Se ela quer Voar a porque tem Asas
A nuvem que guiava Israel pelo deserto
não pedia opinião.
Quando ela se levantava, era tempo de caminhar.
Mesmo sem destino visível, era tempo de confiar.
A oportunidade de fazer o bem, servir a Deus e ao próximo é agora, enquanto temos vida.
Ela ecoa o que está escrito em Eclesiastes 9:10:
“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”
Eclesiastes 9:10 .
A unção que vem do céu não enche o ego ela esmaga o orgulho.
Ela não faz o homem parecer grande,
ela faz Deus ser tudo.
Por isso, muitos desistem no meio.
Querem o dom, mas não suportam a dor.
Querem microfone, mas não suportam o silêncio de Deus forjando o caráter.
Querem autoridade, mas sem o caminho da obediência.
Mas os que suportam o processo…
Serão cheios de uma glória que o mundo não pode dar.
E que os céus nunca deixarão apagar.
A unção que carrego não veio da mão de homens, não foi dada por elogios ou visibilidade.Ela nasceu quando fui esquecida, quando chorei e ninguém viu,
quando fui ferida e perdoei, quando fui provada e continuei.
A unção não é um manto bonito.
É um fardo leve nas mãos de quem tem ombros rendidos.
É um fogo que queima, mas não consome.
É uma glória que pesa,
mas não destrói.
Porque quem passa pela fornalha com Deus,
carrega o perfume do Céu.
Quando meu desencarne acontecer:
Favor não me enviar rosas...
Prefiro flores do campo, mas que elas fiquem no campo e no Jardim..
Quando meu desencarne acontecer:
Me diga adeus em silêncio
Quando meu desencarne acontecer:
Não me exponha nas redes sociais
Sinto muito, mas não sinto mais nada.
Ela me seduziu com seu jeito menina de ser, num corpo de mulher.
Seus olhos grandes e negros, contornados por cílios longos, simplesmente hipnotizam o homem menino que, facilmente se apaixona.
Seus lábios carnudos cobertos pelo Baton, enchem meus olhos de vermelho.
Sinto que meus lábios desejam os dela.
A forma de como se veste, provoca encanto indescritível. Não sei descrever tais coisas.
Não sei o que fazer; cada gesto que ela produz, faz meu coração gelar.
Ela é sensualidade em todas formas possíveis, enfim, ela é, sedução. Sempre me surpreende com seu jeito menina mulher nos lenços que usa pra prender os cabelos escuros. O jeito de andar e parar. As roupas mescladas em vários tons, as vezes justas, as vezes esvoaçantes.
Por quer ela faz isso comigo?
Será que ela me quer ou quer brincar de bem me quer?
Nos afazeres cotidianos, seja onde for, e como for, não perde o brilho de ser menina mulher.
No banho e após ele, provoca multidões de sensações ao circular pelo quarto.
Quando envolta em toalhas, rouba meu ar. Quando se veste ou despe, me paralisa dos pés a alma.
Tudo se rompe quando ela diz:
Vem pra cá, menino!
Como não ir?
Como resistir?
Acho que os deuses do Olimpo sucumbiriam ao seu charme. Nenhum de nós a possuiria sem sua vontade.
Sim, ela nos consumiria após mostrar o caminho e, o jeito de fazer amor.
Ela é assim:
Menina por fora, por dentro, ardente mulher.
Pobre homem que sou,
não resisto ao seu chamado.
Acredite, a autoflagelação não é a resposta, ela gera mais perguntas. Quando a depressão sussurra que ferir-me me libertaria, cada corte na pele trouxe apenas interrogações sobre minha sanidade e limites. Vi que a dor física não silencia o tormento interno, ao contrário, escancara novas fraturas emocionais que não sei como curar.
Não sou frio, sou triste.
Mas tristeza profunda não faz barulho. Ela aprende a se disfarçar em silêncios longos,
em olhares vazios que já desistiram de explicar.
Sou mais da chuva… Ela desce como quem lava os silêncios que me habitam, desfaz a poeira invisível que cobre meu espírito.
Enquanto cai, borra as dores, dissolve as arestas do peito.
O sol, ao contrário, me expõe como vitrine vazia: sua luz varre os cantos,
revela rachaduras, escorre sobre minhas lágrimas… as que finjo… não existir.
TEMPORALIDADE
Choque de ideias.
Maestria cigana.
Pois, quem diria,
ela, pensando ser a dona do seu tempo,
acabou mortal
frente a instantes
desconexos da sua vida.
Passados cem anos,
pessoas, trabalhos, amores e solidões,
abertas suas mãos,
o nada a persegue!
Dez/1992
A esperança segue viva, forte e saltitante
Mesmo que não consiga nada ela voa delirante
Quem dera as coisas fossem tão simples a ponto de acontecerem
Que nossos sonhos se realizassem e as nossas carências desaparecessem.
Tratava-a com carinho e devoção.
Ela o amava mais que o ar.
Partiram juntos pela imensidão do universo,
para continuar seu eterno namoro.
A perfeição é uma ilusão? Talvez sim, mas a excelência não se dá no início do processo, ela se revela ao final, no tato, na finesse e no zelo que ninguém vê, mas que todos observam. É divino ver o bom se tornar extraordinário.
Ao iniciar um relacionamento, o homem trata a mulher como ele espera que ela o trate também. À medida que o tempo passa, ele a trata da mesma forma que é tratado.
A ilusão é o berço do amor; sem ela, ele fenece. A própria natureza do amor parece inseparável do véu das idealizações que o envolvem. Em suma, onde não há ilusão, o amor não encontra guarida.
Sem fim...
Aos 15 anos ela o encontrou,
Um garoto afetuoso que lhe encantou,
Desse encontro um amor nasceu,
Que no peito dela adormeceu,
Vários afagos foram trocados,
Mas pela idade foram abandonados,
Vidas diferentes eles tomariam,
Sem saber que um dia se cruzariam,
Ele livre e desbravador,
Ela comprometida com seu fardo indolor,
O garoto que várias encantou,
E a garota que precocemente casou,
Como se no passado eles tivessem combinado,
Depois de 15 anos se reencontraram,
Como mágica o amor nela renasceu,
Enquanto preconceito nele apareceu,
Todo o encanto que ela sentia,
Parava na responsabilidade que ele temia,
Mesmo casada ela o queria,
E com as investidas dela ele sedia,
Por mais de um ano eles brincaram,
Sem perceber que outros eles afetavam,
Junto do amor que chegou,
Um problema grande o casal gerou,
Sair de casa ela decidiu,
E nessa hora ele a assumiu,
Com os meninos ela chegou,
Que responsabilidade nele criou,
Momentos alegres a família viveu,
Mas sempre ameaçada por quem a perdeu,
O amor que ela sempre afirmou,
O encantou e cego o deixou,
As ameaças que ela dizia receber,
Foram assumidas por ele a lhe proteger,
Os momentos de felicidade que a vida apresentava,
Sempre se esbarravam no passado dela que os torturava,
No final loucuras de amor ele fazia,
Enquanto algumas verdades ela escondia,
A paixão que dele roubou o bom senso,
Foi destruída pelas mentiras que ela criou sem consenso,
Contudo sua marca desonesta ela deixou,
E ele arrasado infelizmente ficou.
Foi num momento inesperado que ela apareceu, a felicidade. A improbabilidade nos surpreendeu, apaixonou e realizou. Te amo, você me apresentou o amor, apaixonei e nunca o abandonarei.
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