Se ela quer Voar a porque tem Asas
Tudo o que é dito sobre a verdade não é a verdade. A verdade não pode ser expressa; ela simplesmente é.
A liberdade não nasce quando o medo desaparece. Ela nasce quando o medo perde o poder de impedir você de viver.
Tudo o que ela queria, era alguém que lhe fizesse feliz. Tudo o que ele queria era brincar com os sentimentos dela.
A alma não fala alto.
Ela sussurra.
Mora nos detalhes que ninguém vê,
na lágrima que não caiu,
na saudade que ficou sentada à mesa,
na esperança que se recusou a partir.
A alma conhece caminhos
que os olhos não alcançam.
Ela atravessa noites inteiras
carregando pequenas luzes,
mesmo quando o coração acredita
que já não existe amanhecer.
A alma guarda.
Guarda os abraços que salvaram dias,
as palavras que curaram feridas,
os nomes que o tempo não conseguiu apagar.
E ama.
Eu tenho dias bons, mas sempre tendo dias com a bênção de Deus. Ela me fortalece quando alegro, me guia e renova minha esperança. Enquanto Deus estiver comigo, sempre haverá um novo amanhecer.
Me perdi em milhares de direções, tendo uma pequena luz;
Logo ela desvaneceu e tornou minha perdição.
De que forma hei de escrever quantas vezes me apaixonei pela mesma pessoa?
Palavras não podem descrever,
Sinto-me na escuridão...
De que forma haverá de ser,
Tendo como certa minha decepção?
Matarei de vez esse amor,
Ou ele matará meu coração.
Ela é linda
Ela é feroz
Ela é o amor puro que não cabe no peito
Ela é a própria perfeição
Ela é a luz que carrega o sol
Ela é o sorriso que acalma a minha alma
Ela é a tempestade e a paz no mesmo lugar
Ela é o motivo de eu querer ficar
Ela é o meu hoje e todo o meu amanhã
PORMENORES
Eu fiz uma canção.
Ela exprime meus anseios.
Eu não tinha tal entendimento,
Mas a canção se fez rainha nos meus sonhos.
Qual a um erudito, fiz nos pormenores
As causas de sua construção.
E entoei um grito sufocado.
Eu já não tinha um porquê de entoá-la.
Mesmo assim, a fiz!
Desejei que o mundo ouvisse!
Mas, depois, compreendi...
Que só eu a entenderia!
MINHA ESCURIDÃO É INFINITA
Eu medi a minha escuridão e descobri que ela é infinita. Diante disto, propus-me a me olhar com outros olhos. Procurei luz na alma, mas só havia sombras. Isso inquietou-me diante da improbabilidade de ver a luz. Então me recolhi, mantendo-me na minha pequena insignificância, porém, não me dei por vencido.
Eu já tinha visto a luz, mas o ego a sufocava. Procurei me despir dele; havia camadas, e lutei com as forças que me restavam. Eu estava cego, pobre de espírito e nu! Mas quem disse que eu estava nu? Meu próprio ego. A briga sempre foi intensa, de causar exaustão.
Procurei sair da bolha em que me meti. Tentei alçar voos, mas sempre era reprimido. Quase tudo que me cercava eram trevas, devido à bolha. Tornei-me um monstro, um ser sem vida, buscando vidas em outras dimensões.
A batalha dual se acirrou, sendo que eu mesmo era o espectador. Eu torcia pelo mais forte, só que, no momento, o mais forte era o obscuro. Os outros "eus" que existem em mim, ambos os lados, não levantavam a bandeira branca, e eu seguia inquieto na expectativa do vencedor!
Por fim, alcancei o chão e, de espectador, resolvi entrar na briga. Foi quando comecei a enxergar um filete de luz na minha vasta escuridão!
A CANÇÃO QUE NÃO É MINHA
Existe uma canção em mim,
Uma canção que não é minha.
Ela vaga imortal no meu inconsciente
E arrasta sensações de tempestade e calmaria.
Nas poucas vezes que estou lúcido,
Sou arrebatado de forma cálida.
Eu, que não sou um entusiasta do meu pessimismo provocado por ela, devo esclarecer: entenda, meu pessimismo é meu bom vivant; não é tristeza, desesperança ou solidão, é apenas solitude.
Entenda: meu pessimismo foi construído com bases fortes na canção entoada na alma.
O pessimismo é meu, e ele se agarra a mim como se eu fosse a última fronteira entre a esperança e o desânimo.
A canção continua tocando, cadenciada e ressoando no caminho da alma, um caminho tortuoso e sem fim!
Chão Preto
Quem sabe um dia
Deus desça a olhar
a terra e perceba
que ela está doente.
E quem sabe lá
escute o clamor
desta terra
que tem
o chão preto
como coração
atravessado de ódio
E rancor...
Nem Odin
lançou tantas flechas
no auge de sua tempestade.
A promessa que me faço
é de...
Guardar a pureza
onde o olhar
de maldade não a alcance...
O mundo só sofre
Porque perdeu seu rumo
E disfarça o choro
Com máscara de alegria...
Ysrael Soler
#israelsoler
#ysraelsoler
“A mulher não precisa competir com o homem; ela precisa ser plenamente mulher, assim como o homem precisa ser plenamente homem. A harmonia entre os dois não nasce da disputa, mas da complementaridade. Onde há competição dentro de um relacionamento, alguém deixa de ser companheiro para se tornar adversário.
Liderança não é privilégio, é o peso da responsabilidade. O homem que lidera assume sobre si o dever de proteger, prover, oferecer segurança e conforto à sua esposa e à sua família. Não há glória nisso, apenas o compromisso de carregar um fardo que escolheu assumir.
Quando os papéis se invertem, mudam também os encargos. A mulher passa a suportar o peso da liderança, das decisões e das responsabilidades, enquanto o homem, se acomodado, encontra um terreno fértil para a própria omissão. Ideologias que confundem igualdade com disputa acabam, muitas vezes, incentivando esse desequilíbrio. E o homem sem caráter ou senso de dever dificilmente rejeitará uma posição em que nada lhe é exigido. Afinal, quem não precisa responder por seus deveres tende a viver apenas para satisfazer as próprias conveniências, existindo sem propósito e sem a nobreza que a responsabilidade confere.”
Morte, Fonte De Fé Não Salvífica
A morte é uma fiel cooperadora do evangelho, ela confirma a veracidade do evangelho em que acreditámos ou deixamos de acreditar.
Pelo que na morte o ateísmo perde a vida, e uma multidão de incrédulos se torna crédula.
Porém a fé gerada na morte já não pode salvar.
Ela não é um meio pelo qual recebemos a graça para a salvação.
É somente a confirmação de que o evangelho é verdadeiro – nada mais.
08/04/2026 "13h:25"
Adilson Manuel
Mulher: só se sabe que conseguiu o amor desta se em algum momento ela sentir ódio de ti e este feito você a realizou em seu ser, porque elas têm como necessidade vital amar e odiar, pois é pertencente ao ímpeto das fêmeas.
A falta, ela nos diz muito sobre aquilo que ela nos subtrai e o reflexo desta perda nos potencializa a algo, pois a vida é uma superação, como o hoje é a superação do ontem, para que o ontem tenha tido sentido em nosso viver, o hoje precisa ter muito mais, é isso que a vida nos pede, não pra esquecer, mas pra que superemos a falta.
Acredito na sorte.
Um dia ela chega!
Com trevos-de-quatro-folhas,
regados com muito estudo, trabalho e dedicação.
E quando a vida
decide escrever beleza,
Ela escolheu teu jeito,
Teu passo, teu olhar.
Por isso , antes de qualquer verso meu, já existia você -
O poema que o mundo
Sonhou primeiro.
A vida não avisa,
ela vem de punho fechado,
não pede licença,
não mede o estrago.
Ela bate até faltar ar,
espanca sonhos no chão,
te ensina na marra
o peso da própria mão.
Ou você se ergue sangrando,
com a dor virando chão firme,
ou aprende a revidar
sem perder aquilo que te define.
Porque sobreviver não é sorte,
é decisão tomada no caos:
levantar mesmo tremendo
e transformar cicatriz em voz.
A vida não vai te poupar,
mas pode te forjar.
Ela só respeita quem cai
e escolhe, mesmo ferido, lutar.
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