Se ela quer Voar a porque tem Asas
“Há noites em que o coração conversa com a lua porque já não encontra linguagem entre os homens.”
— Juliana Hoffmann Liska
“Se um dia minhas palavras sobreviverem a mim, talvez seja porque alguma parte da minha alma encontrou nelas um lugar para permanecer.”
— Juliana Hoffmann Liska
“O coração também possui seus arquivos secretos; algumas lembranças sobrevivem porque nunca encontraram despedida.”
— Juliana Hoffmann Liska
Consciências elevadas não são silenciadas por falta de razão, mas porque a mediocridade teme tudo o que a expõe.
"O usurpador cobiça o seu perfil porque reconhece o valor da sua força, mas a aptidão não se usurpa. Ele pode até copiar o movimento, mas a vocação é um selo de nascença."
- Leandra Pinheiro
Busque evolução todos os dias.
Porque grandes construções não acontecem de uma vez, são levantadas tijolo por tijolo, escolha por escolha, superação por superação.
Continue construindo. O seu crescimento de hoje será a força da sua versão de amanhã.
Insta: @elidajeronimo
"A fé cristã permanece inabalável porque o Espírito Santo é quem torna a salvação eficaz: Ele convence da incredulidade (João 16:8-9), regenera (João 3:5; Tito 3:5), sela o crente (Efésios 1:13), fortalece a santidade (Gálatas 5:16) e conduz a oração (Romanos 8:26). Toda defesa do Evangelho encontra firmeza na obra do Espírito Santo, que glorifica Cristo (João 16:14)."
Há bênçãos que chegam suavemente porque precisam nos encontrar no lugar certo, no tempo certo e com o coração preparado para recebê-las. Confie: o que Deus reservou para você não se perde pelo caminho. Ele sabe exatamente onde e quando entregar.
Direitos humanos, dizem os cartazes bonitos, são para todos. Que engraçado, porque na prática parecem um clube fechado, com lista de convidados e segurança na porta.
Tem uma parábola antiga sobre um rei que criava leis para proteger o reino, mas esquecia sempre de mencionar os mendigos nos portões. Séculos depois, mudamos o cenário, trocamos a coroa por terno, mas o mendigo continua do lado de fora, agora pedindo apenas para ser visto, ouvido, notado como gente.
E que engraçado como certas piadas nunca saem de moda. Pessoas com nanismo ainda viram atração de circo em pleno século vinte e um, como se existência fosse motivo de riso.
Ah, e não podemos esquecer os outros "convidados especiais" dessa festa tão exclusiva: pessoas em situação de rua tratadas como sujeira urbana, o negro retinto ainda hoje seguido dentro de lojas como suspeito, idosos ignorados como se já tivessem validade vencida, pessoas com deficiência esquecidas em calçadas sem rampa.
Direitos humanos parecem menu de restaurante caro: bonito no papel, mas a maioria nem consegue sentar à mesa. Talvez a piada maior não seja o corpo do outro, seja a nossa capacidade infinita de fingir que não vemos quem mais precisa ser enxergado.
Porque, às vezes, acreditamos que aquilo que ocupa nossa mente está bloqueando completamente o nosso horizonte.
Até levantarmos os olhos e percebermos:
ainda existe céu.
O extraordinário é, na verdade, o futuro que não encontra espaço para nascer porque o nosso "hoje " está lotado de "ontens".
os bons se tornam saudade porque deixaram algo que faz falta; os ruins permanecem como presença, mas sem ocupar lugar nenhum no peito de ninguém .
Eu achava que tinha conquistado tudo.
Não porque tudo estava perfeito, mas porque eu ainda acreditava.
E acreditar, pra mim, sempre foi metade do caminho.
Havia planos que eu já chamava de vida,
sonhos que eu defendia como verdades, um futuro que eu protegia
como quem protege um lar.
Até que um dia
eu percebi.
Não foi de repente.
Foi um entendimento lento, cruel,
que foi se impondo:
nunca mais será a mesma coisa.
E essa frase pesa mais
quando não vem do medo, mas da lucidez.
Doeu aceitar.
Doeu soltar.
Doeu admitir que, mesmo dando tudo,
não foi o suficiente.
Eu não perdi apenas uma conquista,
perdi a versão de mim
que acordava acreditando.
Que insistia.
Que esperava sinais.
Passei a conviver com um vazio estranho:
Derrota,
Encerramento,
Frustração
E o mais difícil
não foi ver o sonho morrer, foi continuar vivendo
sem ele me guiando.
Hoje eu caminho diferente.
Com menos ilusão.
Com menos pressa.
Mas com uma verdade nova:
Algumas coisas que se quebram te quebra junto.
Algumas coisas se tornaram impossíveis e preciso parar
de perder tempo tentando salvá-las.
E talvez
isso também seja
uma forma silenciosa
de sobrevivência
Entenda uma coisa, muitas vezes vai ser você, sua esposa e seus filhos e isso basta!
Não porque o mundo seja pequeno, mas porque o essencial é grande.
Ali está o amor verdadeiro, o apoio diário e o motivo para seguir firme.
Nem todos vão entender suas escolhas, mas quem importa está ao seu lado.
Cuidar da família é vitória silenciosa, é força que não aparece, mas sustenta tudo.
Quando o resto faltar, isso continua de pé.
E então você percebe:
Sempre foi o suficiente!
Ele te olha e pergunta porque sente vontade de fazer de novo com você. Você devolve a pergunta. No final nenhuma resposta aparece. Eu no fundo, queria que a resposta fosse: amor!
Falta coragem e confiança para conversar coisas de cunho íntimo/pessoal com alguém. Porque as pessoas não entendem e criam uma imagem de que a pessoa é forte. E as vezes não é.
Voltar para casa e perceber que tudo mudou porque minha mãe não está mais aqui é como entrar em um lugar conhecido e, ao mesmo tempo, completamente estranho. As paredes continuam as mesmas, os objetos ainda estão no lugar, mas falta a presença que dava vida a tudo. Existe um silêncio diferente, um vazio que não é só ausência — é a certeza de que nunca mais será como antes.
Sinto um duplo vazio: o da saudade dela e o da perda daquilo que eu também era quando ela estava aqui. É como se uma parte da casa tivesse partido junto com ela, e outra parte de mim também. Tudo parece mais frio, mais distante, como se o mundo tivesse perdido um pouco do sentido e da cor.
É estranho perceber que o lugar continua existindo, mas o sentimento de lar mudou para sempre.
Constatar que voltar para casa, não é voltar, não é porque a mente mentiu, não foi imaginação ou ilusão. É porque voltar quando a mãe já não está mais lá, faz toda a diferença. A casa não existe mais. A ausência física dela dói, mas essa saudade é o reflexo do tamanho do amor que existia. O amor dela era o que nos unia e mantinha o meu porto seguro. E sem ela sou apenas um barco no oceano levada pelos ventos.
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