Se Depender de Mim

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"Aprendi sim a ser dura diante da vida para não permitir que ela fizesse de mim o que quisesse."
Haredita Angel
13.12.25

"Amor pra mim é não me podar...
É me deixar florescer aonde eu quiser!"
Haredita Angel
29.12.24

17 anos.
Ah… meus 17 anos.
Foi ali que algo em mim despertou. Não como um grito, mas como um sussurro insistente dizendo quem eu era — e, com ainda mais clareza, quem eu jamais seria.


O mundo parecia pequeno e infinito ao mesmo tempo. A escola seguia seu ritmo previsível, enquanto eu me perdia em risadas altas com amigas insanas, em novos rumos improvisados, em horizontes que surgiam sem pedir licença.


Fugíamos para a Floresta da Tijuca como quem foge do destino traçado, inventávamos aventuras dentro de ônibus em movimento e dividíamos lanches simples, sempre banhados em Natasha com limão, como se aquilo fosse um ritual secreto da juventude.


Meu primeiro emprego veio com cheiro de essência. Numa fábrica de sabonetes artesanais, meus dias eram feitos de lauril, flores esmagadas, ervas secas e mãos úmidas de criação.


Eu já carregava a natureza entranhada na alma, mas ali ela me atravessou de vez. Quis saber os nomes das plantas, seus segredos, suas curas invisíveis. Algo em mim se abriu. Meu lado espiritual floresceu sem pedir permissão, e mergulhei inteira em uma tenda espírita, como quem retorna a uma casa esquecida.


Dois anos passaram como um rito de passagem. Foram anos de aprendizado, de quedas e renascimentos silenciosos. Crescia em mim uma urgência quase dolorida de viver segundo meus próprios ideais — ideais que batiam de frente com o mundo que me havia sido dado.


Minha mãe vivia uma vida de Amélia: mãos ocupadas, coração devoto, fé firme em Nossa Senhora… em todas elas. Cuidava da casa, das filhas, do marido, como quem se anula por amor e tradição.
Meu pai era feito de samba e ausência. Sambista nato, mulherengo incurável, espalhava traições como quem espalha confetes pelas madrugadas, uma mulher diferente a cada roda de samba.


E eu… eu não cabia naquele cenário.
Minha alma era livre demais, sonhadora demais, inquieta demais para suportar aquele cotidiano repetido. Eu precisava de direção, mas não de limites.


Precisava de caminho, mas não de cercas. Ainda não sabia o que queria ser, porque eu não queria ser apenas uma coisa.


Eu queria o mundo inteiro.
Eu queria tudo.

WARNING!!!
Já não faço mais parte!
Que parte?
A parte de mim que me toca sem um fim, pois tudo que apalpo não sinto nada!
Minha pele queima sem nascer bolhas!
Crianças nascem sem ter fé! ... aprendendo com o mundo!
Desejos entre homens e mulheres...
Afinal? Qual é o final? E quem ditou o começo? Esse não me esqueço! Em tudo colocou um preço e deixou sempre um aviso!
Warning? Perigo? Frágil amigo...
Pensando que conheço o mundo por aí, dá vontade de rir!!!
O maior e melhor mundo está dentro de mim, se buscar fora, será uma busca sem fim!
E quando andava sem pés era difícil... podia andar quilômetros sem sacrifício... mas dentro da minha casa o meu eu se sentia vazio!
Não era ele, nem ela a culpada do meu vazio...
Sei que tudo faz parte de um grande rio frio, imenso e pequeno no meio do vazio...
Nada melhor pra se sentir vivo que viver atraído! Atraído pelo sol que vem brilhar e dar luz num dia lindo com sorrisos e alegrias... Com pessoas indo e vindo compartilhando mesmo que falso, um sorriso! Porque não importa quem seja o pregador, falador... meu bom dia eu recebo com muito amor!
Paciência foi a chave que me fez transpor os primeiros parágrafos e me tornar um autor!
Autor de um espetáculo chamado vida! Cheia de coisas feias e lindas, tudo depende não só do seu campo de vista!
Mas você precisa olhar além dos jornais e revistas...
É uma dura realidade, misturada de felicidade... o que eu posso fazer se tem milhões de choros e sorrisos neste minuto?
Quantos nascimentos e lutos!? Quantos tendo prejuízos... outros obtendo lucros!?
Que culpa temos nós, mundo feroz, onde meu algoz mora dentro da mente!
Isso me surpreende, sentir realmente as coisas que não se sente!
Mas nada como se sentir vivo e ter motivo pra isso!
Motivo que não se acaba, quando alguém se parte, pois sou eu quem dou a partida!
Partida na minha vida que se renova como as manhãs todos os dias... vida querida!
Se eu não me esquecesse as coisas, não teriam graça, eu iria lembrar todas as vezes das desgraças e falsos sorrisos de amigos que recebi...
Dos falsos que me amaram e os que amei... Dos amigos que me traíram, dos inimigos que não ajudei!
Tentei ser alguém melhor, mas me tornei pior do que eu era a sangue frio, vivendo todo dia uma esfera de caminhos! E as preocupações acabaram com o espaço da alegria!
Se eu pudesse pedir algo, isso não seria! Olha só que ousadia, enquanto alguns presentes na tristeza desejam a cura da dor! Outros na alegria, sofrendo a falta de amor! Na alegria de estar vivo, de poder estar indo e vindo e se sentindo sem pernas?
Isso é falta de amor-próprio.... pare, pense, olha um negócio! Se procuravas, achou seu novo sócio!
Sócio da vida dividida, das idas e vindas que sorriram e fizeram sofrer!
Ah que vontade de casar, pra depois separar e me apaixonar outra vez e outra vez e outra vez.... E talvez esse outra vez dure para sempre, sempre na memória da história de dois bons entendimentos....
Como queria ter esse conhecimento quando comecei...
Vida vazia? Isso eu não tinha quando era fruto de rebeldia, me amava feito louco, fazia muito do pouco e nem via o tempo passar....
Amor puro e amor-próprio, próprio de uma criança, veja o quanto ela se ama, se respeita e é apenas um bebê, que seja lindo, educado quando crescer e possa conhecer um mundo mais unido! Nutrido de boas pessoas e bons conselheiros!
Ah crescimento do tempo, soprar dos ventos!
Porque Oh tempo, você crescendo e as pessoas diminuindo? O oxigênio gerando e o ser humano fumando, destruindo!
Destruindo o pulmão da humanidade, com 20 anos esse jovem parece ter mais idade, deve tá cansado desse ar poluído... dorme com esse novo ruído!
A nova doença que afeta a preguiça é um ar poluído!
Poluído dentro de uma mente que não se sente viva, enquanto deveria estar vivo!
Não vê que o tempo e o vento são veladores de tudo que o passado tem consumido?
Ah lenda viva! Você ainda está aí escondida dentro de mim? Quando penso em você começo a chorar de sorrir, lembrando dos velhos tempos que só você traz pra mim...
Passado tempo de saudades dos momentos em que você me fez sorrir!
Mas agora estou na melhor fase, aprendi que um dia é minha nova idade, pois tenho a certeza apenas do agora, porque o daqui a pouco pode nem existir... Mas como assim, pode nem existir?
Se pode ou não pode, procure dentro de si, a melhor resposta está aí...
Obrigado por me ler e obrigado por SE ouvir...
Tenha um belo dia
Cuide-SE de SI!!!

Ilumina-me Senhor... afasta de mim pensamentos egoístas pois o mundo não é só meu,qualquer pensamento de inveja pois o mundo tem lugar para todos,que eu seja luz em vez de escuridão,que eu seja flor em vez de espinho,que os anjos falem por minha boca para que eu não fale o que não deva...Senhor me guia na direção certa,me usa quando preciso for,me abençoa para que possa seguir a caminho da luz.

O "mim” nada faz por nós, é o “eu” que precisa despertar para viver a realidade."

Um olhar para dentro.


Aprendo muito sobre mim mesmo, quando observo o outro. Nesta observação não há nenhum juízo formado nem qualquer tipo de preconceito. Contudo, quanto mais observo mais gosto do eu que me governa. Posso viver só? Claro que sim, tenho-me, e, porque me sou, basto-me ! Há uma multitude de coisas que me fazem sobejar a mim mesmo.

Você não é apenas o meu amor, é a minha alegria diária e a parte que faltava em mim. Com você, o para sempre deixou de ser um sonho e se tornou a nossa realidade mais feliz. Eu te amo, e a promessa de te amar é o único infinito que me importa.

O nome Kamorra pra mim é um nome agridoce. Ao mesmo tempo que significa confusão, briga, batalha em espanhol, já em hebraico ele reflete a esperança dos israelitas atravessando o mar vermelho e cantando: Mi Kamocha baelim, Adonai?" (Êxodo 15:11).

A paz mora em mim pois faço de tudo para que ela fique sempre comigo,e para que ela permaneça só depende de mim.

Todo bem que guardo em mim preservo como um tesouro sagrado, é a riqueza de minha alma e será a única bagagem que levarei quando chegar o dia de partir.

Meu sorriso agradeço a Deus que mora em mim.

Amizade para mim é sagrada tem que ser verdadeira,tem que respeitar,o que é sagrado é para toda vida.

OH SABEDORIA!
Sabedoria, por que corre de mim feito o diabo que corre da cruz?
Já tentei te achar em pleno escuro e mal vi com tanta luz
Onde és que tens se escondido? Me ajude contra os perigos! Se você nada faz sentido!
Não sei definir quem é amigo, muito menos inimigo, parece até feitiço, procurar por algo que está sumido, ninguém tem dúvidas, mas de mim até eu mesmo duvido.
Oh sabedoria, que não tem olhos, mas enxerga, que não tem boca, mas de tudo fala, que escuta mesmo sem ter ouvido, liberta todos aqueles que estão oprimidos, cura as feridas e não é comprimido, mas também machuca no poder de bandido.
Oh sabedoria, sem você não teria noite, muito menos dia, na correria vence todas as corridas, odeia patife e acaba com a patifaria, tira as lágrimas e traz muita alegria, vence em silêncio quem vive na gritaria, surpreende aquele que já não mais surpreendia.
Oh sabedoria, que me dá discernimento, sem você nada se entende, mas contigo compreendo, não está à toa, você quer comprar, mas não a vendo, vale mais que ouro e prata e não tem preço, Deus me deu de presente e nem sei se mereço, com ela podemos saber o fim, mesmo quando estamos no começo.
Oh sabedoria, sei que com você não saberei de tudo, mas saberei tudo aquilo que se sabe...
As palavras do passado, podemos dizer que se encontram em uma grande distância, que jamais alcançaremos chamada de ONTEM, mas se faz muito atual, aqueles que a buscam em um dia feito hoje chamado de presente e pode transformar as pessoas para que transformem o mundo em uma distância que chega feito o piscar dos olhos, andando na velocidade da luz chamada de amanhã.
Valorize seu hoje, para que não seja apenas mais um ordinário ontem, para que aproveite um extraordinário amanhã!
Viva, mas primeiro aprenda a viver!
Louvado seja Deus!!!

Capítulo — O dia em que eu voltei para mim


Conheci um homem insuportável.
Daqueles que chegam ocupando espaço demais, falando alto demais, confiantes demais. Metido a bom, metido a malandro, metido a conquistador. Um tipo que acredita que o mundo responde quando ele chama.


Um dia, ele me segurou pelo braço. Não forte o bastante para doer, mas firme o suficiente para marcar. Olhou dentro dos meus olhos e disse, como quem anuncia um destino já escrito:
— Eu vou casar contigo.


Eu ri. Ri com desprezo, com ironia, com a segurança de quem ainda se pertence.
— Boa sorte.


Ele insistiu. Meses de insistência. Flores que eu não pedi, chocolates que eu não quis, convites para cervejas que eu sempre recusei. Havia algo nele que me irritava — talvez o reflexo de uma fraqueza que eu ainda não reconhecia em mim.


Até aquela noite. Festa na casa de um amigo em comum. Música alta, copos cheios, corpos soltos. A conversa veio fácil, o riso também. Dançamos. Bebemos. O tempo escorreu entre uma música e outra. E, sem que eu percebesse, ele deixou de ser insuportável. Ou talvez eu tenha ficado cansada de resistir.


No fim da festa, ele me levou para casa. O beijo aconteceu como acontecem os erros importantes: sem alarde, mas com consequência. Algo se abriu em mim. Um lugar que eu não sabia que estava vazio.


Depois disso, viramos presença fixa na vida um do outro. Onde eu estava, ele aparecia. Onde ele ia, eu seguia. Não era amor ainda — era fusão. Confundimos intensidade com destino. Ele me contou seus sonhos, seus medos, suas faltas. E eu enxerguei ali uma saída. Um novo lar. Uma direção. Não percebi que estava apenas trocando de jaula.


Casamos quando eu tinha vinte anos. Ele, três a menos. Justo eu, que sempre procurei homens maduros, me entreguei a alguém que ainda não sabia ser. Vivíamos para o trabalho, para o cansaço compartilhado, para o futuro idealizado. Tínhamos um sonho comum: melhorar de vida, vencer, chegar lá. Nunca paramos para perguntar onde era “lá”.


Três meses depois do casamento, veio a notícia. Um bebê. Uma menina.
A alegria veio acompanhada do medo, pesado como pedra no estômago. Éramos jovens demais. Inexperientes demais. E, silenciosamente, sozinha demais.


Ele começou a se afastar antes mesmo do corpo dela crescer dentro de mim. Barzinhos, ausências, desculpas. Eu crescia por dentro e encolhia por fora. As consultas de pré-natal eram minhas. O medo era meu. O futuro, também.


No dia em que minha filha nasceu, eu procurei por ele com os olhos cheios de dor e esperança. Não estava. Só conseguimos achá-lo por telefone, quando já era tarde demais. Minha filha já respirava fora de mim. E eu, ali, entendia pela primeira vez o que era parir sozinha.


Trabalhava das cinco da manhã às sete da noite numa escola integral. Minha sorte era que minha filha ficava na creche da própria escola. Saía empurrando o carrinho, caminhava quilômetros com o corpo exausto e a alma em alerta. Chegava em casa e fazia comida. Marmitas. Banho. Mamadeira. Silêncio. Dormia para sobreviver. Acordava para repetir.


Os anos passaram. Quatro. A vida melhorou financeiramente. Mudamos para mais perto do trabalho. Cem metros. Conforto. Aparência de estabilidade. Mas por dentro eu já sabia: algo estava apodrecendo.


Descobri a traição numa tarde comum. Enquanto eu sustentava a casa, criava nossa filha e me anulava, ele me traía. Não foi o ato que doeu mais. Foi o espelho. Eu tinha me tornado exatamente o que mais temi: uma mulher vivendo a vida que não escolheu.


A ficha caiu com violência.
Minha mãe. A casa. A renúncia. O silêncio.


Arrumei as malas. Só roupas. Minhas e da minha filha. Nada mais importava. Enquanto dobrava tecidos, ele chegou. Olhou, riu, debochou, com a arrogância de quem se acha dono:
— Você me ama demais. Não vai conseguir ir embora. Você não vive sem mim.


Ele trocou de roupa e saiu, certo da minha desistência.


Mas eu fiquei.
Terminei de arrumar tudo. Peguei minha filha no colo. Abri a porta.


E fui.


Nunca mais voltei para ele.
Mas voltei para mim.


Minha alma respirava. Meu corpo tremia. Meu espírito gritava, sem medo, sem culpa, sem volta:
Liberdade.

VERSOS INVERSOS
Ah... Como seria se todo começo não tivesse fim
O que seria de mim? Nem eu sei, nem eu sei...
Ah... E se a entrada não tivesse saída? As pessoas seriam suicidas, disso EU sei, disso EU sei...
Ah... E se a água não virasse vapor e no mundo não tivesse amor.... Como seria? Como seria?
Ah... e se o céu fosse o mar, tubarão saberia voar, e as baleias um Zepelim sem fim, sem fim...
Onde está o meu amor, alguém de mim ele roubou... Estava aqui dentro de mim, dentro de mim...
Peço que me escute por favor, tudo perdeu o sabor... é assim por aqui, por aqui estou implorando o seu amor...
Ah... Se o mel perder o sabor, o arco-íris não tivesse cor.... Como assim? É o fim... é o fim...
Ah... e se a Terra perder o chão em pleno São João, a fogueira estaria sem eira e nem beira
Ah... e se o dia perder luz e a morte esquecer-se da cruz, o que seria da vida, sofrida?
Ah... e se o planeta ao contrário girar, o fim ia começar, olhar para traz seria ver la na frente...
I.... tudo se perdendo por aí, uns choram para outros sorrir, o que é pra você não é pra mim...
Viu... Não vejo a hora de sair daqui, os normais se faz de preso e os loucos soltos por aí, por favor, me diga onde estou....
Ah... se as coisas fossem normais, as pessoas não fossem animais, o silêncio não seria... não seria....
Ah... e se a lua se incendiar, a maré não teria o mar e o vento das ondas iriam apagar, se apagar...
Ah... e se a planta perder a raiz e se tudo fosse um só país, as fronteiras seriam de giz...
Ah... e se o palhaço perder seu nariz e tudo fosse de graça, ninguém sorriria ou batalharia...
Olha que lindo o céu azul, voando passarinho, águia e urubu ... no buraco se esconde o tatu.
Se embriagam muitos de RedBull, criando asas e mandando alguns pro Sul.... vejo isso a olho nu...
Ah... e se a Terra em fogo vai acabar, estão vendendo casa dentro do mar, com piscina, que ironia...
Ah... tudo o que os profetas escreveram tá aí, não sou eu quem digo, apenas leia as escrituras, uma a uma, vão se cumprir...
Ah... o trem está passando lá, o maquinista é o único que não pode parar, só você, só você pode se salvar...
Ah... é a vontade do Senhor Deus, alguns não sabem, outros se esqueceram... Ele prometeu, é tudo seu, não é meu, não é meu....
É... ninguém irá ficar de pé na presença do Criador... agora não adianta falar de amor, por favor, por favor, só te peço que tenha mais amor, por favor, só um pouco de amor!

Não sei se alguém me deseja algum mal, não sei se alguém não gosta de mim, não sei se alguém tenta me prejudicar... E não quero saber, pois me preocupo muito em saber o que "eu" desejo para o meu próximo e sempre espero que o meu coração deseje tudo que há de melhor como se fosse para mim mesma.

⁠⁠Chegará o momento em que muitas pessoas irão se arrepender de ter me tratado mal. Acredite em mim, essa hora vai chegar.

⁠Só posto sobre mim mesmo. Quer frase de amor, siga o Paulo Coelho.

⁠A vitória que me interessa é vencer em mim o que eu reprovo nos outros.