de logo apos se apaixonar ...
Por Vezes,Tenho Vontade de Pegar Numa Arma,Apontar Sobre a Cabeça e Disparar Sobre mim Próprio.
Para tentar matar,Esses Demónios Que Me Possuem!
Sou egoísta, imprudente, presunçosa, hipócrita, erro e faço birra. Mas se te deixar pegar na minha mão, é porque quero que esqueças toda a minha máscara e olhes para o verdadeiro eu.
Esforce-se de acordo com a recompensa, pois não vale a pena subir em uma árvore para pegar uma fruta podre.
´´Já que não dominamos os ventos, tem momentos que devemos baixar as velas e pegar os remos``.
-Leonardo Kerigma
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