Se eu Pudesse Pegar todos seus Problemas

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Eu perdoo você, que não me conhece e não gosta de mim,
Eu perdoo você, que me julga pela aparência,
Eu perdoo você, que não estava ali quando eu precisei,
Eu perdoo você, que já me fez sofrer,
Eu perdoo você, pelas mentiras que já me contou e/ou inventou ao meu respeito,
Eu perdoo você, que um dia falou mau de mim, sem motivo algum, e se eu te dei... EU peço perdão!
Eu peço perdão pelas brincadeiras de mau gosto, por te magoar, pela minha ausência, por falar de mais ou por as vezes simplesmente não falar...
Eu já me perdoei, agora é a sua vez!

Eu estava pensando em me matar, você não se importa
Eu te amo, você não se importa, você não se importa, você não se importa...

Eu estava orando e pedindo a Deus sabedoria e força para poder lutar contra o mal quando vier me atacar, de repente uma luz invadiu minha alma e naquele momento compreendi que primeiro para eu combater o mal externo e ajudar os outros eu tenho que exterminar o mal que habita o meu coração. Com força não se ganha sabedoria, porém com sabedoria conquista- se o mundo.

Sinto muito, mas eu prefiro me drogar
Do que ver a minha família morrer

“Eu não quero mais me iludir, eu não quero mais me enganar, eu só quero um tempo pra pensar”

Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. O “amar os outros” é tão vasto que inclui até perdão para mim mesma, com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica As três experiências.

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Se você se importa comigo, por favor, demonstre isso! Eu ainda não sou capaz de ler pensamentos.

Aprenda uma coisa:

" - Quanto mais as pessoas falam mal de mim pelas costas, mais eu gosto, porquê na verdade que está perdendo, não sou eu, mas sim elas mesmas!!"

" - Quem fala mal nas suas costas é porquê não tem capacidade de falar na sua cara...."

"- Aquelas pessoas que mais me odeiam e adoram falar mal de mim pelas costas, são aquelas que mais me admiram secretamente."

O gosto da vingança é tão gostoso que eu acho que vale a pena provar

Consequencias
Tenho até dó de quem brinca comigo...eu não consigo odiar, pois ódio e amor são irmãos. Eu ignoro mesmo! Falsidade se paga com Indiferença!

Agora eu sei o que é sentir medo de perder um amor,
È quando se olha para o lado, e sozinho fica a procura do que restou,
È sentir a brisa do vento te tocando, e te fazendo lembrar de tudo que já passou,
O desespero que toma conta do ser, em busca do que ficou,
O choro sofrido, com aquelas poucas lágrimas que um dia você já chorou

Eu sou mato seco, cachaça ralé, o lixo do beco de uma rua qualquer; e tudo mais o que for inútil e pegue fogo

Gratidão! Essa palavra me define. Não tenho o que reclamar da vida. Se eu reclamasse , estaria sendo egoísta e mal-agradecida. Pra que reclamar da vida, se tenho um Deus que me sustenta todos os dias? Só de poder respirar, já é um motivo para que eu seja grata. A vida não é injusta, injustos somos nós que a culpamos por nossas escolhas erradas!☝🙏🙏🍃☘️

Então eu descobri que já nasci com esse problema
Eu gosto de escrever, eu gosto de escrever, crer, ver
Ver, crer, eu gosto de escrever e escrevo até poema.

Gabriel O Pensador
Gabriel O Pensador, Linhas Tortas

Se alguém estiver ouvindo, você sabe que eu não sou muito de rezar, mas eu não sei mais o que fazer. Eu estava pronta para desistir uma vez, e a Gabrielle entrou na minha vida. Por favor, não deixa aquela luz que brilha no rosto dela se apagar. Eu não conseguiria suportar as trevas que se seguiriam.
(Xena)

Quem sou eu: Eu queria saber olhar para as pessoas e desvendar o processo de admiração dos humanos. Entendê-los, descobrir o porque de tanto preconceito, o porque de tanto racismo o porque de tanta exclusão. Gostaria de sentir o mesmo que sentem ao ler algo que eu escrevo, sendo tristeza, alegria, comparação, amor ou ódio. Queria conhecer metade das pessoas que eu converso hoje em dia. Queria olhar nos olhos de cada uma delas, e agradecer, apenas por agradecer, tudo o que elas têm feito por mim. Eu não gosto das pessoas, acho que elas não têm a capacidade de melhorar, apenas de evoluir. Algumas vezes, enquanto estou andando na rua, ouço cochichos, ouço risadas, e ouço pessoas me chamando de estranha de longe. Algumas vezes, ao andar na rua, eu olho para uma pessoa e perco a voz, os sentidos, meu coração dispara e eu perco o chão. Eu me apaixono tão rápido que chega a parecer mentira, talvez até seja, talvez eu minta para me esconder, para fugir. É como se eu fizesse tudo isso de propósito, só para fazer algo produtivo ao longo do tempo. Eu não consigo controlar meu êxito, e acabo alimentando a história cada vez mais, para ter uma ênfase, e fico surpreendida com quantas pessoas acreditam no que eu digo. É surpreendente como as pessoas confiam em mim, minha família, meus amigos (aqueles que sobraram). Mas as vezes somos obrigados a concluir todo o processo que fingimos estar vivendo e isso torna a história mais emocionante apenas por ser real. Algumas pessoas não acreditam que posso controlar sua mente e fazê-la mudar de ideia, porém, quando eu falho, minha mente é controlada e eu me apaixono realmente. Gosto quando dizem que eu enlouqueci, que nada do que eu digo faz sentido e que eu estou errada, isso me faz chegar a uma única resposta: “Leia as entrelinhas”. Eu escrevo com todo o cuidado possível, para não errar, mas quando isso não funciona, o momento passa, e a caneta se desgasta nas folhas, vão se apagando com o tempo, e logo logo somem, mas sempre podemos desvendar as palavras com uma brecha de letras. E assim você percebe o quanto é difícil e desastroso se envolver.

Saiba que eu daria tudo pra poder dizer,
que o sofrimento que você causou me fez crescer.
Tem vezes que eu daria tudo pra retribuir,
tudo o que você fazia pra me destruir.

Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na loucura acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou vice-versa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia: "Oh, I beg your pardon" Pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste.
Disse o ratinho: "A minha história é longa e triste!" Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: "Minha vida daria um romance". Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois o romance só é o jeito de contar uma vida, foge, polida mas energeticamente, dos homens e das mulheres que suspiram e dizem: "Minha vida daria um romance!" Sobretudo dos homens. Uns chatos irremediáveis, Maria.
Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: "Devo estar diminuindo de novo" Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.
E escuta a parábola perfeita: Alice tinha diminuido tanto de tamanho que tomou um camundongo por um hipopótamo. Isso acontece muito, Mariazinha. Mas não sejamos ingênuos, pois o contrário também acontece. E é um outro escritor inglês que nos fala mais ou menos assim: o camundongo que expulsamos ontem passou a ser hoje um terrível rinoceronte. É isso mesmo. A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida uma quantidade imensa de camundongos que parecem hipopótamos e rinocerontes que parecem camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nossos domínios disfarçado de camundongo. E como tomar o pequeno por grande e grande por pequeno é sempre meio cômico, nunca devemos perder o bom-humor`.
Toda a pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.
Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com uma tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um lago, pensava: "Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas".
Conclusão: a própria dor deve ter a sua medida: É feio, é imodesto, é vão, é perigoso ultrapassar a fronteira de nossa dor, Maria da Graça."

“Espero que um dia eu me perdoe por ter errado tanto comigo mesma”

Eu sempre me lembrarei
Era fim de tarde
Durou pra sempre
E terminou muito rápido
Você era completamente sozinho
Brilhando em um céu cinzento
Eu estava mudada

Em lugares que ninguém encontraria
Seus sentimentos estavam escondidos
Foi então que compreendi
Que para sempre estaria em seus olhos...
No momento em que o vi chorar

Era final de setembro
E eu o havia visto antes
Você sempre foi frio
Mas eu nunca estive certa disso
Você era completamente sozinho
Brilhando em um céu cinzento
Eu estava mudada

Eu queria te abraçar
Eu queria fazer isso ir embora
Eu queria te conhecer
Eu queria descobrir tudo sobre você