Saudades de Prima

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Olá, tudo bem, tudo certo?
Pensando aqui comigo...


"Em meio à saudade que sinto de você, uma verdade persiste no silêncio."

E hoje bateu aquela saudade com nome e sobrenome...
Daquelas que apertam o peito sem pedir licença.
E eu fiquei pensando que no último encontro,
eu deveria ter conversado mais um pouco,
deveria ter abraçado mais um monte de vezes,
como se cada abraço fosse eternidade.
Dói saber que pode ter sido a última vez.

Mas fica a lembrança — viva, quente, bonita,de tudo que foi e de tudo que poderia ter sido.

Libertação não é mudança de ambiente, é mudança de natureza.


Quem sente saudade do que Deus mandou deixar ainda não entendeu o que é conversão.

⁠Nesse 2 de novembro.
A saudade aumenta
A memória aflora
A tristeza não aguenta

Pelo Pai que já partiu
A saudade vai a mil
No coração que já sentiu;
A perda varonil

A certeza que me anima
É o reencontro no céu
Onde Jesus está acima
Com o arcanjo Miguel

Terminando a poesia
Confesso ser a melancolia,
A culpada de tal ato constrangedor
Querendo rimar sentindo dor.

⁠entre o ver e o encontrar vem a saudade
olhos emocionados, horizonte vazio.
A vida como desejo e o amor como saudade.

saudade de um ontem, onde o momento sorria e a simplicidade imperava junto com a felicidade.
detalhes que a ilusão negava, cumplicidade e outros sentimentos misturado com muita vontade.
. . então, veio a realidade, batendo junto com a razão de cada um . .
o que houve com verdade, que mudou de história para estória e quem diria, machucou.
razão vazia de igualdade, palavras sem sentido e sentido sem noção de algo que aos poucos se desfez . . .
enquanto a dúvida da própria razão se inclinava diziam os pensamentos, porque !
propriedades que nem a saudade conseguiu colocar nos dias que por vir desapareceram na falta da ternura que expirou.
Quem é você, quem fomos, quem poderíamos ter poupado desse sentimento que nada mais é que hoje, o passado.

A Saudade de Casa


Ó, saudades de casa... eu sei que não era bom,
Papai e mamãe brigavam, alterando o tom.
Eles bebiam, e o medo então nos consumia,
E os meus irmãos, correndo, a casa esvaziava e sofria.
Eu saía com minhas irmãs na noite fria e escura,
Vender paçoca na rua era a nossa labuta pura.
E quando a paçoca faltava e a fome nos vencia,
Eu tinha que pedir esmola, pois o estômago doía.


Ó, saudades de casa... eu sei que não era bom,
Mas de vez em quando mamãe cozinhava com dom.
Um almoço delicioso que a mesa enfeitava,
Mas papai nos ensinava e a violência cobrava.
Se eu errasse a lição, a pancada era o castigo,
E a saudade de casa vira o meu próprio inimigo.
Eu cuidava dos menores, eu os punha a dormir,
Enquanto na sala eu via papai e mamãe se destruir,
Se drogando no chão, perdidos na fumaça e no corte,
E eu na penumbra, tentando ser o escudo mais forte.


Ó, saudades da casa que a gente nem tinha,
Mudando de abrigo, perdendo a linha.
A cada escola nova, eu me sentia mais só,
Menos amigos restavam, a infância virava pó.
Mas eu lembro da tarde em que fomos ao parquinho brincar,
Passávamos as horas vendo o tempo voar.
Saudades, saudades, saudades eu sinto de lá,
Era ruim com eles, mas o choro não podia parar.
Não tínhamos tempo para a lágrima que o olho consome,
Era brincar, trabalhar, viver com pressa e com fome.


E a gente começava a correr, a se esconder e calar,
Porque o dono da nova casa não queria nos aceitar.
Aquele tanto de criança o homem não admitia,
Éramos seis irmãos na nossa humilde agonia.
Corremos, brincamos, brigamos, dormimos ao relento,
Apanhamos e sorrimos no meio do esquecimento.
Era ruim com papai e mamãe? Sim, era o horror...
Um inferno de medo, de vício e de dor.
Mas eles estavam certos no fim daquela estrada,
Sem ser eles do nosso lado, a vida virou o nada.
Seria pior, muito pior... e foi o que aconteceu,
O mundo foi mais cruel com o que o destino nos deu.


Ó, saudades, saudades, saudades do quarto fechado,
Onde o vício de papai e mamãe nos deixava assustado.
Eles bebiam e usavam drogas na sala ao lado,
E nós, os filhos, no quarto, num pacto sagrado.
Assistíamos a filmes até tarde pra distração,
Até que o grito da briga quebrava a ilusão.
O pavor nos travava, o peito explodindo em nó,
Papai saía batendo a porta e nos deixava na só.


Eu, menina e mulher, chorando na escuridão,
Limpava a casa depressa, arrumando o chão.
Mamãe ainda bebe e chora, num pranto sem fim,
Levava os meus irmãos pro quarto, longe de mim.
Eu ficava com ela, segurando a sua mão ferida,
Até que ela parasse de chorar e ficasse rendida.
Quando ela adormecia no chão ou no canapé,
Eu a deitava com zelo, mantendo a alma de pé.
Eu a cobria com a manta, colhia as latinhas do chão,
E segurava nos braços o meu menor irmão.


Aninhava o menino no peito até ele adormecer,
Colocava ele ao lado dela pra ninguém se perder.
E caminhando em silêncio, na ponta dos pés no corredor,
Eu verificava se os outros já dormiam sem dor.
Ó, saudades de casa... no fim dessas noites de guerra,
Quando todos adormeciam e a paz tocava a terra...
Eu ia para a janela sozinha, o pranto a estancar,
E olhava a lua no céu, o único colo a me consolar.


— Samantha Mendes ✍🏼🖤

Sinto saudades, sim. Às vezes elas chegam de mansinho, como quem bate na porta da memória e pede um pouco de silêncio para ficar. No começo eu pensava que saudade era só ausência, um vazio que ninguém conseguia preencher. Mas com o tempo entendi outra coisa: algumas lembranças não foram feitas para voltar, foram feitas para morar dentro da gente.


Hoje eu olho para o passado com mais carinho do que dor. As pessoas, os momentos, as conversas simples que pareciam pequenas na época… tudo acabou virando parte de quem eu sou. E percebi que a melhor memória não é aquela que a gente tenta repetir, mas aquela que a gente guarda no coração, intacta, viva do jeito que foi.


Existe algo bonito nisso, quase como um segredo silencioso. Porque quando a lembrança mora dentro da gente, ninguém pode tirar. Ela não depende de lugar, nem de tempo, nem de circunstância. Está ali, quieta, mas forte, aquecendo o peito nos dias em que a vida parece um pouco mais fria.


Às vezes eu sorrio sozinha lembrando de algo que já passou. Outras vezes os olhos ficam marejados, mas não é tristeza pura, é um tipo de gratidão misturada com saudade. É como se o coração dissesse: valeu a pena viver aquilo.


Aprendi que sentir saudade também é uma prova de amor. Só sentimos falta do que, de alguma forma, nos tocou profundamente. E quando aceito isso, a saudade deixa de ser um peso e vira uma companhia delicada, que me lembra de tudo o que já vivi.


No fim, as melhores memórias não fazem barulho. Elas ficam guardadas no coração, quietinhas, esperando o momento certo de aparecer e me lembrar que a vida foi, e continua sendo, cheia de encontros que realmente importam.

"Já dizia Jalison Santos:


Saudade é um sentimento tão profundo, tão forte, que só os olhos conseguem suportar."

Saudade até que é bom
É melhor que caminhar vazio
A esperança é um dom
Que eu tenho em mim, eu tenho sim

⁠Pai, como sinto sua falta.
Saudade dos afetos, do seu amor, da sua proteção.
Com humildade e dignidade cumpriu sua missão.
Hoje lembro de ti com muita emoção
a espero que você sinta todo meu amor, amor de coração,
amor de cumplicidade, além da eternidade.
Um dia essa saudade vai acabar e vamos nos encontrar,
para a felicidade reinar.

⁠2 de novembro: Finados.💔

A saudade do ente querido sempre irá permanecer. As lembranças dos momentos vividos ao lado dele sempre virá, para que ele permaneça vivo no nosso coração.
Quando o ente querido viaja para outra dimensão, a sensação que fica é que estamos parados no ponto de partida esperando o momento de se reencontrar.
A saudade vem e dói, mas as lembranças boas dá paz ao coração e fica a certeza que um belo reencontro apagará toda a saudade e o amor permanecerá por toda eternidade.

Liddy Viana.🌻✍️

Somos tudo que podemos ser, somos tudo que podemos viver, amanhã seremos apenas saudade e lembranças, então viva, aproveite o hoje!

Oh, coração...
porquê bate assim
desordenado?
Algumas ausências doem.
Vive cheio de saudade e paixão.

Porquê...este ritmo acelerado?
Emoções que escorrem
sem pudor, nem recato,
guiando minhas mãos.

Ou o amor criando grafias
num solo musical desgovernado.
Desenhando tons de melodias
num ato ordinário,onde pulsa a solidão.

Andréa

GRATIDÃO E SAUDADE
Na infância e na adolescência
Ele era da Desportiva Ferroviária.
Mas foi no Vasco que ele ouviu ...
o seu nome ser ovacionado!
Seu talento para fazer gol
Era tão marcante que
atorcida vibrava delirante!
No italiano,-_ nome Giovanni ,
é uma variante do nome _ João.
Amor, Fé, virtudes desse nome
vindas da mente e do coração
Yochanan é Giovani na Tradição .
Significa:_ Deus É sua Proteção.
E assim gols surgiram ..
E fez identidade desse Campeão!
Hoje , não é choro só de tristeza.
Mas de saudade, com certeza.
Esse nosso " Pequeno príncipe"
que se fez realeza,desde o início.
Capixaba sente saudade e chora.
E dizem nesta hora
Obrigado Geovani
Por tudo que você fez aqui.
No nosso País e lá fora!
Gols,gol,gol,!!!
Descanse em Paz
Vitoria sua cidade ,
não lhe esquecerá
Jamais!!!

Saudade tem idade?
Só se tem saudade
quando se entende :
_O que é saudade?
Ela é repertório de fatos,
vivenciados,
_em toda idade
Quando ele é bom, acalma.
e faz bem a alma!
Saudade chega de "jato"
Traz repertório do fato,
ajuda a refletir ato
pois conchega_se
na tal felicidade
É bom rememorar
a boa saudade!

A saudade é a única presença que a ausência jamais conseguiu destruir.

Vivemos para deixar, não para levar,
Deixar momentos, que nos fazem lembrar.
Deixar saudades, que o tempo não apaga,
Deixar histórias, que a vida propaga.


Deixar conhecimentos, que iluminam o ser,
Deixar transformações, que ajudam a crescer.
Deixar criações, que a alma expressa,
Deixar palavras, que o coração confessa.


Deixar pensamentos, que nos fazem refletir,
Deixar ideias, que nos fazem expandir.

Deixar sentimentos, que nos conectam no fundo,
Deixar afetos, que fazem o mundo.


E, por fim, deixar amor, em cada ação,
O maior legado, a verdadeira razão.

Mais importante que ouvir "saudades" é sentir a presença.

“Não somos nós que lembramos.
As vezes,
é o passado que sente saudades de nós.
Tão nostálgico
que nos envia as lembranças para nos visitar.

(…)”