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Se Depender de Mim

Cerca de 158459 frases e pensamentos: Se Depender de Mim

"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? As crônicas do Guardian e o reino de Kamelot fariam do nosso brinde um pacto imortal!"

"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? O Blind Guardian abriria o portal e o Kamelot assumiria o trono do Metal!"

olhos grandes, perigo manso. riso que me ganha e prende. teu cheiro fica, teimoso.
teimosa, tu.


mesmo quando você vai, fica teu olhar, teu riso, teu cheiro.

Olha eles aí de novo !


Sempre pergunto, nas minhas preces,
por quê eles desaparecem ?
Vai fazer quatro anos, olha eles aí de novo,
querendo enganar o povo .

Mas, o povo gostam de sofrer, fazem boca de urna, para eles vencer.
Depois de eleitos e diplomados, os povos ficam ferrados.

Sobem ladeiras, entram em favelas, mas o povo amam sofrer, dando aos miseráveis o
poder.

É tanto beijos e apertos de mãos, que aflige o meu coração.
Depois de eleitos e diplomados, com sua caneta estamos ferrado.

Em um País, o presidente é um pau mandado, quem escreve às leis são os
deputados.

⁠Madrugada!

Madrugada, hora de falar com Deus
Ele está pronto para ouvir a sua voz.
Não importa a luta que você esteja passando, de
uma coisa tenho certeza: se você clamar, Ele vai te ouvir.
Deus não dorme e nem dormita, está escrito. Por esse motivo,
eu te digo: levante-se, ponha-se de pé, pois Ele quer ouvir a sua voz nessa madrugada.

⁠Não vi quando cair !


Três metros de altura,
foi um impacto atordoante.
Mas se hoje estou aqui,
porque Deus; me fez triunfante.

Não vi quando cair, quando
do chão levantei; ouvir o meu
espírito agradecendo a Deus,
isso sim: eu escutei.

Deus muito obrigado
pelo o que o Senhor
fez por mim.
Se não fosse o seu amor
eu não estaria mais aqui.

Não sabemos a hora,
devemos pois nos preparar,
aliançados com Deus;
pra quando a morte chegar.

A invenção das cores


Ainda viveremos janeiros apressados
quentes e ensolarados
e se formos ligeiros
não chegaremos ao sol.
O sol está presente, parado
à nossa frente,
apontando o naviono azulão da encosta.


Hoje à noite, jantaremos o mar
Fiaremos peixes em anzóis de milagres, atravessaremos montanhas,
Andaremos sobre as águas ...
Do outro lado da montanha
é onde começao mundo.


Começarei a escalada...
Chegarei ao mundo festivo
Onde as cores foram inventadas.
o sal o fogo deserto... carrilhões de estrelas
O índio a taba o tambor...
O que eu não puder conhecer, receberei em poesia.


Meus primeiros passos começam
em fevereiro.Desde então, não parei
mais de errar.
Observo carnavais febris, revejo fogueiras acesas, chuvas apagadasnas matas...


Observo a lua, ouço o tal clarim de coturnos
Persigo a malta, persigo a matilha, acordo a madrugada...
Esses marcos ficaram na antessala dos meus sonhos.


Em março, o Brasil recomeça novinho,
debaixo de enxurradas.
Depois que a chuva passar,teremos aulas
nos vagões de memória
teremos trovões turbinados
relâmpagos em néon e ternuras com flores lágrimase mortalhas.


Novinho em folha, banhado no leite das luas
encontrarei as primeiras palavras, quebrarei tratos,não irei ao primeiro encontro.


Na maturidade saberei se foi desencanto
com o que se perdeu.


Depois de atravessar a montanha, subiremos ao outono.O outono é paciente. É bondoso. Não inveja. Não se vangloria...Não se orgulha! Como o inusitado que chegará bêbado,
carregado nos braços das epifanias.


O livro se abrirá e se desdobrará sem vida.


Depois do carnaval vestiremos a farda dos enunciados.
Abril. Páscoa. Paixão.
Fórmulas magicas de enfrentar o tempo.


Joaquim Maria Machado de Assis, assistiremos aos teus sagradosrenascimentos.


Em tardes de desmaios, conhecerei Vivaldi,
Deitado sobre as flores da Alemanha, voarei às mais belas flores...
Gostaria de revivê-las, acolhê-las, viver entre as luzes coloridasde suas pétalas.


Junho esfriou comigo.
Chegou-me em pedaços, desenhando tapetes de carpas.
Ele viu a montanha nevar.
Ele viu as onças descerem à cidade
elas foram conferir as novidades,
foram ver vitrines, desenhar tapetes
deCorpus Christi...


Na Piazza Navona, ouvi o melhor pé de serra.
A serra remontando cores, quadros em pedaços, desenhos montadosna fé.


Recolhi todas as moedas em meu chapéu, juntei-as às moedas da Fonte, não bebi as trevas,fui gastar em apostas no Coliseu.


O bagulho ferveu.
Pó de todas as serras, baião de muitos doidos...Julho ficou emocional.


O veio fino, o vento frio, o vinho seco,
corações tristes, adocicados,
trouxeram invernos molhados...
Meu filho já havia chegado
Minha mãe já havia nascido


A graça nasceu em nossos braços.
Tivemos gosto em trazê-la.
Molhei seu rosto na chuva fina de agosto
observando os automóveis parados,
olhando a chuva.


A música de um acordeom deslizou
em meus dedos.
Setembro nos atravessou com fanfarras.
Eu me lembro de tudo.
Finjo esquecer, mas a primaverachegou
em meu quintal, e um escorpião partiu
de dentro do meu quadril.


Outubros virão e trarão novidades.
Acenderei montanhas geladas
acenderei o meu cigarrona pedra de luz.


Em casa, brotaram fileiras de Anjos.
Éramos nove.
Nove, sempre seremos.
Novecentas bocas com fome.
Novembros de amores.
Revólveres com flores, servindode arranjos.


Ossos nobres.
A fila, que já era enorme, crescena sopa
de pobres.
os Açores trouxeram as cores em odres plenos.
Dezembros vazios, deslembramos os melhores atores.Que tristeza! Que desamor!
Humanos, somos iguaisem maldades.
Diferentes no amores.


mais um ano se foi. Abro o calendário anual, ausculto suas páginas e vejo virvindo
de dentro... Vem veloz e vai atravessar o espaço,vai acender a pira do mundo...
Sinto seu turbilhão das cores.
É o futuro!O que será de nós no futuro?
Não sei. Sei que é o futuro e lá estaremos.


CK

Ovelha de Guarda
Por Mônica Barreto Alves
Fui a filha teimosa, a do contra, a rebelde, a ovelha negra que o rebanho não entende. Desobediente aos olhos de quem queria silêncio, fui o erro, o ruído, o eterno desavenço.
Meus passos eram tortos para a régua da família, enquanto os "escolhidos" brilhavam na trilha. Eles eram os troféus, o orgulho, a perfeição, eu era a sombra, o aperto no coração.
Mas o tempo, esse mestre que não sabe mentir, viu o brilho dos "queridos" um a um sumir. E quando o esquecimento se instalou no teu olhar, nenhum dos adorados veio te segurar.
O Alzheimer chegou, apagando o que restou, e o silêncio da casa os "perfeitos" afastou. Onde estão os troféus? Onde está a devoção? Não estão no teu leito, nem te dão a mão.
E aqui estou eu, a ovelha marcada, aquela que, para você, nunca valia de nada. Sou eu que te limito, que te guio, que te dou o pão, sou eu o teu porto, a tua única direção.
Sou eu quem segura o que a memória perdeu, quem cuida do pai que de mim se esqueceu. Porque o amor de quem foi julgado é o mais verdadeiro: não cuido por mérito, cuido por ser inteira.
A ovelha negra, no fim da jornada, é a única luz na tua estrada nublada.

O Avesso da Presença
Por Mônica Barreto Alves
Éramos cinco, e os olhos dela não brilhavam por mim.
Eu não era a escolhida, a doçura, o jardim.
Entre nós, as palavras eram pedras, o tom era de guerra,
brigas constantes, poeira que nunca se enterra.
Os preferidos viviam no altar da distância,
recebiam o elogio, a saudade, a importância.
Mas na casa deles, o rastro dela não ficava,
era o silêncio da ausência que lá habitava.
Já na minha porta, o passo dela era certo,
vinha com a crítica, com o dedo por perto.
Vinha ver se a casa estava limpa, se eu falhei em algo,
vinha para me acusar, do alto do seu palco.
Mas ela ia.
Mesmo para brigar, ela batia no meu portão.
Enquanto os "queridos" eram visitas de feriado,
eu era o seu destino, o seu porto irritado.
E o destino guardou o retalho mais pesado:
fui eu quem ouviu o seu grito desesperado.
Enquanto os outros estavam longe, no conforto do papel,
fui eu quem viu a dor rasgar o seu véu.
Fui eu quem chamou ajuda, quem correu pro hospital,
fui o braço que a segurou no portal final.
Ali ela entrou, e de lá nunca mais saiu,
mas foi nos meus olhos que o mundo dela ruiu.
Tive o que os outros, no luxo do orgulho, perderam:
a presença constante, os dias que se sucederam.
Fui o alvo das frases, mas também o seu retiro,
fui a última mão, o seu último suspiro.

“A maioria dos homens vive sem jamais conhecer sua verdadeira natureza, ou a nega por não corresponder às próprias expectativas.”
-Isaac C. P. Ribeiro

“O poder não corrompe o homem, ele revela a sua verdadeira natureza”
-Isaac C. P. Ribeiro

"O tempo pode pausar os nossos dias, mas não apaga o que é eterno. Entreguei a você um amor que não conhece prazos nem condições. Vá, procure o seu silêncio e encontre suas respostas; eu ficarei aqui, não como quem espera um retorno, mas como quem guarda uma promessa que o tempo nenhum ousa desfazer."

"Dediquei cada batida do meu coração a nós, porque acredito no que temos. Mas o amor só é pleno quando é escolha, e não insistência. Dou-te o tempo que pede, esperando que ele te mostre o que o meu silêncio dirá por mim: que eu estive aqui por inteiro, até quando você precisou que eu fosse ausência."

"Eu te entreguei o meu melhor porque você merece o mundo, mas entendo que, agora, o que você mais precisa é de espaço. Vou respeitar o seu tempo com a mesma intensidade com que dediquei o meu amor, pois amar também é saber soltar a mão para que o outro se encontre."

"O amor que sinto por você não é uma âncora que te prende, mas um porto que te espera. Se o seu coração precisa de silêncio para ouvir a própria voz, eu aceito a espera. Só não esqueça que, enquanto você procura o seu caminho, o meu sempre teve você como destino."

⁠Valor após a morte.


Nesta madrugada,
cheguei a uma conclusão,
Você só é valorizado, quando fecham o seu caixão.

Os vivos tem medo de serem ofuscandos,
quando você vive ao seu lado.
Não lhe dão valor, nem reconhecem,
a sabedoria que Deus, lhe concedeu.

Quando você desce a capa fria, choram que nem um falizeu.
Ficam cheios de alegria, porque seu concorrente morreu.

Bandos de miseráveis, igual aos tais,
sempre irão existir, torcem por sua morte,
para poderem ressurgir.

⁠Tú és muito importante!

Possa ser que eu não seja,
tão importante para ti.
Mas, quero que saiba, que tú és,
importante para mim.

⁠Alma aflita !

Por quê te aflinges, ó minha alma ?
Não te deseperes.
Porque, o que tiver de ser; será.

⁠Todos fiquem em casa !


Todos fiquem em casa,
por causa da pandemia,
foi um decreto dos governos,
para quebrar a economia.

Bolsonaro então falou: Todos devem
trabalhar, porque se ficarem em casa a
economia vai quebrar.

Os chamaram de genocida, porque vacina
não comprou.
Apertaram sua mente, tirando os direitos
de um presidente.
Governos estaduais e os prefeitos também,
receberam todo apoio pra impedir o vai e vêm.

Não aguentando a opressão, o presidente
então comprou milhares de vacinas e
o povo então tomou.
Ainda assim vacinados, muita gente
está morrendo.
Agora quem é o genocida ? Que o povo não estão vendo.

⁠Os fofoqueiros !


Os fofoqueiros é uma desgraça,
na vida de um senhor qualquer.
Eles vem com uma conversa mole,
pior que bicho de pé.

Vou lhe dizer algo:
Mas, não conte pra ninguém.
E a coisa fica feia, quando envolve
você também.

Você se lembra de fulana;
aquela que foi nossa vizinha ?
Estava falando coisas tão feia,
que a terra chega tremia.

Eu fiquei tão chateado :
porque tem haver com você.
Mas, por favor me deixa fora,
dessa maldita confusão.
Porque eu não quero, essa senhora,
batendo em meu portão.

Na verdade eu nem queria,
nada pra você falar.
Mas, por você ser meu amigo,
melhor que um irmão, deixar isso passar,
é não ter consideração.

Seja sincero com eles e diga: É melhor
eu nem saber. Porque tudo que me disseres,
eu terei que te envolver.

O fofoqueiro vem do inferno,
para tirar sua paz. Repreenda esse espírito,
sai fora satanás.