Se ela quer Voar a porque tem Asas
A opinião dos outros é só isso, a opinião dos outros! Ela não é a verdade absoluta, não é a setença e definitivamente não define quem nós somos!
A troca, parece dividir, quando na verdade, ela compartilha, pois o objetivo não é subtrair e sim multiplicar e por fim percebemos o quanto trocar, acrescenta em nossas vidas e adiciona na vida de quem trocamos.
A solidariedade é uma força silenciosa, mas profundamente transformadora. Ela nasce quando escolhemos olhar além de nós mesmos e reconhecer o outro como parte do mesmo caminho.
Sobreviver à injustiça é como recuperar de uma mordida de cobra, algo que ela não conseguiu destruir: a consciência de que o veneno diz mais sobre quem o carrega do que sobre quem foi mordido.
... doe à vida
o que de melhor possas
oferecer - pois ela não te proverá
de mais plausíveis demandas e compensações, sem que, teus
valiosos princípios e
atitudes estejam
presentes!
A saudade traz uma dor que aperta o peito, mas ela nasce de momentos felizes. As lembranças guardam o amor que ficou e mostram que a vida valeu a pena.
No momento em que uma igreja se vê ameaçada por outra, ela perde sua essência e se transforma em um mero empreendimento comercial.
Quem sustenta a verdade, mesmo quando ela lhe custa, preserva a consciência; quem a abandona para preservar conveniências, perde muito mais do que aquilo que pretendia salvar.
Tanto tempo juntos que parece que ficamos, cada dia, mais parecidos um com o outro. Olho pra ela e é como se estivesse de frente a um espelho. Muito mais que isso é que nossos espíritos se fundiram e desapareceram portanto o “meu” e o “dela”, agora é o “nosso” espírito.
Obrigado SENHOR por ter-nos selados para a eternidade.
Ney Paula B.
Boa noite...
Jesus abençoe o nosso caminho para diante. Não nos deixemos vencer pela tristeza. Ela oculta sempre um perigoso adversário de nosso progresso - o desânimo.
Estamos em nossa viagem para a redenção e, de modo algum, poderemos repousar. Desistir jamais! Sigamos sempre com confiança e fé renovadas!
Paz e muita Luz!
Quando a mente se perturba diante de eventos externos que assumem proporções agigantadas, ela inevitavelmente consome a vitalidade do ser e adoece o corpo.Se o sofrimento brota de percepções puramente individuais e as conclusões pertencem apenas a uma perspectiva humana, o verdadeiro embate deixa de ser com o mundo e passa a ser da alma consigo mesma. O desafio supremo reside na capacidade de processar as adversidades sem cultivar mágoas, dissipando a dubiedade dos pensamentos para alcançar a autêntica paz interior.— Roseli Ribeiro 2026
Chega de Margens
Ainda estou me acostumando com ela em pleno 62/63— esta versão de mim que parece uma evolução silenciosa, metade caos, metade clareza e, de alguma forma, ainda intencional. Ela é nova, mas também… não é. Mais como um despertar. A próxima fase do por vir. Eu não percebi que escolher ser imperfeito eventualmente se tornaria parte do por vir. E agora que ela está aqui, ela não anda na ponta dos pés. Ela (idade/mente) não pergunta se é demais. Ela simplesmente chega — crua, firme, despreocupada — como se estivesse esperando que eu parasse de me moldar em formas que deixavam todos os outros confortáveis. E quando ela avança, ela não apenas sobe ao palco — ela o preenche, como se finalmente se lembrasse de que nunca deveria ter vivido à margem da própria vida. Ela permanece ali com essa certeza silenciosa, daquela que não precisa provar nada, daquela que faz você perceber que ela nunca foi o problema — o espaço é que era pequeno demais e me fazia me preocupar, me sentir pressionado. E talvez seja essa a parte que ainda estou aprendendo: que tenho permissão para viver uma vida que me encaixe. Que não preciso me retrair para ser compreendido. Que posso querer mais espaço sem sentir que estou pedindo demais. Não se trata de me tornar alguém novo — trata-se de finalmente me permitir ser quem eu sempre tentei proteger. E é isso que estou aprendendo agora: tenho permissão para crescer (ainda da tempo) além dos limites de quem eu costumava ser. Não preciso me retrair para ser compreendido e nem preciso que alguém me compreenda se esse alguém pretende caber na mesmice do cotidiano orientado por “influencer´s. Posso querer uma vida que me encaixe sem me desculpar por isso. Não se trata de me tornar alguém novo — trata-se de finalmente me permitir ser eu mesmo. E quanto mais me permito crescer, mais percebo o quanto eu me reprimia sem nem notar. Quantas vezes tentei me tornar mais fácil de carregar, mais fácil de entender, mais fácil de amar. Mas não farei mais isso. Nesta idade, a idade do pôr do sol da vida, estou aprendendo a me aceitar como sou — não como um projeto, não como um problema, mas como uma pessoa que merece o espaço que preciso conquistar. Há uma estabilidade nisso. Uma espécie de confiança tranquila que eu não sabia que podia ter. E é nisso que me apego agora — na compreensão de que não preciso me diminuir para me manter amistoso. Posso crescer – ainda que nesta idade o corpo encolha e se curve - sem me perder. Posso ocupar espaço sem sentir que estou tirando algo de alguém. Esta versão de mim não é uma partida; é um retorno – talvez seja isso, quando envelhecemos, retornamos para quem fomos um dia, quando crianças puras. Uma expansão. Uma acomodação na vida que venho construindo silenciosamente. Pela primeira vez, parece menos que estou me desvencilhando de quem eu era e mais que finalmente estou me tornando quem sempre fui.
Ela deixa ir.
E talvez seja isso a coisa mais próxima de liberdade que existe: não confundir queda com morte. Não confundir mudança com derrota.
As folhas caem e ninguém pede desculpa.
O tronco continua.
E de algum jeito que ninguém explica direito, isso ainda é vida.
A GRANDE FRAUDE DA IDADE
Há uma mentira vendida em cada espelho.
Ela diz que o valor de um ser humano diminui na mesma velocidade em que a pele perde firmeza. Como se os anos fossem ladrões, quando, na verdade, são artesãos. Como se cada fio branco anunciasse um fim, quando anunciam uma conquista.
Vivemos numa época que idolatra o vigor dos músculos e desconfia da potência do pensamento. Fazem culto à velocidade porque desconhecem a profundidade. Confundem juventude com plenitude, quando quase toda juventude é um terremoto tentando parecer um jardim.
As grandes crises existenciais não deveriam existir na alta maturidade.
Elas pertencem aos primeiros capítulos da vida.
São as crises do homem que ainda não sabe quem é. Da mulher que tenta caber nos olhos dos outros. Da ansiedade de provar valor, de competir, de vencer corridas cujo prêmio nunca compensou o desgaste.
Chegar à alta maturidade não é um fracasso do corpo.
É uma vitória improvável.
Porque o caminho até aqui não foi pavimentado por flores.
Foi aberto a golpes.
Cada perda arrancou um pedaço de inocência.
Cada traição deixou um corte profundo.
Cada despedida ensinou uma língua que ninguém gostaria de aprender.
Enterramos amigos.
Enterramos amores.
Enterramos versões inteiras de nós mesmos.
E, apesar dos fantasmas que continuam caminhando alguns metros atrás, apesar das cicatrizes que ainda ardem nas madrugadas mais silenciosas, seguimos respirando.
Isso não é decadência.
Isso é triunfo.
Talvez porque a idade nunca tenha sido aquilo que aprendemos a contar. Talvez ela seja apenas uma medida obsoleta para algo que jamais coube em números. O agridoce da existência não cabe num calendário. Há quem transforme seus anos numa desordem feita de ontem, de dúvidas e de amanhãs cautelosos. Continua vivendo como quem espera autorização para começar a existir. Continua acumulando rugas sem jamais crescer no presente. E, quando isso acontece, a pele envelhece antes da consciência.
Mas existe outro caminho.
Há quem descubra que a idade é justamente o lugar onde os tesouros são guardados. Onde tristeza e prazer deixam de ser inimigos para ocuparem a mesma mesa. Onde perdas e alegrias passam a conversar em vez de disputar espaço. Então os anos deixam de se amontoar. Perde-se a conta. E, de certa forma, deixa-se de ter idade.
Talvez seja exatamente isso.
Chega um momento em que os anos deixam de ser uma pilha de calendários e passam a ser uma coleção de consciências.
As rugas deixam de ser dobras da pele para se tornarem marcas de batalhas vencidas.
A juventude possui cartilagens resistentes.
Nós possuímos discernimento.
Ela sobe montanhas correndo.
Nós sabemos quais montanhas jamais valeram a escalada.
Perdemos velocidade.
Ganhamos direção.
Perdemos elasticidade.
Ganhamos profundidade.
Perdemos a ilusão da eternidade.
Ganhamos a rara capacidade de distinguir o essencial do ruído.
E há uma ironia magnífica nisso tudo.
Os ossos já não suportam o mesmo peso.
Os joelhos protestam.
A pele já não estica como antes.
Mas o cérebro...
Ah, o cérebro.
Depois de décadas colecionando fracassos, amores, lutos, livros, silêncios, erros imperdoáveis e recomeços improváveis, ele se transforma numa força impossível de medir.
Uma mente amadurecida pode possuir um poder comparável ao de uma bomba nuclear.
Não porque destrói cidades.
Mas porque destrói mentiras.
Explode vaidades.
Reduz egos a poeira.
Demole medos que passaram décadas fingindo serem gigantes.
A verdadeira potência nunca esteve nos braços.
Sempre esteve na consciência.
Envelhecer não é caminhar para menos.
É caminhar para dentro.
É abandonar personagens e, finalmente, encontrar o ser humano que passou décadas escondido atrás deles.
Por isso, não tenha vergonha dos cabelos brancos.
Nem das mãos marcadas.
Nem das rugas que insistem em permanecer.
Elas não denunciam o tempo.
Elas testemunham que você atravessou o tempo.
São medalhas que a vida entrega apenas aos que sobreviveram.
Porque chegar à alta maturidade nunca foi uma concessão dos anos.
Foi uma conquista arrancada da existência com sangue, lágrimas, cicatrizes e uma coragem silenciosa que os jovens ainda não conhecem.
E talvez essa seja a maior liberdade concedida a um ser humano.
Olhar para trás sem desejar voltar.
Olhar para frente sem temer chegar.
Compreender que a idade jamais foi o peso dos anos.
Sempre foi o lugar onde reunimos nossos tesouros.
O ponto onde tristeza e prazer finalmente se encontram.
E quando isso acontece, o calendário perde sua autoridade.
Os números deixam de importar.
Perdemos a conta.
E, enfim, deixamos de ter idade.
A Mulher Segura vs o Jovem Intenso
Ela parecia inabalável.
Postura firme,
voz calma,
dessas mulheres que entram nos lugares
como quem já aprendeu a não precisar de aprovação.
Nada escapava do controle.
Nem o olhar.
Nem a saudade.
Nem o coração.
Até ele aparecer.
O jovem intenso.
Bonito de um jeito cansado.
Emocional demais.
Verdadeiro demais.
Daqueles que chegam bagunçando o ambiente
sem perceber.
Ele falava olhando nos olhos.
Sentia sem estratégia.
Amava sem diplomacia.
E isso desmontou ela.
Porque homens calculados
ela conhecia aos montes.
Mas homem sincero em excesso…
isso era perigoso.
Ele não tinha maturidade emocional perfeita,
nem promessas sólidas,
nem estabilidade.
Mas tinha presença.
E presença desarma gente forte.
Então a mulher segura começou a falhar
em pequenos detalhes:
pensava nele no trânsito,
abria conversas antigas,
sorria sozinha sem perceber,
e odiava o fato
de sentir falta daquele caos juvenil.
Ela, que sempre controlou tudo,
agora esperava mensagem.
Ela, tão racional,
criando expectativa igual adolescente.
E o pior:
sem nunca admitir.
Porque certas mulheres
preferem sangrar em silêncio
do que parecer vulneráveis.
Já ele…
nem entendia o tamanho do estrago que causou.
Só sabia sentir.
E foi justamente isso
que atravessou ela inteira.
Meu amor foi tão sincero
que nem ela acreditou,
e ao som de um bolero,
em devaneios fraquejou.
O ciúme é uma tormenta
tempestade em alto mar,
represa que arrebenta,
e o sentimento pode afogar.
Quero a paz da madrugada
chega de aturar ingratidão,
nessa noite tão estrelada,
tenho de volta meu coração.
Agora vou dar um tempo
em sonhos e fantasia,
até o total esquecimento,
do que restou dessa agonia.
Vou viajar na poesia
chega de contestação,
falar de amor e alegria,
desejo e muita paixão.
Em minhas horas vadias
em bares vou encontrar,
violão, mulheres e boemia
para a saudade matar.
Vou ver decotes ousados
e lábios cor de carmim,
voltar aos anos dourados,
que por amor esqueci.
Beijar na boca fogosa
de quem só pensa em viver,
querendo ser uma rosa,
para quem queira colher.
Cantando a mesma canção
que tanto te encantou,
vou despertar a emoção,
que teu ciúme apagou.
Em belos motéis coloridos
vou passar de mão em mão,
ouvindo falsos gemidos,
embriagando-me de ilusão.
Então quando a loucura findar
regressando a realidade,
irei desesperado te procurar,
quase morto de saudade.
Sob a luz do teu lindo olhar,
temendo que digas não,
teu perdão irei rogar,
porque és minha paixão.
Te darei uma bela rosa,
em teus braços irei jurar,
que na vida caprichosa,
para sempre irei te amar.
E da lição que o mundo
tristemente me ensinou,
não esquecerei um segundo,
que nada substitui teu amor.
De meus sonhos a única realidade é que te amo de verdade.
Ela respira, muda, colide, rompe, amadurece. Nada em nós permanece imóvel depois que a vida nos atravessa com suas forças invisíveis.
"A vida é uma constante colisão transmutativa."
A Misteriosa Mulher Hispano-Libanesa
Ela tinha olhos de fronteira,
fala baixa, fumaça ligeira.
Entrava nos lugares sem pedir licença,
misturando perigo com elegância densa.
Perfume amadeirado,
silêncio calculado.
Daquelas mulheres
que fazem o caos parecer organizado.
Metade Beirute, metade Tijuana,
fria de dia, de noite insana.
Andava como quem sabe demais,
como quem já viu impérios caindo em jornais.
Ria pouco.
Observava muito.
E quando falava espanhol
parecia oração e delito.
Usava ouro discreto no dedo,
vestido escuro, cigarro aceso.
Tinha algo de santa cansada
e contrabandista sofisticada.
Os homens olhavam demais.
Ela nunca devolvia igual.
Porque certas mulheres aprendem cedo
que mistério também é poder emocional.
Ela carregava um ar melancólico e fino,
vinho barato, hotéis, cassino.
Parecia saída de algum bolero antigo
onde todo amor termina em perigo.
Não prometia futuro.
Nem paz.
Só aquela sensação estranha
de querer ficar
mesmo sabendo
que ela sempre vai embora antes.
E talvez fosse isso
o mais bonito nela:
a forma seca, elegante e cruel
com que transformava ausência
em vício silencioso.
Ele: -Queres o mundo?
Eu te dou!
Ela: -Quero não, tá muito ruim, me dê algo menor porém melhor!
Haredita Angel
17.07.26
- Relacionados
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas sobre a família mostrando que ela é o nosso alicerce
- Textos de aniversário para amiga que dizem tudo que ela merece ouvir
- Ela é forte e sabe sonhar: frases de menina mulher
- Ando devagar porque já tive pressa
- Porque tem que ser assim
- Porque Eu Amo Demais Você
