Saudades de Quem Mora longe

Cerca de 46558 frases e pensamentos: Saudades de Quem Mora longe

No campo das emoções Satanás tem desequilibrado a muitos na ausência de fé e na estabilidade emocional.

Inserida por HelgirGirodo

Quanto mais o homem se distanciar do espírito, mais problemas e dificuldades terá o seu corpo e mais perturbações terá a sua alma.

Inserida por HelgirGirodo

Perdão é encontrar-se com o próximo bem distante, no mesmo lugar em que você está presente, para abraçá-lo como um irmão saudoso e querido.

Inserida por HelgirGirodo

Quanto maior o progresso mundial mais distante está o homem de Deus.

Inserida por HelgirGirodo

A distância do marido entre a casa e o barzinho é a mesma distância que separa o seu coração da esposa, para bebemorar os piores sentimentos entre amigos.

Inserida por HelgirGirodo

A ausência de propósitos na vida de qualquer obreiro faz o seu dia, a sua semana, o seu mês e o seu ano inteiro permanecer vazio, sem esperança e sem foco.

Inserida por HelgirGirodo

Quão distantes estão dos seus pais os filhos da rebeldia, obstinação e da hipocrisia, porque seguem valores deturpados da boa moral e do bom senso.

Inserida por HelgirGirodo

Ninguém faz nada sozinho, ainda que esteja isolado na ilha mais distante da civilização, porque nele há uma força propulsora para o bem ou para o mal.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Hoje eu acordei com saudade do "trem".
Mesmo a estação sendo bela, algo em mim clama por notícias do passageiro.
Será que está bem? Será que as paisagens que agora contempla são tão belas quanto as que um dia dividimos?

Me deu vontade de sentir de novo o abraço, o cheiro, de mergulhar no universo dos seus olhos.
Mas eu choro.
E dói.
Dá vontade de pegar o telefone, de buscar a voz que acalmava, mas não posso.

Na nossa última conversa, algo em mim se quebrou.
Houve um “ponto final” – literal e escrito (ponto final).
Ainda assim, eu não consigo guardar ódio.
Não consigo apagar o brilho do trem que passou por mim, mesmo que tenha partido. Foi lindo.
Foi uma viagem que me ensinou tanto sobre mim, sobre o amor, sobre a vida.
Como eu queria sentir aquele abraço mais uma vez, o carinho que parecia eterno.

Mas o medo me trava.
O medo de me aproximar e ser deixado novamente, despedaçado em pedaços tão pequenos que mal conseguirei recolher.
O medo de expor o que sinto e encontrar do outro lado um silêncio que fere mais do que mil palavras.

O que aconteceu entre nós é grande demais, complicado demais.
Parece que não temos volta.
Parece que esse trem nunca mais parará na estação onde eu estou, mesmo que eu fique esperando, mesmo que eu deseje tanto que o som dos trilhos ecoe novamente.

Eu sinto saudade.
Uma saudade que parece querer explodir meu peito.
Eu sinto sua falta.

Se um dia você ler isso, saiba:
Eu agradeço.
Agradeço por tudo o que fez por mim, por cada instante, por cada ensinamento.
Agradeço até por ter resistido tanto antes de desistir de nós.

E, apesar de tudo, eu não quero dizer adeus.
Eu digo: até breve.

Inserida por JorgeLimaLoiola

⁠Para preservar a pessoalidade com objetivo de manter distâncias, é preciso falar de forma oposta ao que o alheio define como interesse.

Inserida por CarlosAlbertoBlanc

⁠⁠● A saudade que liberta é o amor que não escraviza.
Carlos Alberto Blanc

Inserida por CarlosAlbertoBlanc

Desde sempre, o mundo à beira do caos e não distante do precipício, enquanto outros lutam contra esse desequilíbrio. Entender a realidade é saber que não se pode vencer tal sistema, entretanto devemos estar um passo à frente de todos aqueles que prejudicam a paz e a liberdade individual.
Carlos Alberto Blanc ⁠

Inserida por CarlosAlbertoBlanc

⁠Depois de uma viagem, bate uma saudade de voltar.

Inserida por Kebay1

⁠o tempo é como vento passa rápido de mais e deixa saudades como rastro.

Inserida por Kebay1

⁠Sempre tive você em meu coração, pois é muito especial.
Mas houve kilometros de distância que nos separou.
Abri mão do nosso amor, mas nunca abrirei mão de você, meu anjo lindo.

Inserida por lecosoulima

⁠Não ouso sonhar como antes,
Não ouso sonhar.
Do passado a vista do futuro era linda pois,
Distante, mil estrelas no destino eu poderia bordar.
Já assim, na metade de mim,
Sendo mais fim do que estrada
Distante do Tudo e perto a Nada
Eu não ouso sonhar.
A verdade calça-me apertada
Estreito minha vista pois
Doer-me-ia ver a vida larga
E como antes, imaginar...
Vil seria sonhar agora
Sem tempo para me ludibriar
Do passado, minha visão enganosa
Não soava mentirosa, com o tempo a me afagar
Agora; sem tempo e com amor
Temo e tremo a me moderar.
Quem ama nunca é livre - domesticamo-nos
E quem não ama,
Condenado ao vazio, está.
Liberdade não existe em um corpo
Ocupado por uma alma a latejar.

Inserida por nanavedo

⁠Amanhã serei nada
Ó doce estrada
Como eu te sinto
Como eu te vivo

E já sinto saudades
Ó cheiro do passado e do destino
Acordo às noites

Com medo da morte e do não existir
Ó corpo que sente
E que ama

Que fala far-me-á existir
Tudo é pó, tudo é pó
Me resta esperar no Amor
Tudo é pó, tudo é pó
Só não o sonho que nos criou

Ó minha alma, como te sinto
Te desejo
Beijaria teus lábios com meu corpo,
Tu fora de mim, como vento

Ó tempo, o que serão de meus olhos?
O que tornar-se-á minha carne?
Para onde irá meu Eu...

Não quero fechar meus olhos
Para todo sempre
Eu preciso ver as estrelas de outro lugar
Céu, exista para sempre
Conosco sendo dois

De tua parte, quero ser apenas corpo corrente
Mas que eu possa amar, que eu possa criar
É minha a Tua vaidade
Pois me criaste, e eu criei a Ti
Para nós reparamos e nos adorarmos
Para além de qualquer tempo

Infinitas almas não o Amam um centésimo de como amo e conheço a Ti...
Não feche meus olhos para todos os mundos
Não cesse meu faro
Quero cheirar para sempre em Teus mundos
O perfume de Teu frescor

Acordo com medo da morte;
Miro-me no espelho
Meus olhos são os mesmos
Desde que criaste a mim...
Pele, minha pele... Como amo existir

Dói me viver, doce sofrimento nutrindo minha alma de prazer
Como é bom chorar te esperando
Dormir contigo sonhando
Acordar, e nas canções te sentir...

Amo sofrer temendo partir e não honrar-te
Em meus desígnios
Amo adorar-te em cada gesto

Vivo para alegrar-te
Enquanto me sorri...
De nada posso comprovar-te
Mas constato-o em meu sentir

Meu Pai, quero creditar-te
Quero creditar-te fora de mim
Poções de água, cheias de mágica
Que não se podem ver

Nada alcança-te
E Tu, em tudo estás
Te amo em cada ser
O temo em cada despedida
Doar-me-á nossa despedida
Para muito, muito, longe daqui
Onde não há sonhos
Nem corações como músicas a pulsar
Bombeando nosso sangue vermelho
Como Tua paixão a nos animar...

Tende piedade dos meus medos
Abraça meu mau
Proteja-me de mim e de meus sedentos instintos.
Tudo quero dar;
Tudo eu quero ter...

Tende compaixão da minha dor ao perder
Todos os dias para mim mesma...
Por sem razão eu arder
E adorar a loucura de me queimar

E repousar em Teus braços
Pois sei que sempre irá me perdoar
Me desculpe por abusar de Ti em meus sonhos e ideais de bençãos

Perder por confiar

Obrigada

Inserida por nanavedo

⁠Que saudade de Aruanda,
Mas um dia hei de voltar!
Encontrarei com os amigos
Que daqui vivo a sonhar...

Vovó Santana, Pai Guiné...
Pretinha Doce, Catarina
Seu Tranca Rua e Seu Zé
Que me acompanham em cada esquina

Mulambo,
Araúna,
A baianada que me anima!
Zambi, Pai Maior
Acalanto da família!

Que saudade de Aruanda...
Onde o corpo não arria
Esperem-me, Amigos
Tornarei à casa um dia!

Enquanto isso me protejam
Da estrela que alumia,
Que eu siga avante no trabalho
Sustentada na alegria!

Inserida por nanavedo

⁠A ausência ocupa espaço. Um espaço enorme, tão grande que deixa tudo apertado, principalmente o coração. Tão apertado que chega a doer. Muito.

Ninguém imagina quanta falta se pode sentir de um abraço, de um beijo, de um perfume, uma conversa, da mera presença, simplesmente a existência de alguém, até esse alguém ir embora. Principalmente quando esse alguém é nossa própria mãe.

Eu precisava externar meus sentimentos além de meu próprio pensamento, além do meu coração. Não com o propósito de que alguém venha a lê-los, mas de que eles permaneçam em algum lugar neste mundo para quando eu também me for.

Quando pudemos comemorar seus 90 anos, apesar da dor que ainda nos cercava pela perda do pai, achei que tínhamos tudo pra dali dez anos fazermos uma festa chamada "Mamãe Faz 100 Anos", como o filme do Carlos Saura... mas dali pouco tempo, isolados pela pandemia por quase dois anos, lá estávamos nós, presos em casa sem poder nos divertir e desfrutar da companhia um do outro em momentos descontraídos, mas aproximados pela condição da clausura. Meu medo de trazer alguma coisa ruim que te fizesse mal a cada vez que tinha que sair de casa, consumiu minha alma, esgotou o meu corpo (e mais ainda o seu, motivo pelo qual não consegui mantê-la aqui conosco). Mas isso me fazia sentir vitorioso ao conseguir te poupar, Mãe.

E com o passar do tempo, com o ocaso de tua disposição e vontade, assumi certas responsabilidades que, às vezes, podiam parecer obrigação ou até mesmo inquietação, mas que no fundo eram aprendizado e satisfação. Levá-la às consultas, aos exames, parar para comer empada ou passar no mercado na volta, eram essas as "responsabilidades", Mas de todas elas, o momento do banho guardo como o mais emblemático, o que mais representava meu amor e cuidado pela senhora. Lavar seus cabelos, esfregar suas costas, conduzi-la do banheiro ao quarto, secar e pentear seus cabelos, depois vê-la passando seus hidratantes, limpinha, cheirosa... era uma sensação de dever cumprido. Lembro que sempre que eu ouvia da senhora a péssima frase "só te dou trabalho", seguida de sua reflexão "você não tem obrigação de fazer isso" eu pensava: tenho, CLARO que tenho! Era o MÍNIMO que eu podia fazer pela única pessoa a quem verdadeira e incondicionalmente eu amei, como pela senhora fui amado igualmente, sem interesse ou piedade. E curiosamente, tanto tempo depois de não mais fazer essas pequenas tarefas, quando as recordo sinto falta de executá-las. A senhora me ensinou ao longo dos 59 anos que convivi com a senhora diariamente, quase que 24 horas por dia ao seu lado, que tudo vale a pena, tudo tem sentido, tudo é sublime quando feito por amor.

A única coisa que me arrependo é não ter sabido agir, da mesma forma que agi com a senhora, com meu pai. Todo sufoco que passei (ou melhor, passamos) com ele me ensinou a como cuidar da senhora. Falhei, e muito, nesse cuidado. Hoje percebo que poderia - e deveria - ter tido muito mais atenção e carinho nas minhas "obrigações" para com a senhora. E por mais que a senhora tenha me dito em vida que fiz muito mais do que eu podia, assim como tantas outras pessoas me disseram o mesmo, guardo essa dívida em meu coração. Eu deveria, eu queria ter feito mais. Muito mais, e ainda assim teria sido pouco. Preparar seu café, separar seus remédios, fazer nosso almoço, ajeitá-la para a soneca, oferecer um cappuccino, regar suas plantas (é, mãe, perdão, mas elas estão quase mortas... não tenho me disposto a fazê-lo já que a senhora não está mais aqui para apreciá-las), mandar mensagens para saber se estava tudo bem enquanto eu saía para trabalhar, fazer mercado ou qualquer outra coisa que me tirasse de perto de você... todas essas coisas me marcaram e ainda se distinguem em minhas lembranças.

Poderia ficar escrevendo aqui por horas, mas já me excedi em palavras. Como eu disse, só queria registrar, em qualquer lugar que fosse, meu sentimento acerca do quanto te amei, do quanto me senti amado pela senhora. Qualquer homenagem que eu já possa ter lhe feito nunca alcançará o tamanho de meu amor ou o tamanho da tua grandeza como ser humano, como mulher, como Mãe.

Obrigado por tudo, Dona Lourdes. Encerro com a última frase que - graças a Deus - pude te falar olhando nos olhos: te amo mais do que tudo nesta vida.

Inserida por amauriangelino

A saudade nunca desiste de nos trazer bons momentos através da lembrança.

Inserida por givasdemore