Se eu Fosse se Namorado

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Eu tenho que ir embora, e você tem que me deixar ir

Amiga
Eu adoro a sua cumplicidade
Linda e pura a me encantar
Coisa que pouco se vê
Peça que o coração não cansa de amar
E nos teus defeitos
Minha maior e amável amiga
E nos meus defeitos
O meu desejo de ser perfeito.

A grande diferença entre você e eu é que eu sou mais eu. Sou mais atenta, mais sincera, mais amiga, mais educada, mais presente, eu sou mais eu.
E, em sendo mais eu, não quero mais você.
Não quero migalhas, choro, lamúrias, só não quero mais você. Você que não aprende, não cresce, não anda ao lado, e precisa estar em várias janelas pra se sentir mais você. Você que não se reconstrói, não luta, não se mostra verdadeiramente, não sabe se dar, não sabe amar, não se apega e não é grato. Você que se aproxima só quando precisa e tenta sugar e sugar e explorar. Chega de desculpas esfarrapadas, de mentiras, chega da ilusão de sentimentos, de pensamentos, de mesmice, de pedidos, chega de você.
Sigamos nas nossas vidas, sonhos, ideais, mas em rumos diferentes, cada um rumo ao que se sonha. Eu sonho ser melhor, ser mais, não preciso de você.

NÃO QUERO MAIS

tudo que eu queria era só mais uma chance
e eu iria te dizer que eu podia fazer melhor
eu tentei te falar, mais você nem quis me ouvir
foi me julgando e eu sem saber o porquê
agora me diz o que eu fiz de errado?
se você não queria mais, simples era dizer adeus
nem deixou eu dizer o que se passava
Desculpa, quem não quer mais sou eu

Eu te amei demais, mais quem ama não faz sofrer

Agora você vem me dizer que quer voltar atrás
faz juras de amor dizendo que dá pra continuar
eu tentei te explicar mas você nem quis saber
agora que já sabe da história quer se desculpar?
Sinto muito, mais agora quem não quer sou eu.
cansei de tudo que já fez comigo por nada
brigando por coisas pequenas, que nem faziam sentido algum
o meu maior erro, foi ter corrido atrás
mais quer saber, eu também não queria mais.

⁠"você era meu porto seguro
Mas eu havia esquecido que
Até mesmo portos de segurança
Podem ser bombardeados"

⁠Eu sou um homem de um livro só: a bíblia.

A minha infância morreu há muito tempo; mas eu vivo ainda.

Eu contemplo aquilo que ninguém observa, eu penso o que ninguém reflete, abraço o que sempre é desprezado, talvez seja porque quando mergulho não tento ficar na superfície sempre tento ir mais profundo. Pois os seres humanos buscam as resoluções de seus problemas na superficialidade, enquanto que, é lá no fundo que está o tesouro, e, lá no fundo poucos chegam. Mergulhe mais profundo, e veja as coisas como elas são e não como aparentão ser, enquanto isso, te aguardo lá!

"Se você quiser me julgar, vá em frente. Eu cansei de tentar me opor contra os julgamentos falsos e o mínimo caráter das pessoas."

Algumas coisas exercem influência sobre minha vida e meu sorriso, mas sou eu que decido até onde e quando.

Você pretende me deixar no vácuo pra sempre ou vai me responder ainda esse ano? Só para eu anotar aqui na minha agenda pra me organizar...

" um silêncio cheio de gritos que eu não tinha aprendido ainda a apaziguar com palavras. "

Eu não posso imaginar um homem realmente desfrutar de um livro e lê-lo apenas uma vez.

Eu quis comprar você, porque você disse que não podia ser comprada.

Explosões

"Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.

Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.

Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.

Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.

Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.

Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.

Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.

Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.

Minto, tenho tudo a ver com explosões.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Coisas da Vida. Porto Alegre: L&PM, 2003.

Porque eu não sou uma palavra, eu não sou uma linha
Eu não sou uma garota que pode ser definida
Eu não voo, eu levito
Eu represento uma geração inteira

Eu não sou linear, eu não sou uma pessoa terminada, eu não quero rótulos nem roteiros prontos, não existe começo nem fim em mim. Eu existo. Não sou produto, sou só coração. Vivo em um meio que me parece eterno. Um meio que me faz escrever, ser e mudar a cada dia. Se eu começasse a escrever minha vida, seria assim: Eu sou reticências. Sou 3 pontinhos. Sou o não-dito. Sou emoção e desejo. Palavras são o meu antídoto. Anti-monotonia, anti mau-humor, anti todo o amor que não há.

Estou apavorada, mas eu não vou desistir
Eu sei que tenho que passar por este teste.

Se a senhora pudesse, o que mudaria na Igreja?
EU MUDARIA A MIM MESMA.

Enquanto você paga de gatinha, eu me garanto como felina, porque não basta só miar, tem que saber arranhar.