Saudades de Quem Mora longe
Um dia serei saudade...
Vou tentando me afastar de gente fraca, arrogante, doente! Peço a Deus que realize meus sonhos antes do meu caminho acabar. Não me servirão realizações que eu não possa compartilhar, ver, sentir. Estou cansada de tanta hipocrisia, até o diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém.
No terceiro dia, que o coração agoniza de saudade,
no terceiro dia, que lembramos o quanto éramos felizes juntos.
No terceiro dia, que nos perguntamos o por que da partida,
mesmo sabendo a resposta.
No terceiro dia, que penso que deveria ter feito mais, pra você ficar ao meu lado.
No terceiro dia, lembro dos nossos beijos calorosos, dos nossos abraços como se fosse a ultima vez.
No terceiro dia, percebo que já esquece até o seu perfume.
E só a saudade e as memorias me restou.
Uma Palavra Chamada Saudade.
Saudade é a alma lembrando
que o amor não termina na despedida.
É o espírito tocando o tempo
para dizer que nada foi em vão.
Saudade é quando o invisível se faz presença
e o coração escuta o que os olhos não veem.
É sentir alguém perto
mesmo quando o corpo já não está.
Saudade nasce do encontro das almas,
não do acaso das despedidas.
Ela é ponte entre dois mundos,
fio de luz que não se rompe.
É oração sem palavras,
é conversa em pensamento,
é abraço que acontece no silêncio
e chega como paz ou como lágrima.
Existe saudade de quem partiu
e saudade de quem ainda virá.
Saudade de outras vidas,
de laços que o tempo não explica.
Ela dói, mas consola.
Machuca, mas ensina.
Porque só sente saudade
quem ama além da matéria.
E quando a saudade aperta demais,
não é castigo — é sinal.
Sinal de que o amor foi verdadeiro,
de que a alma reconheceu outra alma.
A saudade não separa.
Ela prepara o reencontro.
Não apaga histórias,
apenas as guarda em luz.
Ela nos lembra que ninguém é perdido,
que os vínculos não morrem,
que o adeus é só uma pausa
numa conversa eterna.
Por isso, quando a saudade vier,
não a expulse.
Acolha.
Ela é o amor dizendo baixinho:
eu continuo aqui.
Ao responder sobre
mim,
recitei minhas saudades e
meus medos,
então em uma coragem
esquizofrênica,
eu me 'interlecutei' com
"Onde me fixo?"
e me 'enlucidei' vago,
como um ponto e vírgula
em meio a um
papel em
branco.
Trago no peito a saudade, as boas lembranças da tenra idade.
Levo comigo as recordações, da infância onde não importavam as razões.
Existe alguém que sempre foi cobrado por não se abrir. Dizem que é fechado, frio, distante. Mas quando resolve deixar escapar um pouco do que carrega por dentro, o resultado não é acolhimento — é confusão. Palavras atravessadas, julgamentos rápidos, olhares que pesam mais do que deveriam. Aprende, da forma mais dura, que o silêncio incomoda… mas a verdade incomoda ainda mais.
Também fica claro que não é permitido ser quem se é. Não pode gostar do que gosta, nem escolher o que escolhe, nem sentir do jeito que sente. Tudo vira motivo para comentários, apontamentos, distorções. Cada passo fora do esperado parece um erro, cada tentativa de liberdade soa como afronta. Com o tempo, a vontade de explicar vai se perdendo, porque explicar nunca foi suficiente.
Hoje, resta um conceito simples, quase vazio, mas pesado: estar na terra para servir. Não para ser entendido, nem celebrado, nem feliz — apenas para cumprir expectativas, não atrapalhar, não causar ruído. Serve em silêncio, porque o silêncio cansa menos do que lutar contra interpretações que já nascem prontas.
Viver, agora, não faz questão. Não carrega planos nem promessas. É apenas existir no modo automático, respirar enquanto ainda houver fôlego, acordar porque o corpo acorda, seguir porque o tempo segue. Não há desespero explícito, apenas um cansaço constante, desses que não gritam, mas também não passam.
E assim continua: respirando. Não porque a vida seja leve, mas porque ainda não acabou. Não porque exista esperança clara, mas porque o ar insiste em entrar e sair do peito. Está ali — não inteiro, não pleno — apenas presente, enquanto houver fôlego.
Entre aromas refinados
De impérios distantes, sedentos,
Perfumes árabes, densos,
Que prometem esquecimentos.
Mas nenhum deles alcança
O abismo dos teus momentos.
Eduarda, teu cheiro não passa,
Ele fica, invade, insiste,
É presença que domina
Mesmo quando não existe.
Perfume que marca a pele
E na memória persiste.
O cheiro mais cheiroso, amor,
Não vem de frasco ou ritual,
Vem do teu cangote quente
Quando o tempo fica desigual.
Ali o mundo silencia,
Ali eu deixo de ser racional.
Teu cangote é território
Onde a razão se rende nua,
Mistura de calma e perigo,
De fome que não recua.
Um cheiro que pede boca,
Um silêncio que continua.
Quando me aproximo lento
E respiro tua pele,
Meu corpo aprende verdades
Que a palavra não revele.
É desejo que não grita,
Mas que queima, fere e impele.
Eduarda, teu perfume
É chamado sem perdão,
É vontade que não pede,
Só toma o coração.
Cheiro de “fica mais um pouco”,
De “não solta minha mão”.
Entre tantos aromas caros
Que o mundo insiste em vender,
Teu cheiro é vício doce
Que eu não quero perder.
Não me deixa inteiro…
Mas me faz viver.
💔 Um Soneto da Ausência Desvanecida
A respiração se prende, e agora a verdade é clara:
A fachada brilhante acabou, o amor terminou.
Encaro o silêncio que guarda o medo,
E descubro que não sou um amante arruinado e abandonado.
Pois neste espaço árido, devo atestar,
A crença fundamental que arrefece o fogo do espírito,
Aquilo que lamento, embora outrora uma busca sussurrada,
Nunca foi real, portanto o amor nunca existiu.
Foi uma troca de anseio, imperfeito e breve,
Uma dívida fantasma da qual o coração não pôde escapar;
A dor precede e permanece como principal,
E a solidão veste a forma exterior da paixão.
Assim, neste quarto vazio onde as sombras se encontram,
Amor e solidão são sinônimos, doce,
Pois amar é dar o que não se tem
a alguém que não o quer, gravar
Um vazio sobre outro vazio e chamar-lhe graça.
Ah, que saudade do tempo que você me olhava com aquele jeitinho que só você sabe. Ah, que saudades do tempo que você não perdia tempo e no vento e sopro no meu pescoço, eu sentia lento. Ah, que saudade da gente que se perdia no tempo. Ah, que saudade do tempo que eu sentia teus cuidado em teu olhar sem me expressar e eu toda devagar e você dizia se "achegue pra cá" sem pedir nada em troca. Ah, que saudade dessas portas que com tempo e descuido nos deixamos a fechar.
A palavra pesa
O silêncio esconde
A atitude mostra
O desprezo separa
A decepção distancia
O sorriso une
Nada é para sempre
Mudar não tem hora
Se arrepender
pode ser tarde demais !
O silêncio ritual não é ausência de som, é alinhamento; nele, o espírito encontra espaço para reorganizar aquilo que estava em desordem.
Tem pessoas que ficam distante por um dia... sentimos falta
Tem pessoas que ficam distante por longos dias... sentimos muita falta
Tem pessoas que ficam distante para sempre...
Hoje eu sei que não é a distância que separa as pessoas, mas sim a frieza, a falta de atenção, a indiferença e o "tanto faz".
Isso é o que forma um grande abismo entre as pessoas.
Ainda assim, tenhoamizades da juventude que perduram sobre tudo isso.
Mesmo que fiquemos dez anos sem nos ver ou mesmo nos falar, parece que nos despedimos há 10 minutos.
Já existem outras amizades que são convenientes durante algum tempo, mas percebemos que depende do cenário em que vivemos. e depois que esse convívio termina, começa a deterioração no sentido do "tanto faz".
Faz parte da natureza humana.
Somos egoístas e egocêntricos.
Alguns demais, outros de menos.
Dependendo disso, podemos ter uma valeta ou um abismo entre nós.
O ponto principal dessa história é medir a sua capacidade para encurtar a distância entre o sacrifício e a indiferença: É muito mais fácil atravessar uma valeta para recuperar uma amizade, mas aquele que consegue atravessar um abismo pelo mesmo motivo é digno de registro.
Quanto maior o sacrifício, maior a chance de se estabelecer uma amizade que perdure através da distância e do tempo.
Eu mesmo não sou muito sociável e reconheço isso. É a minha natureza.
Ainda assim, possuo amigos fiéis, que me conhecem e entendem meu estilo de vida e meu espaço.
Amigos não julgam. Eles apoiam e me aceitam como sou.
Garanto que cada um deles atravessou um grande abismo para serem meus amigos.
Eu não sou tão rígido com o grau de dificuldade para chegar até a mim, mas sou extremamente exigente quanto a viver em paz.
Amigo que causa muito barulho por nada é muito chato e me impele a começar a cavar uma valeta...
Cada gota é lembrança,
do teu beijo que ficou,
nessa calma de saudade
meu violão chamou. - Frase da música Chove lá fora do dj gato amarelo
E na brisa que me chama,
sinto a tua voz chegar,
é vontade que não some,
é saudade a me falar. - Frase da música mil lembranças de você do dj gato amarelo
- Relacionados
- Frases de filho para mãe que são verdadeiras declarações de amor
- Carta de Despedida
- Frases de menina que reforçam o quanto você é forte e única
- Frases para pessoas que estão longe
- Frases de saudades para status que te ajudam a desabafar
- Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
- Frases Bonitas sobre Saudades
