Saudades de Quem Mora longe
A saudade e a lembrança
Hoje de toda minha infância lembrei
Ao passar pela rua em que me criei
O que restou foi apenas uma grande lembrança
De minha tão boa infância
Bateu uma imensa saudade dos velhos amigos
Que hoje não tenho aqui comigo
Agora paro e penso
Os anos podem passar, a vida pode mudar
Mais os melhores momentos o tempo jamais ira nos tirar
Independente do que aconteça, nunca se esqueça
A amizade é a essência da felicidade
Como dizer eu te amo para quem usa e abusa de mim, não me dá valor nem à distância um fim? Apenas digo: não importa, pois te amo mesmo assim...
As borboletas no estômago viraram cinzas, a saudade virou orgulho, o beijo virou briga e o amor virou indiferença. Foi bom.
A Vida
Um dia irei olha para traz irei senti saudades do que passou tantas pessoas que conhece,
Tantas coisas que fiz, irão fica somente na memória, quem sabe encontre velho amigo jogue
Umas conversas fora relembre fatos vividos no fim do dia ele ira embora é tudo não passara de lembranças.
Você construir uma vida nova casasse, tem filhos é constrói um novo ciclo tudo muda um dia seus filhos crescem ganham o mundo começa seu próprio ciclo, vocês começam ser ver pouco apenas em fins de semana ou festa, você começa a envelhece o fim da vida esta perto você não da conta de fazer algumas coisa começa a depende de outra ate que um dia a morte chega é você ver que não viveu nada .
Destinos que se cruzam
Por tantas coisa a dizer
Por maior que seja a distância
Eu jamais vou te esquecer.
No silêncio do meu coração, vou conservando essa saudade gostosa de sentir, saudade de um amor, que não amei, mas, que me faz tão bem...
Saudades…
Saudades minhas…
Sinto Saudades, mas não sei de quê...!
Saudades de mim…de ti...?
Saudades nossas…?
Sinto saudades mas não sei porquê…
Sinto saudades do que não tenho!
Saudades sem tamanho…
Sem forma, sem conteúdo, sem medida!
Verdade que se quer esconder
Verdade contida.
Tenho saudades de ter…
…razões para não sofrer!
Saudade louca desmedida!
Sinto saudades de poder…
…andar, saltar e correr…
De passear contigo de mão dada!
Saudades do que nunca vou ter…
Saudades de Tudo e de Nada
Verdade que quero esquecer…
A vontade de ser Amada…E o Medo de te perder!
Castigos não educam pessoas, adestram cães! Nunca aprendi com a dor, e a saudade, essa sim, é a pior dos castigos.
Sentirei saudade,sempre vou sentir,da sua risada,
do seu jeito de me tratar,do jeito de me beijar,de como me fazia feliz
com um simples "que saudade de vc!!"
isso vai passar,e quero muito que passe,
mas nesse momento é uma dor inexplicável,
é a dor de perder alguém que ainda está vivo,
Vou chorar,chorar,chorar,até não aguentar mais,
e pode ter certeza,posso encontrar outros vários amores,
mas você será eternamente meu "amorzinho"
e cada momento será levado comigo,
espero que ainda lembre de mim,quando escuta nossa música,
espero que ainda lembre de mim,em qualquer momento,
e quando perceber que me perdeu,pode ser tarde demais,
e meu amor ter virado apenas um carinho leve,
um carinho por alguém que foi especial,
mas infelizmente não tem mais espaço em meu coração!
Thiago vc foi especial!!
Porque meu bem,
o amor é liberdade
Não se prende em egoísmo,
nem distância da amizade.
Amor é mais que pele,
é essência, é coração.
Se sufoca, não é amor,
não te tem no coração.
Se o tempo pede estrita conta do tempo; se a liberdade abre as asas sobre nós, se a saudade mata a gente, o infinito dá-nos a salvação eterna.
Distante a mirar!
Águia que olha distante,
Já sofreu tanto
Quanto sofri?
Um olhar distante
É o que me resta!
Será que somos
Dois diamantes sem brilho,
Ou esquecidos, ignorados,
Menosprezados, não
Lapidados, desvalorizados o que há?
Só fico aqui sentado pensado
Distante a mirar!
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
