Se ela quer Voar a porque tem Asas

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FRASE DE UM GURU INDIANO.


O AMOR VEM SEMPRE NOS ATORDOAR A CAMA.


ESTEJA ELA OCUPADA OU NÃO.

⁠Ela não era fada, mas me transformava a cada dia.
Ela era a ternura que embalava meus sonhos e vestia de encanto o meu pequeno mundo.
VOVÓ. Nome doce que eu pronunciava muitas vezes ao dia.
Não sei se os retalhos coloridos que você emendava foram presos com linhas ou com histórias arrematadas com concelhos.
Com amor costurei toda a sua ternura de vó em meu coração e guardo na memoria suas histórias contadas com pequenas paradas antes do ponto final.

"A vida não pune e nem recompensa; ela apenas reflete. A consequência é o espelho da realidade nos devolvendo quem fomos."

"A 'arminha' dos aproveitadores nunca defendeu o cidadão; ela serve apenas para proteger os privilégios dos trapaceiros que se alimentam da ignorância alheia."

​"A importância de alguém na nossa vida não se mede pelo espaço que ela ocupa em nossos pensamentos, mas pelo tempo que ela dedica em nossas urgências."

Se o hipócrita não tirar a máscara, viverá com ela para sempre. 🎭

#Reflexão 🤔

A inércia não traz clareza, pois ela vem da ação. 👣

Não existe obstáculo para a água; ela sempre acha um novo caminho ao fluir. 💧

Não queira mudar ninguém, pois a verdadeira mudança não é externa, mas interna; ela parte do coração.


📖 Ezequiel 36:26.

Mais perigosa que a loucura mental é a loucura moral: ela justifica a perversidade como se fosse justiça.

A revelação bíblica é relacional e ética. Ela conduz à comunhão com Deus e à prática da sua vontade, mais que ao conhecimento intelectual.


📖 João 17:3

• As mulheres são mais envolvidas com a questão do ser: como ela é?


• Os homens são mais envolvidos com a questão da prática: o que ele faz?


📖 Nota: Deus criou homem e mulher distintos, ambos à sua imagem (Gn 1:27).

⁠Quando uma mulher se encontra com a motivação da exposição da sua curva mais bonita, o sorriso, ela se torna tão poderosa que pode se insinuar para as câmeras ou para o espelho, com a certeza de revelar ou refletir a tradução da beleza.

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.

⁠Os que só veem a Felicidade nas Grandes Conquistas, ainda não tomaram Vento na Cara com ela no Carona.

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.


Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…


É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.


Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.


Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.


E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.


A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.


Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.


A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.


A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!


Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!

⁠À luz da Democracia, sejam exemplarmente punidos, todos e quaisquer que tentarem contra ela, mas nunca com os métodos deles.


Que lhes sejam respeitados especialmente os direitos amplamente confundidos — por descuido, maldade ou capricho — com merecimento por Classe Social ou Bom Comportamento: os Direitos Humanos.


Que o Estado não desça ao nível dos que querem destruí-lo, leiloá-lo ou dominá-lo!

Sempre que mulheres feminilizam pejorativamente um homem, mais monstruoso o machismo se torna, e elas nem percebem.


Há, nessa contradição silenciosa, uma das faces mais complexas e difíceis de enfrentar dentro das estruturas sociais: o machismo não é apenas um comportamento externo, imposto de maneira evidente por figuras tradicionalmente associadas ao poder, mas também um padrão internalizado, reproduzido muitas vezes — consciente ou inconscientemente — por aqueles que, em teoria, deveriam combatê-lo.


Quando características associadas ao feminino são utilizadas como insulto — seja para diminuir, ridicularizar ou desqualificar um homem — o que está sendo reafirmado, no fundo, é a velha hierarquia que coloca o feminino como inferior.


Não se trata apenas de um ataque ao homem em questão, mas de uma reafirmação simbólica de que tudo aquilo que se aproxima do feminino é digno de desprezo.


E, nesse gesto aparentemente banal, perpetua-se a lógica que o próprio feminismo busca desconstruir.


O mais inquietante é que esse tipo de comportamento muito raramente é percebido como problemático.


Ele se esconde no cotidiano, nas piadas, nas expressões corriqueiras, nos comentários feitos sem reflexão.


E justamente por isso se torna tão poderoso: porque não encontra resistência.


Ao contrário, encontra eco, risos, validação — e assim se fortalece.


Combater o machismo, portanto, exige mais do que identificar seus agentes mais evidentes.


Exige um exercício constante de autocrítica, de revisão de linguagem, de questionamento de hábitos profundamente enraizados.


Exige reconhecer que ninguém está completamente fora dessa estrutura, e que todos, em maior ou menor grau, podem reproduzi-la.


Não se trata de apontar culpados, mas de ampliar a consciência.


De entender que a transformação social passa, inevitavelmente, pela transformação individual.


E que desconstruir o machismo estrutural não é apenas enfrentar o outro — é também confrontar a si mesmo, nas pequenas atitudes, nas palavras escolhidas, nas ideias que repetimos sem perceber.


Porque, no fim, o machismo não se sustenta apenas pela força de quem o impõe, mas também pela repetição de quem, mesmo sem intenção, continua a alimentá-lo.


⁠A
Mentira repetida
só vira Verdade
para os apaixonados por ela.


Existe um tipo de cegueira que não nasce da ignorância, mas do desejo.


As pessoas não acreditam em certas mentiras porque elas são convincentes; acreditam porque elas confortam, alimentam ressentimentos, validam medos ou preservam interesses.


A repetição, nesse caso, não cria a verdade — apenas anestesia o senso crítico de quem já queria acreditar.


A descoberta da verdade costuma ser desconfortável.


Ela exige revisão de postura, humildade para admitir erros, coragem para abandonar narrativas convenientes.


A mentira, ao contrário, oferece abrigo emocional.


Ela simplifica o mundo, cria vilões fáceis, heróis perfeitos e respostas prontas para questões complexas.


Por isso, encontra terreno fértil nos apaixonados: aqueles que trocam reflexão por torcida.


O problema é que toda mentira sustentada coletivamente cobra um preço alto demais.


Primeiro, destrói o diálogo, porque quem questiona passa a ser tratado como inimigo.


Depois, corrói a realidade, até que fatos percam valor diante da narrativa mais repetida.


E, por fim, destrói a própria capacidade de discernimento de quem a retroalimenta, porque viver preso àquilo que se deseja ouvir é abrir mão da liberdade de pensar por conta própria.


Há uma diferença profunda entre convicção e fanatismo.


A convicção aceita confronto, suporta dúvidas e amadurece diante da verdade.


O fanatismo precisa sufocar perguntas, ridicularizar divergências e repetir slogans como mantras.


Quem ama a verdade procura evidências; quem ama a própria versão dos fatos procura plateia.


No fim, a mentira não se torna verdade.


Acreditar nisso é, sem dúvida, acreditar na maior das mentiras.


Ela apenas reúne devotos dispostos a defendê-la até que a realidade, inevitavelmente, cobre a conta.

O valor de uma startup está na complexidade do problema que ela resolve e dá quantidade de pessoas que ela resolve um problema.