Se ela quer Voar a porque tem Asas
Existe uma força adormecida dentro de cada ser humano que raramente é despertada. Não porque ela seja fraca… mas porque fomos ensinados desde cedo a acreditar que dependemos de aprovação, sorte, destino ou salvação externa para transformar nossa realidade.
A verdadeira queda do homem não foi o pecado… foi o esquecimento do próprio poder.
A maioria vive anestesiada, repetindo ciclos, aceitando migalhas emocionais, sobrevivendo em ambientes que destroem sua essência enquanto alimenta desculpas para justificar a própria prisão. E o mais perigoso: fazem isso inconscientemente. Não percebem que estão entregando a própria vontade para sistemas, pessoas, vícios, medos e limitações mentais.
Mas existe um momento em que algo desperta.
Um instante silencioso onde o indivíduo olha para si mesmo sem máscaras e compreende:
“Se fui eu quem construiu esse inferno interno, também sou eu quem pode destruí-lo.”
Esse é o verdadeiro fogo da consciência.
Não o fogo da destruição vazia… mas o fogo da transformação. O fogo que queima ilusões, destrói dependências emocionais e rompe correntes invisíveis. Porque quando um ser humano desenvolve consciência de onde está, do que aceita, do que tolera e daquilo que vem alimentando dentro de si… ele deixa de ser vítima da própria existência.
A partir daí, tudo muda.
A força sempre esteve ali.
O poder sempre existiu.
A diferença é que agora existe consciência.
E consciência é perigosa para qualquer prisão.
Você possui a capacidade de reconstruir sua mente, mudar seus hábitos, dominar suas emoções, transformar sua realidade financeira, romper relações que sugam sua energia e criar uma vida alinhada com aquilo que realmente deseja viver.
Mas isso exige responsabilidade.
Porque no momento em que você desperta, já não pode mais culpar ninguém pela vida que continua escolhendo manter.
Dentro de cada ser humano existe um potencial brutal esperando o momento em que a mente deixará de implorar por permissão… e finalmente terá coragem de assumir o controle da própria existência.
Às vezes, a gente considera uma pessoa especial não porque, de fato, ela seja, mas por ser parecida conosco.
“Essa pode ser a nossa música… porque toda vez que ela toca, automaticamente eu lembro de você, do seu jeito, das nossas conversas e de tudo que me faz sorrir quando penso na gente.”
A constância vale mais do que o brilho passageiro, porque é ela que transforma esforço em permanência.
E que, quando a morte vier me buscar,
que ela me encontre no banco da praça.
Por quê? Porque eu nunca vou à praça.
Eu julgo uma árvore pelos frutos que ela entrega. Porque palavras mentem, mas os frutos nunca. E julgar não é pecado quando a verdade já grita sozinha.
A Gestão com Alma transforma organizações porque começa transformando pessoas. Ela une estrutura e sensibilidade, processo e presença, resultado e cuidado. Na prática, representa uma nova forma de gerir, onde o foco deixa de ser apenas o que se entrega e passa a incluir como se constrói cada etapa do caminho.
“A criança que esquece o material não esquece porque não se importa; muitas vezes, ela ainda não possui ferramentas internas para sustentar a própria organização.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A voz denuncia o que o discurso tenta esconder, porque antes de convencer o outro ela revela o corpo que fala.”
Do livro A Voz e a Fala — Da Fisiologia da Laringe à Expressão Psíquica: Neurobiologia, Anatomia e Identidade dos Sons Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A infância não fica para trás apenas porque o corpo cresceu; muitas vezes ela permanece esperando escuta dentro do adulto.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Ela me chamou de idiota.
E eu ri.
Porque não foi ofensa.
Foi daquele jeito que só quem gosta fala.
Idiota leve.
Idiota que não pesa o clima.
Eu sou esse cara.
O que faz graça sem maldade,
o que quebra o gelo quando tudo fica sério demais,
o que entra no jogo só pra fugir um pouco do mundo.
E ela riu comigo.
Isso ficou.
Se eu erro, ela ri.
Se ela ri, eu fico bem.
É simples assim.
Ser idiota assim não dói.
É cuidado disfarçado de brincadeira.
É amizade que acolhe.
Então se eu sou idiota,
que seja desse jeito —
o tipo que arranca risada
e guarda carinho no meio da zoeira.
Ela transforma cada lágrima em flor. Ela gosta de corolar sua íris com pétalas porque ela é primavera quando seu coração seca.
A chuva sempre me entendeu.
Talvez porque ela também saiba
o que é cair em silêncio
sem que ninguém perceba a dor.
Eu amo a chuva
porque ela camufla minhas lágrimas,
e no meio das gotas
ninguém consegue distinguir
o que cai em mim.
E o que escorre do meu coração.
Há dias em que a saudade pesa,
em que o peito dói baixinho,
e o mundo parece distante demais.
Então a chuva chega…
mansa, fria, silenciosa,
como quem senta ao meu lado
sem fazer perguntas.
Ela molha a janela,
lava os pensamentos,
carrega tristezas pequenas
e tenta aliviar as que são profundas demais.
Às vezes acho
que a chuva também está cansada,
que ela também conhece perdas,
silêncios e despedidas.
Por isso eu a amo.
Porque enquanto todos fogem dela,
eu encontro um certo abrigo.
Porque enquanto ela cai sobre o mundo,
parece levar embora
um pouco da dor
que não dá para explicar.
E quando o céu finalmente chora,
meu coração consegue respirar. 🌧️🤍
Às vezes a gente cansa da vida,
não porque ela seja pesada demais,
mas porque parece que ela também cansou da gente.
E a gente senta.
Olha pro horizonte lá longe,
aquele lugar que nunca chega,
e fica esperando.
Sem saber direito o quê.
Sem saber por quê.
É como se a alma tivesse tomado um anestésico:
sente, mas não dói.
Vive, mas não arde.
Respira, mas não desperta.
Anestésico
Por Marcio Melo
"Quem é você?"
É a pergunta que a identidade-armadura não aguenta, porque ela exige resposta sem etiqueta, sem hashtag, sem palco.
E a resposta que você deu depois é o contragolpe:
A árvore não precisa declarar “sou árvore” o tempo todo. Ela só é.
O gato não passa o dia explicando por que não é cachorro. Ele caça, dorme, mia. Pronto.
O problema começou quando a gente esqueceu que ser humano também tem um “só ser”.
A gente trocou o ser pelo provar, pelo performar, pelo justificar.
Então a pergunta pra Gen Z e pras que vêm depois não é “qual identidade você escolhe hoje?”.
É: o que sobra de você quando tira todas as identidades?
Se a árvore tirasse a casca, ainda seria árvore.
Se o gato tirasse o pelo, ainda seria gato.
Se você tirar as máscaras, ainda sobra algo que não precisa de aprovação pra existir.
É aí que mora o “quem é você” de verdade. E é isso que nenhuma pauta, geração ou algoritmo consegue te dar ou tirar.
Por Marcio Melo
A foto dela eu guardo no coração,
não no papel.
Porque o amor que ela deixou
é maior do que qualquer imagem.
E a rosa que nasceu depois que ela se foi
é a prova de que o amor não parte —
ele floresce.
Uma flor no meio do Obstáculos
Há dias em que a escola não cansa apenas pelo excesso de trabalho. Ela cansa porque obriga bons profissionais a escolher, diariamente, entre registrar a realidade ou alimentar a ficção de que ela já foi transformada.
E essa talvez seja uma das violências mais silenciosas da educação brasileira.
Falar sobre a vida é difícil porque você nunca sabe quando ela vai terminar, só se sabe quando começou, ninguém quer perder um familiar querido, um amigo próximo nem mesmo o distante, mas sabemos que não somos enternos, que cada um veio nessa vida com um propósito seja ele curto ou longo mas que independente do seu tempo ele conquista inúmeras pessoas que passam a ama-lo de forma intensa outros que não fazem questão de tê-lo por perto e ainda tem aqueles que tanto faz a sua existência ali, quando sua missão é cumprida Deus vem e diz vamos está na hora de você voltar, então te leva e como um sopro você se vai outros demoram mas sofrem e sofremos bem mais, e com o passar do tempo ele te conforta e deixar lembranças das quais você jamais esquecerá assim embora esse alguém não esteja mas lá você vai poder lembrar de como e do porque essa pessoa se tornou tão especial na sua vida, então você sorrir porque teve a honra de fazer parte de momentos como aquele na vida daquela pessoa que não está mas ali. É assim que Deus da o conforto a cada um de nós é devemos agradecer pelas memórias que nos foi dada.
Eu sempre acuso…ela diz que não sabe.
E talvez ela tenha razão,porque no fundo eu também não sei. É tudo tão confuso que nem dá pra dizer se estou enxergando a verdade…ou inventando ela agora.
DeBrunoParaCarla
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