Se eu Fosse Algum Rei

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Eu não faria paisagens com aquela sensação. Ou será que fazia? Por alguma razão, a minha avó instalava-se confortavelmente nas minhas insciências.

O que vocês chamam de ensino, eu chamo de obediência, você não está gerando ideias, está obedecendo ideias estabelecidas⁠

Eu nunca julgo pessoas, eu julgo as ideias delas, e você?⁠

Eu entristecia por Borges, Camões, Jonh Milton, James Joyce, Aldous Huxley, Roberto Bolãno... Ele tocou-me no ombro, era a ternura a falar por si.
- Temos um exemplo ainda mais árduo de limitação que cantou tantas histórias, Beethoven! Se a perda de visão não impediu os escritores de escreverem, imagine compor música sem ouvir... Tentei imaginar o inimaginável.

Eu que amava cores, só via uma Lisboa a preto e branco, mais a preto que a branco.

⁠Quero aproveitar o tempo,
sem me preocupar
com as horas que passam...
Eu quero me perder
no doce balanço da vida!

⁠Metade de mim
é MUDANÇA
e a outra metade
é ESPERANÇA.
Eu toda
sou GRATIDÃO.

⁠Aqui estou eu...
agradecida, amadurecida,
eterna aprendiz
e uma caminhante
em busca do melhor
que a vida puder me oferecer.

Eu disse 'oi'.
Ele disse 'oi'.

- epa... um beijo.
depois um desejo. Um desejo de não mais acordar.

Eu quero chuva e frio. Quero chá e café. Quero romance e paixão.
Quero tudo e nada. Quero amar e ser amada.

Eu tenho um conceito sobre o amor: amar é ir além de algo simples; é mais do que admirar um ser vivente. O amor faz com que tudo à sua volta, mesmo em meio ao caos, se torne perfeito, pois a presença daquela pessoa, mesmo em situações difíceis, faz com que você não precise de mais nada além de oferecer o melhor a ela.
É místico, é forte, é sobrenatural e fenomenal. O amor é inexplicável, assim como o futuro é incerto para nós, pois, afinal, só conseguimos senti-lo no presente, sendo um sentimento lindo e prazeroso.

TO CURADO

Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu

Você é passado não me lembro mais
Que um dia fui seu
Você já morou em meu pensamento
Hoje não faz parte de mim
Ficou pra trás
Nosso relacionamento chegou ao fim

To curado daquela doença
Que se chama gosta de você
Estou bem comigo mesmo
Aranquei o selo da paixão
E você achava que eu estava
Em suas mãos
Hoje estou no controle da situação

Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu
To curado to curado
A vida me deu Uma nova chance
Outro amor apareceu um novo lance

Poeta Antonio Luis

EU REPITO

Onde você mora eu quero saber
Estou com saudade Saudade de você
Eu fiz uma casinha pra gente morar
Se você quiser pode me ligar

Estou te aguardando
Fazendo tantos planos
Pra nois dois
Vou te amar agora
E quero te amar depois

No vídeo gravado no meu celular
Eu repito que vou te amar
Eu repito repito no vídeo
Que vou te amar
Enquanto eu existir enquanto eu viver
Só quero você.

Poeta Antonio Luis

É HORA DE FAZER

Já selei o meu cavalo
Hoje eu derrubo gado
Encostado na cancela
Vou amor com ela
É a moça mais bela
Dessa vaquejada
Ela é desgarrada
Topa qualquer parada
Agora eu encontrei
A mulher que eu sonhei.

Vou arma a minha rede
Bota chapéu na parede
Que é hora de fazer
Ela gemer gemer gemer

Poeta Antonio Luís
8:37 PM 21 de julho de 2016

E se um dia eu não acordar, espero que você se cuide. Se cuide muito.

Antes de você existir eu já te queria, antes de você nascer eu já te amava, em menos de um minuto de nascido já daria minha vida por você.

Eu te odeio.
Odeio seus olhos — esse brilho indecente,
como se não tivesse feito nada,
como se eu não fosse o acidente.


Odeio seus cabelos — leves, ao vento,
caindo no lugar com perfeição,
enquanto em mim só sobrou desalento
e um nó permanente no coração.


Odeio seus lábios — precisos, cruéis,
sussurrando promessas rasas demais,
palavras bonitas, verdades infiéis,
que ficaram presas nos meus finais.


Eu te odeio,
porque tudo em você ainda encanta,
mesmo depois de ferir.


E talvez esse ódio que eu canto
seja só amor
que eu não consigo admitir.

Eu não sei se é amanhã
que você chega em fúria, desgovernada por dentro,
ou se é depois de amanhã
que você parte, levando o silêncio embrulhado na raiva.
Essa incerteza me confessa um medo antigo,
uma alucinação lúcida de quem ama sem controle do tempo.
Não sei qual versão tua atravessa a porta,
nem qual mulher decide ficar ou fugir.
Há dias em que você é abrigo,
noutros, tempestade que não pede licença.
E eu aqui — firme, vulnerável —
tentando decifrar teus gestos antes que virem ausência.
Não sei qual será tua atitude,
mas sei da minha:
continuar verdadeiro,
mesmo quando teu coração oscila
entre ficar hoje, ir amanhã
ou nunca mais voltar depois de amanhã.
Porque amar, às vezes,
é permanecer mesmo sem garantias,
é enfrentar o caos com o peito aberto
e chamar isso, ainda assim, de amor.

Eu comando minha vida, enfrento o desconhecido, corro riscos calculados e me torno quem devo ser.

⁠Se for para servir a Deus ou morrer, que eu morra servindo.