Se ela quer Voar a porque tem Asas
Ela é vilã.
Ela é má.
Ela levou-me até a culpa.
Levou-me também a chance de me desculpar.
Levou com ela o meu perdão e também levou a chance d’eu a perdoar.
Cada face que olho, a cada toque em minha tez, a cada beijo recebido, ela está lá.
Mesmo que ela me deixasse a culpa, eu não saberia a quem culpar.
Ela é vilã.
Ela é má.
Pois ela se foi, mesmo sabendo que é meu Sol, minha luz, meu ar.
Hoje, a loucura tomou conta do meu eu, pois sou grato a essa dor, por fazer-me dela lembrar.
Embebido em devaneios, aquele abraço deu espaço à solidão, e é nela que hoje faço o meu lar.
Pecador que sou, tomei a liberdade de mais um dos capitais criar.
O oitavo e pior dos pecados do homem é amar.
E por pecar demais, do purgatório da sua ausência, não poderei escapar.
Na história que fantasio entre nós dois, estou sempre perdendo, mas não canso de lutar.
E nessas mesmas histórias, ela é a vilã.
Ela é má…
Infelizmente, ela confundiu calor com torpor.
Achou que era cacimba o que era só ofurô.
Talvez ela seja louca, pois confundira paixão com amor.
Confundiu desejo de carne com desejo de alma; realista com sonhador.
Confundira, também, prazer com dor.
Confundira quem lhe fora fiel com traidor.
Ela pensou que eu seria um todo gris, mas, em sua vida, eu fora a única cor.
Eu sou só lembranças, onde a amnésia se instaurou.
Confundiu comédia com horror.
Até mesmo para as suas feridas confundiu-me com doutor.
Médico da alma, de lágrimas, um curador.
Eu, mudo em meus devaneios, silencioso em minhas mazelas e pensamentos, confundiu-me com orador.
Escravo do que sinto por ela, gritou aos quatro ventos que eu era um tirano, rei daquele sentimento, sanguinário imperador.
Como Pôncio, lavei minhas mãos do sangue do julgo de meu inquisidor.
Não fui eu quem matara nosso amor.
Infelizmente, novamente ela confundira, que tristeza; não ouvira meu clamor.
Ela confundiu meu calor, com dela, o torpor…
Ela se estremecia a cada toque.
Lembro-me do ébano da pele, que a cada beijo parecia dar choque.
A boca, que bosquejava meu corpo, parecia-me que ao deslizar pelo meu eu, fazia-me mais forte.
Sou Deus, demônio; sou pecado, sou bênção; do seu amor, escravo; da solidão, consorte.
Azar meu amar você, queria odiar-lhe, mas não tenho sorte.
Fiz o que podia, o que posso e você, fazer algo por nós, nunca pode.
Eu até tentei esquecê-la, mas ao aceirar minha labuta, recordo-me que ela se estremecia a cada beijo, a cada palavra, a cada toque...
“Cômico, anos atrás, ela me indagou.
- Por que, ultimamente, tens sido um todo de ódio e rancor?
Respondi-a aos risos, com um certo torpor.
- Ora, como não odiar o mundo, quando cada batida de meu coração, lhe presta uma serenata de amor?
- Como posso amar o mundo, quando quem fiz de meu mundo, me negou amor?
- Não sou capaz de amar a todos, não sou Cristo, nosso Senhor.
Naquele momento, ela corou.
Vi em sua face, aquele belo e inconfundível rubor.
O que me assola, minha amiga, é que ela sabe que o mundo é só terror.
Ela parece ter medo da felicidade, tenta a todo custo, apagar a chama da minha paixão, tem menos medo da infelicidade, que do meu amor.
Recordo-me, minha amiga, que naquele dia, ela chorou.
De súbito, me abraçou.
Embalou-se em meus braços, nossos olhos digladiaram-se, o corpo dela tremia, até mesmo o Vesúvio, invejaria o nosso calor.
Ela fitou-me os lábios, mas não me beijou.
Foi-se embora, sumiu por dias, não me ligou.
Hoje ela retornou.
Cômico, minha amiga, novamente ela me indagou.
- Naquela noite eu fui feliz, não sei o que me aconteceu, o que foi aquele fervor?
Respondi-a aos risos, com um certo torpor.
- Naquela noite fora amada, aquilo foi amor…” - EDSON, Wikney – Cartas à Minha Amiga
Quando se entende de forma verdadeira o significado de uma reflexão, não significa que ela irá suprimir seus sonhos ou objetivos, ela irá corroborar com sua decisão sobre “agir” ou “não”.
A validade de uma palavra é determinada pelo efeito que ela causa e a postura que quem a proferiu. Um pensamento germinado só vai se desenvolver, se for alimentado.
O que vale realmente a pena, é olharmos para dentro do “eu” e vermos a extraordinária integridade pessoal sendo refletida naqueles que ao se aproximarem, não terão dúvidas de que serão valorizados em seus detalhes.
O que pode enganar uma pessoa? O que ela vê? Ou o que ela aceita?
A consciência é a proposição excepcional nos processos e atitudes.
A mente, assim como na natureza física que nos cerca, nada acontece por acaso.
Pois! Algumas palavras, é que irá tornar uma pessoa escrava de sua fala ou não.
A anatomia do pensamento de uma pessoa em não querer interpretar corretamente o que ela ouviu, pode estar ligada ao déficit de realidade no processo daquilo que chamamos aprendizado da vida. Logo!
Às palavras sofrem com a banalização devido à falta de prudência de sua interpretação.
Só permitimos o prolongar da dor, quando nos acostumamos e pensamos que ela se cura sozinha por medo de suportar o efeito do remédio que se chama. . . ATITUDE!
Quando uma reflexão não é observada pelo lado de fora de sua análise, ela sempre terá um retorno reativo determinado por orações assindéticas e fáticas devido ao mundo de quem a expressa.
Abra-se para a possibilidade de experimentar a verdade do que é você . . . ela é a única forma de desafiar suas ideias.
A prematuridade de humildade de uma pessoa, faz com que ela pense saber o que ela é até, ter o gosto do poder!
Cláudia
Um dia nos demos
Ela se mudou
pra dentro de mim
eu fui morar
dentro dela
e a gente foi
viver assim
na casa que somos
um dentro do outro
um inteiro
"Hoje, ela apareceu do nada.
Veio me pedir perdão, com palavras ensaiadas.
De olhos lacrimejados e voz embargada.
Frases mal ditas, coisas não ditas, ideias entrecortadas.
Do que me dissera, não pude crer em nada.
Só acreditei no beijo repentino, na nudez e na pele suada.
Acreditei em cada suspiro e após cada gemido, ela dizendo que me amava.
Acreditei quando sobre meu peito, caiu uma lágrima.
Da boca dela, não acreditei no perdão em palavra.
Acreditei no desespero em cada beijo, parecia, que em meus lábios, se afogava.
Fui capaz de crer, quando despida, à luz da Lua, sua pele brilhava.
Refleti só, enquanto ela adormecia, por toda a madrugada.
Eu até queria, mas não poderei perdoá-la.
Não posso correr o risco e perdê-la de vista, espero que amanhã, ela apareça aqui, do nada..."
Descrevi a tão linda canção de amor á mas bela do meu país
Ela está lendo meu poema
Sorriu dizendo "isso não é pra mim"
Sentiu-se amada
Ainda mas que estava sozinha
Dos Meus olhos lágrimas caem só de saber que você não merece está sozinha
Mas que pena que o Discreto já é poema e não juiz pra que ele pudesse lhe defender em qualquer tipo de causas,
Mas sendo assim..
Já que sou poeta eu lhe digo assim "moça bonita de onde você saiu que mexeu com meu coração e me deixou louco por ti agora mesmo lhe faço um convite, você aceita volta pra mim?"
Autor:Discreto
Afinidade.
... de um jeito surpreendente
Ela menina, dona da beleza feminina e muito instruída, ousada na mente.
A gente de fato... se entende
Não é mero acaso do cotidiano
É fato consumado, o poder do vocabulário
Envolvendo verbos incandescentes.
Surreal, como um Kiss imaginário
Lábios nos lábios... aderentes.
Descrição aflorada, no olhar das cifras enigmáticas, o calor de um destino longínquo desconhecido.
Porém... totalmente eloquente.
Destino e desejo... a coragem é aliada.
Aos corajosos e visivelmente atraentes.
Esta verdade é a sua realidade. Só ela é a conexão com sua própria realidade. Quando você enxerga a verdade, vê conexão interna com a sua realidade. Mas aqui estamos falando de uma realidade pura. A realidade manifestada sem manipulações e sem falsas ideologias. E isso, é o que se faz de mais sincero e honesto para você mesmo - tornando seus pensamentos mais puros e sinceros em realidade última!
Ela faz parte da minha nova família, construída na afinidade...
Sua alma é semelhante a da criança que vive com calma e esperança.
Embora concordamos que podemos discordar, ela sorri com inocência e muitas vezes prefere se calar.
Ela carrega em seu coração a bondade e vivemos com lealdade em nossa verdadeira amizade.
A vida não é justa, ela faz justiça em favor dos justos....
Pela visão do mundo material, só consegue ser bem-sucedido quem tiver beleza física, dinheiro ou fama. Quem nasceu sem ao menos um destes quesitos dificilmente será notado, e o ego estará no comando, exigindo ser o centro das atenções.
A mente egóica foi programada para acreditar que, para sermos civilizados, precisamos pertencer a um grupo ou viver na companhia de alguém. Para que isso aconteça, as pessoas farão tudo o que o sistema disser para serem bons cidadãos e terem boa aceitação, sendo aprovadas pelos outros.
A necessidade de ter algo para ser alguém leva as pessoas a uma corrida inconsciente de competição com os irmãos para obter o "brinquedo". Semelhante a uma criança birrenta sem educação, vão espernear e tentar conseguir a qualquer custo, passando por cima das leis que regem a vida.
A maioria passa uma vida inteira mentindo para si mesmo, para poder se encaixar nos padrões da sociedade. A máscara social deturpa os sentidos, deixando as pessoas cegas e surdas, vivendo mortos em corpos que apenas respiram. Hipnotizados pelos comandos do sistema que dita as regras de como devem viver, caminham inconscientes, perdidos na multidão, enquanto as distrações são inúmeras.
Estamos aqui à procura do enigma que ninguém neste mundo poderá desvendar. Os "porquês" estão dentro de nós, na individualidade de cada um. Por isso, a vida na Terra não é justa; ela faz justiça ao justo. No mundo material, existem dois tipos de condições: os que estão onde estão, fazendo o que acreditam que precisa ser feito, e os que estão onde merecem estar, recebendo o melhor que a vida tem a oferecer, por direito.
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