Se eu Fosse Algum Rei
O mesmo respeito que dedico a quem me aplaude eu sinto por quem não me aprecia, porque o melhor prêmio que minha consciência prefere receber é o da sinceridade!
Te mandar boa noite já virou rotina, é como se eu tivesse a necessidade de cuidar de você. E pra falar a verdade, eu tenho.
"Quando eu recito ou quando eu escrevo uma palavra, um mundo poluído explode comigo e logo os estilhaços desse corpo arrebentado, retalhado em lascas de corte e fogo e morte (como napalm), espalham imprevisíveis significados ao redor de mim. [...] uma palavra é mais que uma palavra, além de uma cilada. Agora não se fala nada e tudo é transparente em cada forma; qualquer palavra é um gesto e em sua orla os pássaros de sempre cantam apenas uma espécie de caos no interior tenebroso da semântica. [...] Escrevo, leio, rasgo, toco fogo e vou ao cinema."
Torquato Neto, in Os últimos dias de paupéria
Partir
E quando eu partir vc vai deixar eu entrar em seu coração
e sem existir é ali que eu habitarei
fiz de mais por nós e mesmo assim eu não tive meu lugar
Tbm fiz essa canção pra te lembrar
pois hoje eu chorei mas foi vc quem veio me procurar
teu erro foi não decidir se iria deixar eu entrar
Mas não me ligue
quando eu partir daqui para o outro lado. voce simplismente vai chorar e emplorar q eu volte.ms lamento n vou poder te ouvir.
Bom dia!
"Que eu nunca me esqueça de todo bem que Deus tem feito por mim. Que eu nunca me esqueça da maneira de como ele enche a minha vida de coisas boas todos os dias..."
Já perdi as contas de quantos caras se decepcionaram por achar que eu era a mulher da vida deles. Eu sou a mulher da minha vida, preciso me entender, me decifrar, destruir minhas barreiras. Eu sou uma bagunça que não quer ser arrumada, não agora. Então, por favor, desistam de tentar consertar quem não quer ser consertada.
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
Como se, de repente, eu precisasse achar natural viver sem música
e me acostumar à ausência dela.
Como conviver com o silêncio
se antes estava cercada das mais belas melodias?
Dizem que os seres se acostumam a tudo, será?
É tanta coisa pra ter que lidar, aceitar, se acostumar, ignorar, silenciar que eu prefiro apenas deixar pra lá.
Sempre que alguém que eu amo morre, uma parte de mim vai junto. E ainda que o tempo passe e novos amores surjam, esse pedaço nunca volta, nunca regenera. Ele se vai pra sempre. E é assim que eu vou vivendo. Com meus buracos, com meus remendos, com minhas falhas.
E o que mais me deixa triste em tudo isso é que você sabia desde o início.
Hoje eu sofro, como alguém que sonha em poder sonhar.
Minto que não é por sua causa, mas as lágrimas que derramo, a maioria é por você.
Por sonhar e ver tudo indo mal.
Por saber que nosso relacionamento está fraco, pelo simples fato de não termos a chance de mostrar que nos amamos.
E dói, dói na alma, dói no coração saber que, como as coisas andam, eu vou te perder por não poder te ter!
Eu vou sofrer pela falta do que eu não tive.
Amar você foi um desafio do qual eu não saí campeã.
Porque, no meio da luta, me faltaram as tais forças, que eu achei que tinha um dia, ou melhor... eu as tinha, mas não sei pra onde foram.
O que sinto agora é apenas um vazio.
Que é o que vou sentir pra sempre se você não ligar.
"Eu quero encontrar alguém que possa curar as dores contidas em meu coração,
Alguém que possa decifrar o meu olhar,
e que entenda a voz de minha alma.
Alguém que não busque palavras em mim,
porque não sei o que lhe dizer...
Quero alguém que escute o meu silêncio, e consiga ir ao meu encontro..."
-Roseane Rodrigues
Olha o que me tornei, o tipo de pessoa que eu nunca imaginei, o mal que estava escondido alimentei, e agora sinto que esse monstro não dominei
"Oi crápula do anti-amor! Será que dá pra me ver? Pois eu preciso apenas de uma tentativa de ajuste comigo mesmo.
Oi carrasca da não compreensão! Será que dá pra me ouvir? Pois eu preciso apenas de algumas palavras de certeza e conforto.
Não percebe que estou aqui inflamado com sua indiferença?
Não vê que te desejei com tanto fogo que queimei até a mim mesmo?
Será que não consegue acender o pavio que colocou em mim?
Não vê que estou tão cheio de urgência que você apenas mude ritmo do meu coração e infle o meu sorriso de novo?
Eu preciso de você todo os dias, mesmo sabendo que tenho só o seu "vez em quando." Eu preciso de você com um coração..." (...)
Agora eu peço pra você não ir embora, não me abandonar. Sei que vou sentir a sua falta, e é isso que me preocupa, estou aqui pensando em você e pensando como é bom você estar aqui, então não acabe com esse momento clichê, feliz e perfeito. Eu não quero depois ficar mal, e acabar dispensando (como sempre) as explicações de matemática pra escrever frases sobre a gente e sobre a minha felicidade perto e longe de você que com certeza tem diferença. Por favor, não me abandone, fique eu te peço.
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