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Se ela quer Voar a porque tem Asas

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⁠Entregue-se à liberdade das asas e tenha vôos mais ousados.

⁠Tarde da noite, me vem na mente à imagem de um anjo, olhos claros feição calma, asas brancas e muito grandes. A imagem que vejo é o reflexo de um sonho de infância, sua beleza me encanta, me fascina, e de tamanha grandeza que me alucina. Em um instante ja Me encontro voando com o anjo, como se assas eu tivesse. Então eu digo; eu lembro de você, voavamos juntos eu ainda era criança. Então o anjo me responde : você pra mim não muda, eu sou sua e você e meu somos parte da mesma luz, em breve estares brilhando juntos de novo .Boa noite.

O meu pensamento voa,
às vezes sem direção.
Outras com objetivo,
nas asas da emoção.
Voa, voa, numa boa,
e jamais se atordoa,
com qualquer desilusão.


Voa em busca de espaço,
pousa num ponto escolhido.
Olha tudo ao seu redor,
um segundinho medido.
Não encontra o que queria,
volta e ver onde não via,
a perda por ter saído.

Alguém lá em cima sorri... Ri da nossa soberba; ri quando vemos um colibri; ri quando voamos em asas de aço.

Nunca permita que alguèm corte suas asas. Estreite seus horizontes e tire as estrelas do teu céu. Nunca deixe seus medos serem maiores que a tua vontade de voar.O valor da vida esta nos sonhos que lutamos para conquistar.

Não tenho raízes, tenho asas.

De que adianta deixarmos a porta da gaiola aberta, se cortamos as asas do pássaro? De que adianta chamá-lo à liberdade, se ele prefere o comodismo da prisão?

O passarinho não confia no galho!
Ele confia nas suas asas.

"Seus desafios se transformaram em força, e suas cicatrizes, em asas. Voe sem medo, anjo, e jamais olhes para baixo. Lembre-se: cobras, hienas e hipopótamos... nunca poderão te alcançar. Brilhe com toda intensidade, mesmo no corredor da escuridão... seja deslumbrante, sempre."⁠

Texto editado, 09 de setembro de 2025.



Asas atrofiadas

O que é a escolha, senão o modo como moldamos nossas vidas? Decidimos — ou não — o que ela será daqui para frente. Para que olhar pela janela da vida, quando já não encontramos lados para contemplar?

É triste quando nossos caminhos se perdem. Não sabemos onde estamos, nem o que estamos fazendo. Sentimo-nos perdidos, incapazes de escolher para onde ir, para onde olhar. Nossos sonhos já não estão onde os deixamos. Não temos mais certeza do que fazer. Ficamos parados, murmurando nossas angústias e decepções, chorando pelos dias que já não estão mais aqui — dias que não podemos alcançar.

O que era belo já não é mais; o que parecia perfeito já não mostra perfeição. As cortinas caíram. Lá fora já não se veem as mesmas coisas: tudo mudou, e não há mais onde se esconder.

Agora, aqui estou: destruído, percebendo que todos ao meu redor mudaram. Suas asas cresceram, e eles voaram. E, cada vez que eu tentava olhar em busca de alguém, já não os encontrava.

E você? O que fará? Você não desenvolveu suas asas. Elas não servem, estão atrofiadas. Quando tudo era certo, você não quis acertar. Quando tudo se aprendia, você não quis aprender. Você ficou parado, e agora o que poderia te levar mais longe já não serve para nada. Não foram usadas. Você se arrasta, tentando sobreviver, mas já não tem forças — e morre exatamente onde sempre esteve.

Asas Atrofiadas

O que é a escolha, senão a forma silenciosa com que moldamos a própria existência?
Decidir — ou recusar-se a decidir — é traçar os contornos do amanhã.
Mas, às vezes, a janela da vida se abre diante de nós,
e não há paisagem a contemplar.

É triste perder-se nos próprios caminhos.
Não saber onde estamos, nem para onde vamos.
Sonhos ficam para trás, como sombras intocáveis,
e o tempo — implacável — nos rouba o alcance das mãos.

O que antes era belo se dissolve em cinza.
O que chamávamos de perfeito já não carrega perfeição.
As cortinas caem.
Lá fora, tudo mudou, e não há mais refúgio.

Aqui estou: despedaçado.
Vejo todos ao redor com asas abertas,
voando para horizontes que já não posso alcançar.
Procuro rostos conhecidos, mas encontro apenas o vazio.

E eu?
O que farei, se minhas asas não se ergueram?
Se o tempo de aprender passou despercebido,
e o instante de agir foi sufocado pela espera?

Minhas asas atrofiaram.
Não voei.
Arrasto-me pelo chão da própria vida,
e descubro — tarde demais —
que morrer parado dói mais do que cair tentando voar.

Ah! Fico sentindo a fragrância das flores, que vem nas asas do vento
Me ponho a pensar,
Se eu tivesse o poder de voltar lá naquele momento, interferir no tempo,
Influenciar os acontecimentos!

— Ah! se eu pudesse voltar no tempo
— Protegeria nosso amor, evitaria tanta dor.

— Foi você que me ensinou que afeto é flerte, romance, poesia e euforia, portadores de alegria

A sina…
— Viver na solidão,
maltratando o coração,
é tanta desilusão,
que veio com a separação
— Crueldade, enfrentar essa saudade,
viver tão distante da felicidade,

Vivemos muitas coisas...
— Juntos desamarramos as amarras, emaranhadas que o tempo traz
desfizemos nó
Éramos dois,
vivendo como um só
— Andávamos contentes lado a lado, nenhum ficava pra trás

— De repente você partiu, outro rumo seguiu, sem muita explicação, só me disse que não poderia ficar,
— Que o mesmo caminho, já não íamos juntos trilhar

E agora, o que eu faço?
Com tantos lamentos, são muitos os conflitos, palavras sangradas, mal faladas

Recordo e sinto saudade
Você foi meu amor da mocidade!
Entendíamos através do olhar, mesmo em silêncio conseguíamos nos comunicar!

Ah!, se eu pudesse no tempo voltar!

Rosely Meirelles

É no final de cada dia
que recolho minhas asas
e em Paz descanso.
Ao Céu,
elevo uma prece
de agradecimento.
Sei que Ele me entende
e me abençoa!
Amanhã recomeçarei!

29/10/2015

Tristes são
as pessoas engaioladas
dentro de si.
O coração parece
passarinho
com asas molhadas:
quer voar
mas o peso de suas
angústias e medos
o mantém no lugar,
admirando um infinito
que somente em sonho
consegue alcançar!

19/11/2015

Acho que os pássaros se
lembram de mim de outra vida.
Uma onde eu tinha asas.


🪽

Meu anjo sem asas, duquesa linda, aquelas segundas feiras apaixonantes na Ericeira e em Mafra quando a gente caminhava desfrutando o por e o nascer do sol a beira mar na Ericeira com taças de vinho, e beijava a tua essência pura recheada de paixão ardente, esses teus olhos cintilantes lindos como safiras⁠.
E o teu cheiro gostoso e o teu calor simplesmente me inspiravam para escrever poemas à beira mar, e quando eu te poetisava com os meus lábios e com o meu toque poético pelo teu corpo. E suspirava ao teu ouvido junto ao batimento das ondas, e dizia-te és maravilhosa, és especial como o sol, fascinante como o mar e maravilhosa como o universo e bela como o amor.

⁠Atreva se ..arrisque mais ...experimenta ..a vida é uma só... cria asas , cria coragem , não crie expectativas, vai lá..faz e acontece ...

⁠“
O cansaço fadado e exausto procura a chave da liberdade e as asas da fé.”
Giovane Silva Santos

⁠Você foi minha maior águia, e eu me perdi em suas asas

⁠Relato de uma borboleta diferente.

Sou uma borboleta incompreensível,
Com asas de humor variável, comportamentos e relacionamentos instáveis.

Às vezes me sinto uma borboleta grande e outras vezes frágil como um botão de rosa, uma borboletinha tão pequenininha...

Tem vezes que penso em morrer e arrancar minhas asas para não voar por aí fazendo merdas, outras vezes quero viver intensamente, com uma alegria exagerada em voos tranquilos e serenos.

Sou mesmo uma borboleta com instabilidade emocional esquisita e que muda a cor de suas asas sempre quando se sente abandonada.

Quando tudo parece perdido, eu entro em aventuras perigosas na floresta e que me colocam em risco. Mas, no outro dia, em meio a minha ressaca moral, eu digo que mudarei para sempre de vida e de comportamento. Daí começa uma nova e infinita busca para virar uma borboleta boazinha...

Mas quando fico boazinha, me torno antissocial até a próxima crise existencial que me levará a voos perigosos e, em meio a surtos psicóticos, me vejo em risco novamente.

Quando eu me sinto inútil, insegura, impulsiva, ou quando me sinto provocada emocionalmente por alguém, eu coloco todos em minha volta em perigo e emocionalmente abalados e preocupados. E é por isso que minhas relações sociais estão sempre sendo prejudicadas.

Outras vezes sou uma borboleta hostil e irritada e depois sinto ansiedade, culpa e descontentamento geral, o que me faz perder o interesse e prazer nas atividades que antes gostava de fazer.

Em outras ocasiões sinto raiva, solidão e tristeza (o que é mais corriqueiro).

Não desejo pra ninguém ser uma borboleta como eu, com asas estragadas, mas que quando se regeneram faz de tudo para quebrá-las novamente, porque tem um mundo todo explodindo dentro dela.

Ninguém faz ideia de como uma borboleta assim sofre com o seu perpétuo medo de abandono e dor espiritual.

E vou seguindo assim: borboletando por aí, uma hora de um jeito e outra hora de outro jeito, e sempre cercada de julgamentos e acusações, simplesmente porque ninguém entende como uma borboleta tão bonita e inteligente pode ser assim.

Por Beatricee Karla Lopes em 05/01/2021