Saudades de um Irmão que Morreu

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E por um instante, tive a impressão que fui amigo.
E era, de fato, GRANDE amigo, quem sabe irmão?!
Mas o tempo passa, a gente muda, cresce...
conhece novas pessoas, novos amigos, hermanos...
e os sentimentos que pareciam serem eternos?
Eles se amortecem, são esquecidos...
E sem perceber, eles continuam a existir em nós
em algum lugar...

Meu irmão!
Saiba que eu sou um cara de muita sorte!
Deus me escolheu para me oferecer um amigo tão especial quanto tu.
E por seres essa pessoa tão maravilhosa, tão especial em minha vida, eu fico sem saber como te agradecer e como te desejar um feliz aniversário.
Em meus rabiscos, já não sei quantos, escrevi:
“Gosto muito de ti”,” Te desejo toda felicidade do mundo”, ”Ser teu amigo é algo incrível , que não sei definir e nem explicar”, “Que és uma pessoa bacana, com quem posso sempre contar", etc. Enfim, perdi a noção do tempo para escolher as frases mais verdadeiras. Para te dizer o quanto te considero, o quanto és especial, e o quanto te quero bem!
Bem!
Amigos, tu (graças a Deus) tens muitos!
Saúde, Deus vai te proteger como nunca!
Competência, nunca te faltou!
Então, só posso te desejar, que Deus multiplique tudo de bom o que já possuis. Que realizes os teus sonhos, que diariamente a Ele suplicas!
Parabéns!
Felicidades!
Feliz aniversário!

Solteiras, não sem dono: pai, irmão, ex, patrão, todos se consideram. Muitas os exploram.

Como seguir sem sua alegria, sem sua companhia e sem sua presença...ontem levei o seu irmão na final da copinha, ele tem grande alegria, é um menino de ouro e precisa de nós para continuar. Más em momento nenhum á esquecemos, levamos sua camisa com seu nome pra te representar, seu irmão até gritou; "Irmã esse gol e pra vc...te amo Lá". Dói saber que nesse mundo tão grande não te encontraremos em lugar nenhum, me pergunto...Porquê e também pra que meu Deus? E não sei ainda como conseguirei seguir, pois horas acho que não consigo continuar, e horas não quero! Só sei que necessitamos muito de você conosco filha e de pensar que não tem como tê-la aqui...só sobra a dor, desespero e a escuridão! Te amamos nossa menina!❤❤❤❤❤❤

A sua vida não está fácil?
A minha também não, e tenha certeza
a do seu vizinho e a do seu irmão, todas
elas têm problemas, em alguma questão:
Seja financeira, sentimental,
de saúde ou emocional! O primeiro passo,
para livrar-se dos problemas, é aceitá-los e tentar
resolvê-los, deixar de se sentir vítima...
Batalhar e acreditar que dias melhores virão!

Se tens um sonho só tens que acreditar,
portanto faça chuva faça sol,
acredita meu irmão,o sonho só se vence se a gente lutar.

Senhor, fazei das minhas palavras um instrumento da tua luz.
Fazei com que cheguem ao meu irmão com a sonoridade do amor, com a leveza do carinho, a claridade da fé e a força da esperança.
Fazei com que sirvam de consolo para os que sofrem, de alegria para os que estão tristes e de alívio para os angustiados.
Fazei pai com que a poesia da vida ressurja nos olhares onde havia morrido e, que a paz seja a cadência dessa minha humilde oração.

No instante em que faço meu o sofrimento do meu irmão, não é necessário que doa em mim para que eu sinta.

O amor entre irmãos não deve ser imposto como obrigação pelos pais. O amor de irmão é um elo natural que se manifesta através da vivência de amor entre os genitores, assim pelo exemplo estará pronto a se reproduzir uns com os outros.

⁠Não seja o tipo de "cristão" que odeia o seu irmão, mas no púlpito pede para os irmãos se amarem.

Meu irmão me disse uma vez que, quando o seu oponente estiver desesperado, ele vai mostrar o seu ponto fraco.

Para o meu irmão de consideração: a união, o carinho e a parceria que temos vai muito além de qualquer laço de sangue.

Aprendi com o meu irmão de consideração que não precisa ter o mesmo sangue pra querer guardar a pessoa pra sempre no coração.

Parabéns para o meu melhor amigo, meu irmão de consideração. Que seu novo ano seja inesquecível e a nossa amizade se fortaleça cada vez mais. Apesar de não termos o mesmo sangue, é um verdadeiro prazer compartilhar contigo essa jornada da vida.

“Eu nunca tive um irmão ou uma irmã, mas meus pais tiveram outros filhos”

⁠Fazemos caridade pra nós mesmos quando auxiliamos a evolução de um irmão. Fora da caridade não há elevação moral!

Se não formos inteligentes, ninguém chegará até o seu irmão.

Ideal seria se o amor pelo irmão fosse recíproco ao nosso amor ao sábado!

Cuidado com certos amigos que te chamam de "irmão" e paquera sua mulher.

Poema - Carta de Carlos Barbosa.


Querido irmão José,


Escrevo-te aqui do solo sagrado da nossa fronteira, onde tiveste o privilégio de nascer — graça que não me foi dada, embora me sinta jaguarense de alma e coração. Hoje recebi, com grande preocupação, a medida tomada por Vargas de dissolver todos os parlamentos; sei da tua atuação como deputado na nossa Capital do Brasil, cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, e imagino o que estás a sentir neste momento.


Somos republicanos, meu caríssimo irmão, e a liberdade nos norteia. Nestes dias lembro tanto da nossa infância nos campos de Jaguarão, quando nossa mãe Maria e nosso pai Antônio contavam as histórias da revolução à beira do fogo de chão, falando do nosso avô Manoel e do nosso tio-avô Bento. Lembro que todas essas histórias mais tarde vim a dividir com meu mestre José Francisco Diana.


Antes que me esqueça: sinto saudades da cunhada Arlinda e da bela Maria. Não pude ir ao casamento dela com o Luiz, e sempre me cobro por esse impedimento — coisas de política e compromissos que, ao colocarmos à frente de tudo, muitas vezes nos causam remorso. Mas, como estava a escrever, são muitas recordações. Ainda me lembro de ti pequenote, guri tentando montar nas ovelhas, e eu naquela época com as malas prontas para cumprir a vontade dos nossos pais e ir estudar no Rio de Janeiro. Não foi fácil, meu querido irmão: o Colégio Dom Pedro II era enorme, mas não maior que a faculdade de Medicina. Lembra-te que foram quase dez anos na capital da nossa República Federativa para finalmente realizar meu sonho de conhecer Paris — e lá passei longos quatro anos.


Como bem sabes, também era um sonho voltar para nossa Jaguarão e aqui exercer tudo o que aprendera. A sorte me sorriu quando tive o privilégio de conhecer meu grande amor, Carolina. Tivemos uma vida repleta de aventuras e, naturalmente, momentos de sofrimento com a perda de alguns de nossos amados filhos — dor amenizada pelo amor de Euribíades, Eudóxia e Branca.


Querido irmão, ao leres esta carta deves perguntar-te por que hoje me mostro tão narrativo e saudosista: a vida passou tão rápido. A política, depois de 1882, quando fundei o partido republicano em Jaguarão, nunca mais se apartou de mim. Veio o mandato na Câmara — onde jamais se pensara em um republicano — depois fui deputado da província e, para completar, participei como constituinte naquele ano de 1891. Depois veio o Júlio, como primeiro presidente constitucional do Rio Grande; quase me obrigou a aceitar sua imposição para eu ser seu vice-presidente. Tu conheceste o Júlio: não aceitava recusas e era deveras convincente. E assim tive de me desdobrar entre a Vice-Presidência e a presidência da Assembleia dos Representantes do Estado. Lembra-te que, em virtude disso, recusei disputar uma vaga ao Senado — por nossos ideais republicanos, meu querido irmão.


O que parecia inimaginável aconteceu: tu muitas vezes me disseste que era um caminho natural — e lá estava eu, presidente do Estado do Rio Grande do Sul, com larga margem de vantagem, três vezes mais votos que o meu oponente. E olha que sequer andei pelas outras querências de São Pedro; fiz-me vitorioso sem sair da nossa fronteira.


Por fim, acho que tudo valeu a pena, e consegui fazer muitas coisas. Tu, que por muitas vezes estiveste à frente de governos, sabes que os desafios eram grandes. Dei início à obra do Palácio Piratini; pude homenagear meu amigo Júlio erguendo-lhe um monumento; realizei a obra do cais do porto em Porto Alegre; ajudei a nossa Faculdade de Medicina; criei a colônia de Erechim e finalmente elevei a vila de Caxias à categoria de cidade; ratifiquei as questões da fronteira com o Uruguai; fui incansável nas questões agrícolas e pecuárias e tratei da saúde com todo o meu conhecimento.


Mas, depois de tantos feitos, meu irmão, precisava voltar para a minha terra de coração, e entreguei o governo ao Borges e vim para a fronteira. Lembras quando te disse que iria descansar e voltar ao meu ofício de medicina? Tu duvidaste — e hoje sabemos que tinhas razão: não deram nem seis anos de descanso e a política me reencontrou, para cumprir aquilo de que havia declinado anteriormente por motivos republicanos. Lá fui eu para o Senado Federal. Foram dez anos na Câmara Alta, mas minha saúde convenceu-me, mais uma vez, a voltar para nossa terra.


Depois de todas estas linhas, saberás a razão da minha carta repleta de saudades e lembranças: tua querida cunhada, que tanto te admirava, fez sua passagem, deixando meu coração com um vazio enorme — foi-se minha Carolina. E eu estou aqui, na terra onde tu nasceste, à espera da minha vez para ir ao encontro dela.


Abraços do teu querido irmão,
Carlos.


Autor Renato Jaguarão.