Se eu Pudesse Pegar todos seus Problemas

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Viver bem não é viver sem problemas, é viver com clareza sobre o que realmente importa.

A tendência de seguir a multidão sem pensar agrava os problemas do país; a crise, amplificada pela mídia, imobiliza as pessoas como um congestionamento sem direção.

Muitas vezes, a gente é que corre atrás de problemas e cada um sabe muito bem o porquê de agir assim...

Um dos problemas de se envelhecer é ter de fazer o normal como extraordinário. Por exemplo, levantar os braços, amarrar os sapatos, coçar as costas, abaixar-se e caminhar.

"Se tudo fosse simples, como resolveríamos os problemas complexos?"

Quando mais problemas você tem, menos você precisa
da sua própria capacidade,
e mais você precisa de Deus.

Analisando e expondo de forma sutil, sobre problemas da sociedade sem precisar falar quase nada:


Todos sabem quem é Musk (Elon), mas Alice Walton ninguém abre a boca à comentar (quem é mesmo essa)?


Não, sobre economia e política com relação às mulheres, ninguém realmente andou interessado..

Não há problemas internos onde há afetos verdadeiros.

O apego é uma das causas mais profundas dos problemas emocionais, porque, ao nos apegar a algo, geramos o medo de perder aquilo que seguramos. Esse medo alimenta a ansiedade, a insegurança e a dor. Normalmente, nos apegamos a sentimentos, pensamentos, ações, a eventos do passado, a expectativas do futuro, ao tempo que passou ou ao que ainda está por vir, a pessoas, a lugares, ao lar, ao conforto, ao trabalho, à família, aos amigos, aos objetos e até ao nosso próprio corpo. Quando nos apegamos, ficamos presos a essas coisas, como se dependêssemos delas para nossa satisfação ou identidade. E, ao não querer soltar, nos tornamos reféns do que nos segura, o que impede qualquer mudança verdadeira em nossas vidas.


Esse apego cria um ciclo: quanto mais seguramos, mais nos tornamos prisioneiros do que não conseguimos libertar. Apegados, nos fechamos para novas experiências, para o novo que poderia nos trazer crescimento, aprendizado e autonomia. O apego nos impede de mudar, de crescer e, consequentemente, de aliviar o sofrimento que ele próprio cria. Porque, enquanto mantivermos esse apego, o problema continuará a se manifestar, de forma repetitiva, até que sejamos capazes de desapegar, de soltar aquilo que já não serve mais. A verdadeira mudança vem quando aprendemos a liberar, a desapegar, a permitir que o fluxo natural da vida aconteça sem medo, sem resistência. Só assim a gente para de sofrer, fica mais tranquilo internamente e aprende a viver sem ficar tão apegado as coisas.

Tem certos problemas que têm cheiro de “vai dar merda”, que faz com que até as borboletas gostem do caos.

Se prepare para viver o novo momento, com quem vai chegar... Lembre-se: que os problemas do passado não podem vir juntos. Pra que os erros não venham novamente. Ferida curada, mala fechada.

"O DI do futuro não será avaliado por telas, mas pela qualidade dos problemas que resolve via IA"


(PERRONE FILHO, 2023)

Uma casa com livros no lugar de eletrônicos resolveria 90% dos problemas de muitas famílias. Limite de tela é para inglês ver. Pais adoecidos não têm poder de cura.

Todo mundo inventa problemas na vida; você não é especial.

Quando o cartão de crédito é usado de forma incorreta, os problemas no futuro quase sempre são inevitáveis.

Escolha suas amizades com cuidado para evitar problemas no futuro!

Qual meu limite?


Diante do descontentamento, qual meu limite? Talvez — meus problemas — as coisas inexplicáveis não ditam uma prioridade em si; difícil reconhecer que muitos têm azar, dificuldades e angústias, mas fácil um convencimento de que os problemas meus são mais importantes do restante do mundo.
Diante da vergonha, qual meu limite? Qual seria a vergonha? Saber que posso mais e sempre com um porém, de ser fraco; serei fraco ao depositar minhas esperanças em palavras e contudo ironicamente possível elas “realizarem” algo em meu favor.
Diante da verdade, qual SERIA meu limite? Diante de toda verdade que repito, meu limite nunca chega? Talvez... seria eu ilimitado, arrogante ou maluco? Sou o que sou, fraco, arrogante, soberbo, inteligente, modesto, corajoso e covarde? não parece, mas acho que sim, sou limitadamente covarde, é o meu limite.


Escrito por: Renato Minair Júnior – em grande angústia e desgaste mental ao som das músicas de Scott Stapp

"O maior erro, em relação aos problemas, é culpar-se ou procurar outros culpados, ao invés de procurar soluções."

problemas reais, atitudes inspiradoras.

Filtrando problemas que não são meus.