Se ela quer Voar a porque tem Asas
A autoresponsabilidade sempre será o melhor caminho para a cura interior dos males da alma. Ela só faz efeito quando aprendemos a assumir os riscos e as consequências de nossas atitudes. E quando compreendemos que somos nós que damos abertura para que o mal nos atinja, também devemos entender que somente nós mesmos podemos nos curar.
Me diz o que é que eu faço
Se ela lê pensamento?
Me diz o que é que eu faço?
Desse jeito eu não aguento
Vê coisa onde não foi
Vê coisa onde não tem
E eu aqui sozinho
Sem você não sou ninguém
Me diz o que é que eu faço
Se ela me investiga?
Me diz o que é que eu faço
Se ela só faz intriga?
Me engana friamente
Só vive indiferente
E ainda sai dizendo
Que eu não sou homem decente
A jornada para descobrir quem somos vai além do consciente; ela esbarra em limites que frequentemente evitamos, porque são complicados e, por vezes, dolorosos. Nossa história pessoal, nossos traumas e alegrias imersas no inconsciente moldam a relação que temos com o mundo e com nós mesmos.
"A floresta não se pergunta por que cresce; ela simplesmente entende que sua existência é uma resposta silenciosa ao caos do mundo, ensinando-nos que a resistência também pode ser feita de raízes e paciência."
A natureza não pede perdão ela devolve, com juros, cada ferida. Salvem-se salvando-a. O futuro não é uma linha reta; é um círculo quebrado. Refazê-lo ou enterrá-lo: a escolha, agora, é de vocês.
Ela, Mulher imparável
Ela acorda com o peso do mundo nos ombros,
mas o carrega como se fosse pluma.
Uma trabalhadora que tece seu caminho com linhas de ferro,
sozinha, sem esperar que alguém lhe estenda a mão.
O machismo é um peito duro,
mas ela o rasga com as unhas,
com o olhar, com a voz que não se cala.
Cada passo é uma conquista,
um espaço que não lhe foi dado,
mas tomado, arrancado,
porque sua força não pede permissão.
Indomável, ela avança,
um vulcão que não se apaga,
uma tempestade que não se curva.
Dez leões caem sob seus pés a cada dia,
e ela os enfrenta sem hesitar,
sem tremer, sem recuar.
E ainda assim,
no fim da batalha,
ela sorri.
Brinca com a leveza de quem sabe o valor da luta,
deixa o bom humor dançar em seus lábios,
escreve poesias nas brechas do tempo,
como se as palavras fossem seu refúgio,
sua arma secreta.
E entre tantas vitórias,
ainda há espaço para o amor,
mesmo que fraco,
mesmo que decepcione.
Ela chora, sim,
mas não se quebra.
Porque essa mulher,
imparável, é mais que os leões que mata,
mais que os amores que a traem,
ela é o próprio fogo que a sustenta.
Ela sorria demais
Até que mandaram ela parar
Ela amava desenhar
Até que ela não tinha mais inspiração
Ela gostava de ler
Até que ela fechou o livro
Ela amava '' sentir o amor''
Até que ela ficou sem uma válvula do seu coração...
Ela ainda escreve
Só que como vou dizer pra ela, que o lápis
Já está no fim também?
Texto:"A sindrome de Down
A sindrome de Down ela nao é doença, mas sim uma condição genética que faz muita diferença, pessoas assim ou então precisa ser amadas ,quer seja criança, jovem ou adulto., basta apenas confiar, existe apenas o cuidado , afeto e atenção, depois que estudam e trabalham , tenha sim uma condição.
Pode apenas começar um vestibular na faculdade, para que tenha sua formação, com amor e dedicação, dos 25 ao 30 anos de idade, tenhos amigos que conheço que tem a sindrome de down, mas hoje são uns anjinhos, com aquele jeito de carinho , que tem jeito de especial, hoje é o dia muito lindo e bom de comemorar, feliz dia da sindrome de down , vamos sorrir e vamos brincar.
A verdadeira sabedoria não está escondida dentro do que você já aprendeu, ela existe exatamente naquilo que a gente ainda tem que aprender.
Você ama uma pessoa, mas mesmo assim você deixa ela ir embora, por quê? Amar uma pessoa é deixá-la ir, mesmo que doa em você também.
Em noite de solidão olho pro céu estrelado e penso
Será que ela também está a olhar esse céu?
Pensamento bobo, eu sei,
mas, se não for essa bobagem,
Juro-te que minha esperança de estar no mesmo lugar que você morrerá
Então, por favor, deixa-me ao menos ser bobo em relação a nós.
" EMBIRROU "
Ela embirrou igual mula teimosa
e se fechou negando-me conversa
em meio à tempestade lhe adversa,
fazendo-se difícil, má, manhosa…
A sua mudez se fez razão reversa
e não lhe deixa mais doar-me prosa!
Nem mesmo na poesia ela se entrosa
ficando, para assuntos meus, dispersa.
Pra quê tal pessimismo e mau humor
pra com quem lhe estendeu a mão do amor
e lhe acolheu nas raias da paixão?!
Que desembirre logo, mula brava,
pois, birra, a vida encurta, cessa, trava
e só traz mais sofrer ao coração!
QUANDO NÃO FOR ESPERA
Tudo o que ela precisa
É desaprender a morrer
Que de tanta morte-viva
Acostumou-se a se refazer.
Por onde a pulsação anda
Ela arrasta todo o caixão
E onde aparece uma sombra
Prepara o buraco no chão.
Pega o corpo defunto molhado
E levanta inteiro outra vez
Sem crer em dia ensolarado
Que poderia enxugar os clichês.
Faz flor na terra esburacada
Mas não acredita em quem se diz vivo
Arranca das costas facada
E não confia nos curativos.
Tudo o que ela precisa
Ah!
É desaprender
Que de tanto ser natural, morte
Nem acredita mais em benzer.
Não fecha os olhos em cochilos longos
Nem mesmo permite que dure o repouso.
Procura provas de que o pernilongo
Fará outro homicídio culposo.
Tudo o que ela precisa, oras!
É uma história para não se enterrar
Um livro, uma água fresca, uma semente
Que vai florear.
Uma paciência de Jó
Para entender quem muito voltou
Dos mortos, terra na garganta
De onde ninguém mais pisou.
Um filete de luz quando o escuro
Vier de mansinho pós-sol
Um sentimento todo seguro
De nem morrer, nem viver
Em prol.
Apenas coisa bonita, que não fecha
A entrada do ar que respira.
Tudo o que ela precisa
É aprender mais o que admira.
Porque
Quando o tempo não for mais o tempo
E o doer não for a-versão
Quando tanto não der n’outro pranto
Quando o sim for menos que o não
Ela chora, ardendo, gritando
Faz calar toda, tanta, ilusão
E o peito, cremado, berrando
Diz, enfim, que chorou de emoção
Sabe, aqui, que tudo faz motivo
Quando a hora não é de moer
E o bordado, bordado agressivo
Sabe, enfim, n’outra mão se caber
E o sentido que ninguém achava
Escondido, no que era pra’si
Faz resposta, assim, intuitivo
Como se choro pudesse sorrir
Entre adeus, chegadas e meios
Prefere ter tudo onde possa ficar
Porque voltar, já não suficiente
Faz a dor calejada sarar
Mas fica inda batendo tão roxo
E assim ninguém volta a sua cor
Aprendido que o cadarço frouxo
Não segura nenhum caçador
E agora ela entende o momento
De agradecer somente a quem fica
Casa, ninho, asa que descansa
Quando ir não destrói o que habita
Quando o tempo não for mais o tempo
Quando a marca não mais desbotar
Ela vai terminar o bordado
Ela vai saber se podar
Porque horta, para crescer grande
Só se poda quando se rega
Quando o tempo não for mais o tempo
Ela vai enxergar quando cega
Quando tudo não for mais a tora
Quando a hora não for o seria
Toda cura será para agora
Todo precisar saberia
Pelo belo de (se) achar mais bonito
Dentro d’olho de quem faz caminho
Casa, tranca, risco na parede
Quando tempo não se faz sozinho
E ela vai saber ceder,
Vai pedir
Demorado
Quando o tempo não for mais o tempo
Finalmente não será (mais) calado
Que de tanto corpo sem vida
Parou de ter tempo para viver
Mas quando o tempo não for mais o tempo
Não terá tempo é para morrer.
(Vanessa Brunt)
O verdadeiro valor de uma pessoa está no bem que ela faz, não no dinheiro fácil ou nas ilusões do mundo. Plante respeito, amor e honestidade, e você colherá uma vida de paz e propósito.
Não avalie as dores e os problemas de outra pessoa, pois você não conhece as dificuldades que ela está enfrentando.
O brilho das luzes da festa se apaga, mas a verdadeira luz nunca se apaga: ela vem de dentro e ilumina o mundo.
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